Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Mateus, 25

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    1 “O reino dos céus se tornará então semelhante a dez virgens que tomaram as suas lâmpadas e saíram ao encontro do noivo.

    2 Cinco delas foram tolas e cinco foram discretas.

    3 Pois as tolas tomaram as suas lâmpadas, mas não levaram óleo,

    4 ao passo que as discretas levaram óleo nos seus recipientes, junto com as suas lâmpadas.

    5 Demorando o noivo, todas elas cochilaram e adormeceram.

    6 Logo no meio da noite levantou-se um grito: ‘Aqui está o noivo! Ide ao encontro dele.’

    7 Todas aquelas virgens levantaram-se então e puseram as suas lâmpadas em ordem.

    8 As tolas disseram às discretas: ‘Dai-nos do vosso óleo, porque as nossas lâmpadas estão prestes a apagar-se.’

    9 As discretas responderam com as palavras: ‘Talvez não haja suficiente para nós e para vós. Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o para vós.’

    10 Enquanto foram comprá-lo, chegou o noivo, e as virgens que estavam prontas entraram com ele para a festa de casamento; e a porta foi fechada.

    11 Depois veio também o resto das virgens, dizendo: ‘Senhor, senhor, abre para nós!’

    12 Ele disse, em resposta: ‘Eu vos digo a verdade: não vos conheço.’

    13 “Portanto, mantende-vos vigilantes, porque não sabeis nem o dia nem a hora.

    14 “Pois é assim como quando um homem, prestes a viajar para fora, convocou escravos seus e confiou-lhes os seus bens.

    15 E a um deles deu cinco talentos,*1 a outro dois, e a ainda outro um, a cada um segundo a sua própria capacidade, e viajou para fora.

    1. Um talento gr. pesava 20,4 kg. Veja Ap. 8A.

    16 Aquele que recebera cinco talentos foi imediatamente e negociou com eles, e ganhou outros cinco.

    17 Do mesmo modo, aquele que recebera dois ganhou mais dois.

    18 Mas aquele que recebera apenas um foi e cavou no chão, e escondeu o dinheiro de prata de seu amo.

    19 “Depois de muito tempo voltou o amo daqueles escravos e ajustou contas com eles.

    20 Apresentou-se então o que recebera cinco talentos*1 e trouxe cinco talentos adicionais, dizendo: ‘Amo, confiaste-me cinco talentos; eis que ganhei mais cinco talentos.’

    1. Veja v. 15 n.

    21 Seu amo disse-lhe: ‘Muito bem, escravo bom e fiel! Foste fiel em poucas coisas. Designar-te-ei sobre muitas coisas. Entra na alegria do teu amo.’

    22 A seguir, apresentou-se aquele que recebera dois talentos e disse: ‘Amo, confiaste-me dois talentos; eis que ganhei mais dois talentos.’

    23 Seu amo disse-lhe: ‘Muito bem, escravo bom e fiel! Foste fiel em poucas coisas. Designar-te-ei sobre muitas coisas. Entra na alegria do teu amo.’

    24 “Por fim, apresentou-se aquele que recebera um talento e disse: ‘Amo, eu sabia que és homem exigente,*1 ceifando onde não semeaste e ajuntando onde não joeiraste.

    1. Ou “duro”.

    25 Por isso fiquei com medo, e fui e escondi no chão o teu talento. Aqui tens o que é teu.’

    26 Em resposta, seu amo disse-lhe: ‘Escravo iníquo e indolente,*1 sabias, não é verdade, que ceifo onde não semeei e ajunto onde não joeirei?

    1. Ou “tímido; hesitante”.

    27 Pois bem, devias ter depositado meu dinheiro de prata junto aos banqueiros, e, na minha chegada, eu estaria recebendo o meu com juros.

    28 “‘Portanto, tirai-lhe o talento*1 e dai-o àquele que tem dez talentos.

    1. Veja v. 15 n.

    29 Pois a todo aquele que tem, mais será dado, e ele terá abundância; mas, quanto àquele que não tem, até mesmo o que tem lhe será tirado.

    30 E lançai o escravo imprestável na escuridão lá fora. Ali é onde haverá o [seu] choro e o ranger*1 de [seus] dentes.’

    1. Ou “rilhar; cerrar”.

    31 “Quando o Filho do homem chegar na sua glória, e com ele todos os anjos, então se assentará no seu trono glorioso.

    32 E diante dele serão ajuntadas todas as nações, e ele separará uns dos outros assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos.

    33 E porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos*1 à sua esquerda.

    1. Lit.: “cabritinhos”.

    34 “O rei dirá então aos à sua direita: ‘Vinde, vós os que tendes sido abençoados por meu Pai, herdai o reino preparado para vós desde a fundação*1 do mundo.

    1. Lit.: “o lançamento para baixo [de semente]”. Gr.: ka·ta·bo·lés.

    35 Pois fiquei com fome, e vós me destes algo para comer; fiquei com sede, e vós me destes algo para beber. Eu era estranho, e vós me recebestes hospitaleiramente;

    36 [estava] nu,*1 e vós me vestistes. Fiquei doente, e vós cuidastes de mim. Eu estava na prisão, e vós me visitastes.’

    1. Ou “insuficientemente vestido”. Gr.: gy·mnós, significando “pouco vestido; só de roupa de baixo”, não necessariamente nu ou despido.

    37 Então, os justos lhe responderão com as palavras: ‘Senhor, quando te vimos com fome, e te alimentamos, ou com sede, e te demos algo para beber?

    38 Quando te vimos como estranho, e te recebemos hospitaleiramente, ou nu, e te vestimos?

    39 Quando te vimos doente, ou na prisão, e te fomos visitar?’

    40 E o rei lhes dirá, em resposta: ‘Deveras, eu vos digo: Ao ponto que o fizestes a um dos mínimos destes meus irmãos, a mim o fizestes.’

    41 “Então dirá, por sua vez, aos à sua esquerda: ‘Afastai-vos de mim, vós os que tendes sido amaldiçoados, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos.

    42 Pois fiquei com fome, mas vós não me destes nada para comer, e fiquei com sede, mas vós não me destes nada para beber.

    43 Eu era estranho, mas vós não me recebestes hospitaleiramente; [estava] nu, mas vós não me vestistes; doente e na prisão, mas vós não cuidastes de mim.’

    44 Então responderão também estes com as palavras: ‘Senhor, quando te vimos com fome, ou com sede, ou estranho, ou nu, ou doente, ou na prisão, e não te ministramos?’

    45 Então lhes responderá com as palavras: ‘Deveras, eu vos digo: Ao ponto que não o fizestes a um destes mínimos, a mim não o fizestes.’

    46 E estes partirão para o decepamento*1 eterno, mas os justos, para a vida eterna.”

    1. Ou “truncamento; poda”. Gr.: kó·la·sin. Veja 1Jo 4:18 n.