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    1 “Deveras, por causa disso, meu coração começa a tremer E salta do seu lugar.

    2 Escutai atentamente o ribombar da sua voz E o rosnar que lhe sai da boca.

    3 Solta-o debaixo dos céus inteiros, E seu raio vai às extremidades*1 da terra.

    1. Lit.: “asas”.

    4 Depois brame um som; Ele troveja com o som da sua superioridade, E não os refreia quando se ouve a sua voz.

    5 Deus*1 troveja com a sua voz de modo maravilhoso, Fazendo grandes coisas que não podemos saber.

    1. “Deus.” Hebr.: ’El.

    6 Porque ele diz à neve: ‘Cai para a terra’, E [à] precipitação da chuva, sim, [à] precipitação das suas fortes chuvas.

    7 Apõe um selo à mão de todo homem terreno, Para que cada mortal conheça o seu trabalho.

    8 E a fera entra na emboscada E mora nos seus esconderijos.

    9 Do quarto interior vem o tufão E dos ventos do norte, o frio.

    10 Pelo fôlego de Deus*1 se dá o gelo, E a largura das águas fica sob aperto.*2

    1. “Deus.” Hebr.: ’El.

    2. Ou “está congelada”.

    11 Sim, carrega de umidade a nuvem, Sua luz espalha a massa de nuvens,

    12 E ela está sendo revolvida por ele [dar-lhes] diretrizes para a sua atuação Aonde quer que as ordene sobre a face do solo produtivo*1 da terra.

    1. “Solo produtivo da”, M(hebr.: the·vél)T; lat.: ór·bis, “círculo”, isto é, da terra.

    13 Quer para uma vara,*1 quer para a sua terra, Quer por benevolência,*2 ele a faz produzir resultados.

    1. Simbolizando correção ou castigo.

    2. Ou “amor leal”.

    14 Dá deveras ouvidos a isto, ó Jó; Fica parado e mostra-te atento às obras maravilhosas de Deus.

    15 Sabes quando Deus*1 lhes impôs uma ordenança E quando fez a luz da sua nuvem reluzir?

    1. “Deus.” Hebr.: ’Elóh·ah.

    16 Conheces os pairos da nuvem, As obras maravilhosas Daquele que é perfeito em conhecimento?

    17 Como é que as tuas vestes estão quentes Quando a terra mostra ter sossego*1 do sul?

    1. Ou “quando a terra sossega”.

    18 Podes junto com ele achatar o céu nublado, Duro como um espelho fundido?

    19 Deixa-nos saber o que lhe devemos dizer; Não podemos produzir [palavras] por causa da escuridão.

    20 Deve-se relatar-lhe que eu falaria? Ou disse algum homem que isso seria transmitido?

    21 E agora, eles realmente não vêem a luz; Ela está brilhando no céu nublado Quando o próprio vento*1 passou e procedeu a limpá-lo.

    1. “Quando o . . . vento.” Hebr.: werú·ahh. Veja Gên 1:2 n.: “ativa”.

    22 Do norte vem resplendor dourado.*1 Em Deus,*2 a dignidade é atemorizante.

    1. Lit.: “ouro”. Hebr.: za·háv.

    2. “Deus.” Hebr.: ’Elóh·ah.

    23 Quanto ao Todo-poderoso, não o descobrimos; Ele é sublime em poder, E não depreciará o juízo e a abundância da justiça.

    24 Portanto, temam-no os homens.*1 Ele não considera a nenhuns que sejam sábios no [seu próprio] coração.”

    1. “Homens.” Hebr.: ’ana·shím, pl. de ’ish.