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    1 Depois disso, Deus lembrou-se de Noé e de todo animal selvático, e de todo animal doméstico que estava com ele na arca, e Deus fez passar um vento*1 sobre a terra e as águas começaram a baixar.

    1. Hebr.: rú·ahh; anteriormente traduzido por “força ativa; viração; espírito”.

    2 E fecharam-se os mananciais da água de profundeza*1 e as comportas*2 dos céus, e assim se conteve o aguaceiro [vindo] dos céus.

    1. Ou “abóbada de água”. Veja 7:11 n.: “profundeza”.

    2. Ou “janelas”.

    3 E as águas começaram a retirar-se de cima da terra, recuando progressivamente;*1 e ao fim de cento e cinqüenta dias, as águas tinham diminuído.

    1. “Recuando progressivamente.” Lit.: “indo e recuando”.

    4 E no sétimo mês,*1 no dia dezessete do mês, a arca veio a pousar nos montes de Ararate.

    1. “Sétimo mês.” Este correspondia ao mês abibe (ou: nisã), o primeiro mês do calendário sagrado, judaico, após o êxodo. Abibe correspondia à segunda metade de março e à primeira metade de abril. Veja Ap. 8B.

    5 E as águas continuaram a diminuir progressivamente*1 até o décimo mês.*2 No décimo mês, no primeiro do mês, apareceram os cumes dos montes.

    1. Lit.: “indo e diminuindo”.

    2. “Décimo mês.” Este correspondia ao mês tamuz, o quarto mês do calendário sagrado, judaico, após o êxodo. Tamuz correspondia à segunda metade de junho e à primeira metade de julho. Veja Ap. 8B.

    6 Deu-se então que, ao fim de quarenta dias, Noé passou a abrir a janela da arca que tinha feito.

    7 Soltou então um corvo e este continuou a voar lá fora,*1 saindo e voltando, até que as águas se secaram sobre a terra.

    1. Lit.: “continuou saindo”.

    8 Mais tarde soltou de perto de si uma pomba, para ver se as águas tinham minguado na superfície do solo.

    9 E a pomba não achou pouso para a planta do seu pé, e assim voltou a ele na arca, porque havia ainda águas sobre a superfície de toda a terra. Em vista disso, estendeu sua mão e tomou-a, e trouxe-a a si, para dentro da arca.

    10 E foi esperar mais sete dias e soltou novamente a pomba fora da arca.

    11 Mais tarde, a pomba retornou a ele por volta da hora do anoitecer, e eis que havia no seu bico uma folha de oliveira, recém-arrancada, e Noé ficou assim sabendo que as águas tinham minguado de cima da terra.

    12 E foi esperar mais sete dias. Soltou então a pomba, mas ela não voltou mais a ele.

    13 Então, no ano seiscentésimo primeiro, no primeiro mês,*1 no primeiro dia do mês, deu-se que as águas se tinham escoado de cima da terra; e Noé passou a remover a cobertura da arca e a olhar, e eis que a superfície do solo ficara drenada.

    1. “Primeiro mês.” Este correspondia ao mês etanim (ou: tisri), o sétimo mês do calendário sagrado, judaico, após o êxodo. Etanim correspondia à segunda metade de setembro e à primeira metade de outubro. Veja Ap. 8B.

    14 E no segundo mês, no dia vinte e sete do mês, a terra se tinha secado.

    15 Deus falou então a Noé, dizendo:

    16 “Sai da arca, tu e tua esposa, e teus filhos, e as esposas de teus filhos contigo.

    17 Leva para fora contigo toda criatura vivente que está contigo, de toda sorte de carne dentre as criaturas voadoras, e dentre os animais, e dentre todos os animais moventes que se movem sobre a terra, visto que têm de pulular na terra, e ser fecundos, e tornar-se muitos na terra.”

    18 Em vista disso, Noé saiu, e com ele também seus filhos, e sua esposa, e as esposas de seus filhos.

    19 Toda criatura vivente, todo animal movente e toda criatura voadora, tudo o que se movia na terra, saíram da arca segundo as suas famílias.

    20 E Noé começou a construir um altar a Jeová e a tomar alguns de todos os animais limpos, e de todas as criaturas voadoras limpas, e a fazer ofertas queimadas sobre o altar.

    21 E Jeová começou a sentir um cheiro repousante,*1 e Jeová disse então no seu coração: “Nunca mais invocarei o mal sobre o solo por causa do homem, porque a inclinação do coração do homem é má desde a sua mocidade; e nunca mais golpearei toda coisa vivente assim como tenho feito.

    1. Ou “calmante; tranqüilizante”.

    22 Pois, por todos os dias que a terra continuar*1 nunca cessarão sementeira e colheita, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite.”

    1. Lit.: “todos os dias da terra”.