Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Jó, 7

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    37

    38

    39

    40

    41

    42

    1 “Não há trabalho compulsório para o homem mortal na terra, E não são os seus dias como os dias dum trabalhador contratado?

    2 Como o escravo ele está suspirando pela sombra, E como o trabalhador contratado aguarda ele a sua remuneração.

    3 Assim se fez que eu tivesse meses lunares fúteis, E proporcionaram-me noites de desgraça.

    4 Ao deitar-me, eu disse também: ‘Quando me levantarei?’ E [quando] a noitinha realmente completou a sua medida, eu também me fartei de desassossego até o crepúsculo matutino.

    5 Minha carne ficou revestida de gusanos e de pó encrostado; Minha própria pele tem formado crostas e se dissolve.

    6 Os meus próprios dias ficaram mais velozes do que a lançadeira do tecelão E se acabam sem esperança.

    7 Lembra-te de que a minha vida é vento; Que meu olho não verá mais o que é bom.

    8 O olho daquele que me vê não me avistará; Teus olhos estarão [fixos] em mim, mas eu não existirei.

    9 A nuvem certamente acaba e vai embora; Assim não subirá aquele que desce ao Seol.

    10 Não mais retornará à sua casa, E seu lugar não mais o reconhecerá.

    11 Tampouco eu refrearei a minha boca. Vou falar na aflição do meu espírito;*1 Vou ocupar-me com a amargura da minha alma!

    1. “Meu espírito.” Hebr.: ru·hhí; lat.: spí·ri·tus.

    12 Sou eu algum mar ou um monstro marinho, Que ponhas uma guarda sobre mim?

    13 Quando eu disse: ‘Meu divã me consolará, Minha cama ajudará a carregar a minha preocupação’,

    14 Tu até mesmo me aterrorizaste com sonhos, E por meio de visões me assustas,

    15 De modo que a minha alma escolhe a sufocação, A morte em vez de meus ossos.

    16 Eu rejeitei [isso]; não viveria por tempo indefinido. Deixa-me, porque os meus dias são uma exalação.

    17 Que é o homem mortal, que o faças crescer,*1 E que fixes nele teu coração,

    1. Ou “faças muito [caso] dele”.

    18 E cada manhã voltes a atenção para ele, Para o provares a cada instante?

    19 Por que não deixas de atentar em mim, Nem me deixas sozinho até eu engolir a minha saliva?*1

    1. Isto é, não estar nem por um instantinho sozinho. Veja Núm 4:20 n.

    20 Se pequei, que posso conseguir contra ti, o Observador da humanidade?*1 Por que me tomaste por teu alvo, para que eu me tornasse uma carga para ti?*2

    1. “Humanidade.” Hebr.: ha·’a·dhám.

    2. “Ti”, LXX e o texto original hebr.; M: “mim”. Esta é uma das Dezoito Emendas feitas pelos soferins judaicos. Veja Ap. 2B.

    21 E por que não me perdoas a transgressão E passas por alto o meu erro? Pois agora me deitarei no pó; E certamente estarás à minha procura, mas não existirei.”