Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Mateus, 8

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    1 Tendo ele descido do monte, seguiam-no grandes multidões.

    2 E eis que veio um leproso e começou a prestar-lhe homenagem, dizendo: “Senhor, se apenas quiseres, podes tornar-me limpo.”

    3 E assim, estendendo a [sua] mão, tocou nele, dizendo: “Eu quero. Torna-te limpo.” E ele ficou imediatamente limpo da lepra.

    4 Jesus disse-lhe então: “Cuida de que não digas nada a ninguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote e oferece a dádiva designada por Moisés, como testemunho para eles.”

    5 Quando entrou em Cafarnaum, veio a ele um oficial do exército,*1 suplicando-lhe

    1. Ou “centurião”, isto é, o comandante de 100 soldados. Lat.: cen·tú·ri·o.

    6 e dizendo: “Senhor, meu servo está de cama em casa, com paralisia, sendo terrivelmente atormentado.”

    7 Disse-lhe ele: “Quando eu chegar lá, irei curá-lo.”

    8 O oficial do exército disse, em resposta: “Senhor, eu não sou homem apto para entrares debaixo do meu teto, mas, dize apenas a palavra e meu servo estará curado.

    9 Pois eu também sou homem sujeito à autoridade, tendo soldados sob as minhas ordens, e digo a este: ‘Vai!’ e ele vai, e a outro: ‘Vem!’ e ele vem, e ao meu escravo: ‘Faze isto!’ e ele o faz.”

    10 Ouvindo isso, Jesus ficou pasmado e disse aos que o seguiam: “Em verdade vos digo: Em ninguém em Israel tenho encontrado tamanha fé.

    11 Mas, eu vos digo que muitos virão das regiões orientais e das regiões ocidentais e se recostarão à mesa junto com Abraão, Isaque e Jacó, no reino dos céus;

    12 ao passo que os filhos do reino serão lançados na escuridão lá fora. Ali é que haverá o [seu] choro e o ranger*1 de [seus] dentes.”

    1. Ou “rilhar; cerrar”.

    13 Jesus disse então ao oficial do exército: “Vai. Assim como tem sido a tua fé, assim aconteça para ti.” E o servo sarou naquela hora.

    14 E Jesus, entrando na casa de Pedro, viu a sogra deste acamada e atacada de febre.

    15 De modo que tocou na mão dela e a febre a abandonou, e ela se levantou e começou a ministrar-lhe.

    16 Mas, depois do anoitecer,*1 trouxeram-lhe muitas pessoas possessas de demônios; e ele expulsou os espíritos com uma palavra e curou a todos os que passavam mal;

    1. Isto é, depois do sábado. Veja Mr 1:21-32; Lu 4:31-40.

    17 para que se cumprisse o que fora falado por intermédio de Isaías, o profeta, dizendo: “Ele mesmo tomou as nossas doenças e levou as nossas moléstias.”

    18 Quando Jesus viu uma multidão em volta de si, deu ordem para que partissem para a outra margem.

    19 E certo escriba aproximou-se e disse-lhe: “Instrutor, eu te seguirei para onde quer que fores.”

    20 Mas Jesus disse-lhe: “As raposas têm covis e as aves do céu têm poleiros, mas o Filho do homem não tem onde deitar a cabeça.”

    21 Outro dos discípulos disse-lhe então: “Senhor, permite-me primeiro ir e enterrar meu pai.”

    22 Jesus disse-lhe: “Persiste em seguir-me e deixa que os mortos enterrem seus mortos.”

    23 E, tendo entrado num barco, seguiram-no seus discípulos.

    24 Ora, eis que se levantou uma grande agitação no mar, de modo que o barco estava sendo coberto pelas ondas; ele, porém, estava dormindo.

    25 E eles vieram e o acordaram, dizendo: “Senhor, salva-nos, pois estamos prestes a perecer!”

    26 Mas ele lhes disse: “Por que sois medrosos, vós os de pouca fé?” Levantando-se, então, censurou os ventos e o mar, e deu-se uma grande calmaria.

    27 Os homens ficaram por isso pasmados e disseram: “Que sorte de pessoa é este, que até mesmo os ventos e o mar lhe obedecem?”

    28 Quando chegou à outra margem, ao país dos gadarenos,*1 vieram-lhe ao encontro dois homens possessos de demônios, saindo dentre*2 os túmulos memoriais, extremamente ferozes, de modo que ninguém tinha a coragem de passar por aquela estrada.

    1. “Ao país dos gerasenos”, em Mr 5:1; Lu 8:26.

    2. Ou “saindo dos”.

    29 E eis que bradavam, dizendo: “Que temos nós contigo,*1 Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo designado?”

    1. “Que temos nós contigo?” Esta é uma expressão idiomática; é uma pergunta de repulsa, indicando objeção. Veja Ap. 7B.

    30 Ora, bastante longe dali havia uma manada de muitos porcos pastando.

    31 Os demônios começaram assim a suplicar-lhe, dizendo: “Se nos expulsares, envia-nos para a manada de porcos.”

    32 Concordemente, ele lhes disse: “Ide!” Eles saíram e passaram para os porcos; e eis que toda a manada se precipitou despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e morreu nas águas.

    33 Mas os porqueiros fugiram, e, entrando na cidade, relataram tudo, inclusive o caso dos homens possessos de demônios.

    34 E eis que toda a cidade saiu e veio ao encontro de Jesus; e, tendo-o visto, instaram muito com ele para que saísse dos seus distritos.