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    1 Quem ama a disciplina ama o conhecimento, mas quem odeia a repreensão é irracional.

    2 O bom obtém a aprovação de Jeová, mas ao homem*1 de idéias [iníquas] ele pronuncia iníquo.

    1. “Mas ao homem de.” Hebr.: we’ísh.

    3 Nenhum homem*1 será firmemente estabelecido pela iniqüidade; mas, quanto à raiz dos justos, não será abalada.

    1. Ou “homem terreno”. Hebr.: ’a·dhám.

    4 A esposa capaz é uma coroa para o seu dono, mas aquela que age vergonhosamente é como podridão nos seus ossos.

    5 Os pensamentos dos justos são juízo; a diretriz dos iníquos é engano.

    6 As palavras dos iníquos são uma emboscada*1 ao sangue, mas a boca dos retos é o que os livrará.

    1. “Uma emboscada.” No hebr., isto é um verbo no infinitivo construto.

    7 Há um subvertimento*1 dos iníquos e eles não são mais, mas a própria casa dos justos permanecerá de pé.

    1. “Há um subvertimento.” No hebr., isto é um verbo no infinitivo absoluto, indefinido quanto ao tempo e impessoal.

    8 O homem será louvado pela sua boca de discrição, mas o de coração pervertido ficará para desprezo.

    9 Melhor é o pouco estimado, mas que tem um servo, do que aquele que se glorifica, mas que carece de pão.

    10 O justo importa-se com a alma do seu animal doméstico, mas as misericórdias dos iníquos são cruéis.

    11 Quem cultiva o seu solo é o que se fartará de pão, mas aquele que se empenha por coisas sem valor é falto de coração.*1

    1. Ou “falto de boa motivação”. Hebr.: hhasar-lév.

    12 O iníquo desejou a caça enredada de homens maus; mas, quanto à raiz dos justos, ela rende.

    13 O mau é enlaçado pela transgressão dos lábios, mas o justo se livra da aflição.

    14 Dos frutos da boca do homem*1 ele se farta com o que é bom, e o próprio ato das mãos do homem*2 retornará a ele.

    1. Lit.: “boca dum homem”. Hebr.: fi-’ísh.

    2. Lit.: “mãos dum homem”. Hebr.: yedheh-’a·dhám.

    15 O caminho do tolo é direito aos seus próprios olhos, mas quem escuta conselho é sábio.

    16 É o tolo que dá a conhecer seu vexame no [mesmo] dia, mas o argucioso encobre a desonra.

    17 Quem exprime fidelidade conta o que é justo, a testemunha falsa, porém, engano.

    18 Existe aquele que fala irrefletidamente como que com as estocadas duma espada, mas a língua dos sábios é uma cura.

    19 É o lábio da verdade que será firmemente estabelecido para todo o sempre, mas a língua de falsidade só existirá por um instante.*1

    1. Lit.: “só existirá enquanto eu estiver inclinado a dar descanso [ou: a piscar]”.

    20 Há fraude no coração dos que projetam maldade, mas os que aconselham a paz têm alegria.

    21 Nada prejudicial acontecerá ao justo, mas os iníquos são os que certamente ficarão cheios de calamidade.

    22 Lábios falsos são algo detestável para Jeová, mas os que agem em fidelidade são um prazer para ele.

    23 O homem*1 argucioso encobre o conhecimento, mas o coração dos estúpidos é o que proclama tolice.

    1. “Homem.” Hebr.: ’a·dhám.

    24 A mão dos diligentes é a que governará, mas a mão indolente virá a ser para trabalho forçado.

    25 A ansiedade no coração do homem*1 é o que o fará curvar-se, mas a boa palavra é o que o alegra.

    1. “Homem.” Hebr.: ’ish.

    26 O justo espia o seu próprio pasto, mas o próprio caminho dos iníquos os faz vaguear.

    27 A indolência não espantará os animais de caça para a pessoa, mas o diligente é a abastança preciosa do homem.*1

    1. “Do homem.” Hebr.: ’a·dhám.

    28 Na vereda da justiça há vida, e a jornada na sua senda não significa morte.