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    1 “O homem,*1 nascido de mulher, É de vida curta e está empanturrado de agitação.

    1. Ou “homem terreno”. Hebr.: ’a·dhám.

    2 Como a flor, ele brota e é cortado, E foge como a sombra e não permanece em existência.*1

    1. Lit.: “se mantém de pé”. Veja Êx 9:16 n.: “existência”.

    3 Sim, sobre este abriste teu olho, E me*1 levas a juízo contigo.

    1. “Me”, M; LXXSyVg: “o”.

    4 Quem pode, de alguém impuro, produzir alguém puro? Nem sequer um.*1

    1. Ou: “Ninguém pode.”

    5 Se os seus dias estiverem determinados, Há contigo o número dos seus meses; Fizeste para ele um decreto para que não vá além.

    6 Deixa de atentar nele para que descanse,*1 Até que ache prazer, como o trabalhador contratado no seu dia.

    1. Ou “deixe de existir”, como no v. 7.

    7 Pois até mesmo para uma árvore há esperança. Se for decepada, brotará novamente,*1 E seu próprio rebento não deixará de existir.

    1. Lit.: “ainda mudará”.

    8 Caso a sua raiz envelheça na terra E morra no pó o seu toco,

    9 Ao cheiro da água florescerá, E certamente produzirá um ramo como planta nova.

    10 Mas o varão vigoroso*1 morre e jaz prostrado; E o homem terreno*2 expira, e onde está ele?*3

    1. “Mas o varão vigoroso.” Hebr.: weghé·ver.

    2. “O homem terreno.” Hebr.: ’a·dhám.

    3. “Onde está ele?” MVg; LXXSy: “ele não existe mais”.

    11 As águas deveras desaparecem do mar, E o próprio rio se escoa e seca.

    12 O homem também*1 tem de deitar-se e não se levanta. Não acordarão até que não haja mais céu, Nem serão despertados do seu sono.*2

    1. Lit.: “E homem.” Hebr.: we’ísh.

    2. “Não acordará, nem despertará do seu sono”, Vg e mediante uma ligeira correção do M.

    13 Quem dera que me escondesses no Seol,*1 Que me mantivesses secreto até que a tua ira recuasse, Que me fixasses um limite de tempo e te lembrasses de mim!

    1. “No Seol.” Hebr.: bish·’óhl; gr.: haí·dei; sir.: ba·shiul; lat.: in·fér·no; isto é, a sepultura comum da humanidade. Veja Ap. 4B.

    14 Morrendo o varão vigoroso,*1 pode ele viver novamente? Esperarei todos os dias do meu trabalho compulsório, Até vir a minha substituição.

    1. “O varão vigoroso.” Hebr.: gé·ver.

    15 Tu chamarás e eu mesmo te responderei. Terás saudades do trabalho das tuas mãos.

    16 Porque agora estás contando até os meus passos; De nada cuidas senão do meu pecado.

    17 Minha revolta está selada numa bolsa, E passas cola sobre o meu erro.

    18 No entanto, o próprio monte, caindo, se desvanecerá, E até mesmo a rocha será mudada do seu lugar.

    19 A água certamente desgasta até mesmo as pedras; Suas enxurradas levam embora o pó da terra. Assim destruíste a própria esperança do homem mortal.*1

    1. “Homem mortal.” Hebr.: ’enóhsh.

    20 Tu o levas de vencida para sempre, de modo que ele se vai embora; Desfiguras-lhe a face, mandando-o embora.

    21 Seus filhos são honrados, mas ele não [o] sabe; E tornam-se insignificantes, mas ele não os considera.

    22 Apenas a sua própria carne, enquanto estiver nele, continuará a sentir dores, E a sua própria alma, enquanto estiver nele, continuará a prantear.”*1

    1. Ou: “Apenas a sua própria parentela (parentes carnais) continuará a penar por ele, e seus próprios escravos (almas adquiridas) continuarão a pranteá-lo.” Para contrastar “parentes carnais” com “almas adquiridas”, compare Gên 37:27 e Is 58:7 com Gên (12:5; 14:21; 36:6); Ez 27:13; Re 18:13 n.: “almas humanas”.