Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Provérbios, 27

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    1 Não te jactes do dia seguinte, pois não sabes o que o dia dará à luz.

    2 Louve-te o estranho e não a tua própria boca; faça-o o estrangeiro e não os teus próprios lábios.

    3 O peso de uma pedra e uma carga de areia — mas o vexame por parte de um tolo é mais pesado do que ambos.

    4 Há a crueldade do furor, também a enchente da ira, mas quem pode manter-se de pé diante do ciúme?

    5 Melhor a repreensão revelada do que o amor escondido.

    6 Fiéis são os ferimentos infligidos por alguém que ama,*1 mas os beijos de quem odeia são coisas a serem suplicadas.*2

    1. Ou “amigo”. Hebr.: ’oh·hév.

    2. Ou “são excessivos”. Mediante uma correção no M: “são corruptos”.

    7 A alma saciada calcará o favo de mel, mas para a alma faminta, toda coisa amarga é doce.

    8 Como o pássaro fugindo do seu ninho é o homem que foge do seu lugar.

    9 Óleo e incenso são os que alegram o coração, também a doçura do companheiro que se tem, devido ao conselho da alma.

    10 Não abandones o teu próprio companheiro ou o companheiro de teu pai, e não entres na casa de teu próprio irmão no dia do teu desastre. Melhor o vizinho que está perto do que um irmão que está longe.

    11 Sê sábio, filho meu, e alegra meu coração, para que eu possa replicar àquele que me escarnece.

    12 O argucioso que viu a calamidade foi esconder-se; os inexperientes que passaram adiante sofreram a penalidade.

    13 Toma a veste da pessoa, caso a pessoa tenha prestado fiança por um estranho; e no caso duma mulher estrangeira, toma dele um penhor.

    14 Aquele que de manhã cedo bendiz o seu próximo com voz alta, dele será isso contado como invocação do mal.

    15 A goteira do telhado, que afugenta no dia de chuva contínua, e a esposa contenciosa são comparáveis.

    16 Quem a abriga, abriga o vento, e o que a sua direita encontra é óleo.*1

    1. Ou “e o óleo na sua mão direita clama (trai-se)”.

    17 O ferro se aguça com o próprio ferro. Assim um homem*1 aguça a face de outro.*2

    1. “Assim um homem.” Hebr.: we’ísh.

    2. Este v. poderá rezar assim mediante ligeiras mudanças dos sinais vocálicos do M, para concordar com TLXXSyVg.

    18 Quem resguarda a figueira é quem comerá do seu fruto, e aquele que guarda seu amo*1 será honrado.

    1. “Seu amo.” Hebr.: ’adho·náv, pl. de ’a·dhóhn, para denotar excelência.

    19 Assim como na água face corresponde à face, assim o coração de homem*1 [corresponde] ao do homem.

    1. Lit.: “assim o coração do homem terreno”. Hebr.: ken lev-ha·’a·dhám.

    20 O próprio Seol e [o lugar de] destruição*1 não se fartam; nem se saciam os olhos do homem.

    1. “E [o lugar de] destruição.” Hebr.: wa·’avad·dóh, “Abadon”. Veja Jó 26:6 n.

    21 O cadinho de refinação é para a prata e o forno de fundição é para o ouro; e a pessoa é segundo o seu louvor.

    22 Ainda que triturasses o tolo com o pilão no almofariz, no meio de grãos pilados, não se afastaria dele a sua tolice.

    23 Devias conhecer positivamente a aparência do teu rebanho. Fixa teu coração nas tuas greis;

    24 porque o tesouro não ficará por tempo indefinido, nem o diadema por todas as gerações.

    25 Desapareceu o capim verde e apareceu a relva nova, e ajuntou-se a vegetação dos montes.

    26 Os carneirinhos são para a tua vestimenta e os cabritos são o preço do campo.

    27 E há suficiência de leite de cabra para teu alimento, para alimento dos da tua casa, e os meios de vida para as tuas moças.