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    1 Alguém de poucos meios que está andando na sua integridade é melhor do que o pervertido nos seus lábios*1 e o estúpido.

    1. “Lábios”, MVg; TSy e cerca de 50 mss. hebr.: “caminhos”.

    2 Também, não é bom que a alma esteja sem conhecimento, e quem se precipita com os seus pés está pecando.*1

    1. Ou “errando o alvo”. Veja Ro 3:23.

    3 É a tolice do homem terreno que deturpa seu caminho, e por isso seu coração fica furioso com o próprio Jeová.

    4 A abastança é a que acrescenta muitos companheiros, mas quem é de condição humilde é separado até mesmo do seu companheiro.

    5 A testemunha falsa não ficará impune, e aquele que profere mentiras não escapará.

    6 Muitos são os que abrandam a face de um nobre, e todo o mundo é companheiro do homem que distribui dádivas.

    7 Os irmãos daquele de poucos meios odiaram-no todos. Quanto mais longe se mantiveram dele os seus amigos pessoais! Ele se empenha em dizer coisas; eles não.

    8 Quem adquire coração*1 ama a sua própria alma. Quem guarda o discernimento vai achar o bem.

    1. Ou: “Quem adquire boa motivação.” Hebr.: qo·neh-lév.

    9 A testemunha falsa não ficará impune, e quem profere mentiras perecerá.

    10 O luxo não é apropriado para alguém estúpido. Quanto menos para um servo governar sobre príncipes!

    11 A perspicácia do homem*1 certamente torna mais vagarosa a sua ira, e é beleza da sua parte passar por alto a transgressão.

    1. Ou: “A perspicácia dum homem terreno.” Hebr.: sé·khel ’a·dhám.

    12 A fúria do rei é um rugido igual ao dum leão novo jubado, mas a sua boa vontade é igual ao orvalho sobre a vegetação.

    13 O filho estúpido significa adversidades para seu pai e as contendas duma esposa são como a goteira do telhado, que afugenta.

    14 A herança da parte dos pais é uma casa e abastança, mas a esposa discreta é da parte de Jeová.

    15 A preguiça causa profundo sono e a alma indolente passa fome.

    16 Quem guarda o mandamento guarda a sua alma; quem despreza os seus caminhos será morto.

    17 Aquele que mostra favor ao de condição humilde está emprestando a Jeová, e Ele lhe retribuirá o seu tratamento.

    18 Castiga teu filho enquanto há esperança; e não eleves [o desejo da] tua alma a que seja morto.

    19 Quem é de grande furor arcará com a multa; porque, se tu [o] livrasses, também continuarias a fazê-lo vez após vez.

    20 Escuta o conselho e aceita a disciplina, para que te tornes sábio no teu futuro.

    21 Muitos são os planos no coração do homem,*1 mas é o conselho de Jeová que ficará de pé.

    1. “No coração do homem.” Hebr.: belev-’ísh.

    22 A coisa desejável no homem terreno*1 é a sua benevolência; e alguém de poucos meios é melhor do que um homem mentiroso.

    1. “A coisa desejável no homem terreno.” Hebr.: ta·’awáth ’a·dhám.

    23 O temor de Jeová tende para a vida, e passa-se a noite saciado; não se será visitado com o que é mau.

    24 O preguiçoso encobriu a sua mão no tacho de banquete; não a pode nem trazer de volta à sua própria boca.

    25 Deves golpear ao zombador, para que o inexperiente se torne argucioso; e deve-se repreender ao entendido, para que discirna o conhecimento.

    26 Aquele que maltrata o pai [e] que põe em fuga a mãe é filho que age de modo vergonhoso e ignominioso.

    27 Filho meu, deixa de escutar a disciplina [e significará] extraviar-se das declarações do conhecimento.

    28 A testemunha imprestável*1 caçoa da justiça, e a própria boca dos iníquos engole o que é prejudicial.

    1. Lit.: “A testemunha de belial.” Hebr.: ‛edh beli·yá·‛al.

    29 Os julgamentos foram firmemente estabelecidos para os zombadores, e os golpes para as costas dos estúpidos.