Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Atos, 17

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    1 Viajaram então através de Anfípolis e Apolônia, e vieram a Tessalônica, onde havia uma sinagoga dos judeus.

    2 Assim, segundo o costume de Paulo, ele entrou, indo ter com eles, e por três sábados raciocinou com eles à base das Escrituras,

    3 explicando e provando com referências que era necessário que o Cristo sofresse e fosse levantado dentre os mortos, e [dizendo]: “Este é o Cristo, este Jesus, que eu vos publico.”

    4 Em resultado, alguns deles tornaram-se crentes e associaram-se com Paulo e Silas, e assim fizeram também uma grande multidão dos gregos que adoravam [a Deus] e não poucas das mulheres de destaque.

    5 Mas os judeus, ficando com ciúme, acolheram na sua companhia certos homens iníquos dos vadios da feira e formaram uma turba, e passaram a lançar a cidade num alvoroço. E eles assaltaram a casa de Jasão e buscavam trazê-los para fora à ralé.

    6 Quando não os acharam, arrastaram Jasão e certos irmãos perante os governantes da cidade,*1 clamando: “Estes homens que têm subvertido a terra habitada estão também presentes aqui,

    1. Lit.: “poliarcas”. Gr.: po·li·tár·khas, governadores dos cidadãos.

    7 e Jasão recebeu-os com hospitalidade. E todos estes [homens] agem em oposição aos decretos de César,*1 dizendo que há outro rei, Jesus.”

    1. Ou “do imperador”. Gr.: Kaí·sa·ros.

    8 Agitaram deveras a multidão e os governantes da cidade, quando ouviram estas coisas;

    9 e, só depois de receberem suficiente fiança*1 de Jasão e dos outros, deixaram-nos ir.

    1. “Suficiente fiança.” Lat.: sá·tis, “bastante”.

    10 Os irmãos enviaram imediatamente tanto Paulo como Silas, de noite, para Beréia, e estes, ao chegarem, entraram na sinagoga dos judeus.

    11 Ora, estes últimos eram de mentalidade mais nobre do que os de Tessalônica, pois recebiam a palavra com o maior anelo mental, examinando cuidadosamente as Escrituras, cada dia, quanto a se estas coisas eram assim.

    12 Portanto, muitos deles tornaram-se crentes, e assim também não poucas das mulheres gregas bem conceituadas e dos homens.

    13 Mas, quando os judeus de Tessalônica souberam que a palavra de Deus estava sendo publicada por Paulo também em Beréia, foram também para lá incitar e agitar as massas.

    14 Então, os irmãos mandaram Paulo imediatamente embora, para ir até o mar; mas tanto Silas como Timóteo permaneceram ali.

    15 No entanto, os que acompanhavam Paulo levaram-no até Atenas, e, depois de receberem mandado para que Silas e Timóteo viessem ter com ele o mais depressa possível, partiram.

    16 Ora, enquanto Paulo esperava por eles em Atenas, seu espírito, no seu íntimo, ficou irritado ao observar que a cidade estava cheia de ídolos.

    17 Conseqüentemente, começou a raciocinar na sinagoga com os judeus e com as outras pessoas que adoravam [a Deus], e cada dia, na feira, com os que por acaso estivessem ali.

    18 Mas, certos dos filósofos epicureus bem como dos estóicos passaram a conversar com ele polemicamente, e alguns diziam: “O que é que este paroleiro*1 quer contar?” Outros: “Ele parece ser publicador de deidades*2 estrangeiras.” Isto se deu porque ele declarava as boas novas de Jesus e a ressurreição.

    1. Lit.: “apanhador de sementes”.

    2. Lit.: “demônios”. Gr.: dai·mo·ní·on.

    19 Assim, agarraram-no e conduziram-no ao Areópago,*1 dizendo: “Podemos saber qual é este novo ensino de que falas?

    1. Ou “Colina de Ares; Colina de Marte”. Gr.: Á·rei·on Pá·gon; lat.: A·ri·ó·pa·gum.

    20 Porque estás introduzindo algumas coisas que são estranhas aos nossos ouvidos. Portanto, desejamos saber o que denotam estas coisas.”

    21 De fato, todos os atenienses e os estrangeiros residentes temporariamente ali gastavam seu tempo de folga em nada mais do que em contar algo ou escutar algo novo.

    22 Paulo, pois, estando em pé no meio do Areópago, disse: “Homens de Atenas, eu observei que em todas as coisas pareceis mais dados ao temor das deidades*1 do que os outros.

    1. “Mais dados ao temor das deidades.” Lit.: “ter mais pavor dos demônios”. Gr.: dei·si·dai·mo·ne·sté·rous; lat.: su·per·sti·ti·o·si·ó·res. Os demônios eram considerados pelos gregos como deidades, boas ou más. Veja 25:19 n.

    23 Por exemplo, passeando e observando cuidadosamente os vossos objetos de veneração, encontrei também um altar em que tinha sido escrito: ‘A um Deus Desconhecido.’ Portanto, aquilo a que sem o saber dais devoção piedosa, isso é o que eu vos publico.

    24 O Deus que fez o mundo e todas as coisas nele, sendo, como Este é, Senhor do céu e da terra, não mora em templos*1 feitos por mãos,

    1. Ou “habitações (moradas) divinas”. Gr.: na·oís; J17,22(hebr.): beheh·kha·lóhth, “em palácios (templos)”.

    25 nem é assistido por mãos humanas, como se necessitasse de alguma coisa, porque ele mesmo dá a todos vida, e fôlego, e todas as coisas.

    26 E ele fez de um só [homem] toda nação dos homens, para morarem sobre a superfície inteira da terra, e decretou os tempos designados e os limites fixos da morada dos [homens],

    27 para buscarem a Deus, se tateassem por ele e realmente o achassem, embora, de fato, não esteja longe de cada um de nós.

    28 Pois, por meio dele*1 temos vida, e nos movemos, e existimos, assim como disseram certos*2 dos poetas entre vós: ‘Pois nós também somos progênie dele.’

    1. Ou “nele”.

    2. “Certos”, a saber, Arato e Cleanto. Paulo cita Os Fenômenos, de Arato, e o Hino a Zeus, de Cleanto.

    29 “Visto, pois, que somos progênie de Deus, não devemos imaginar que o Ser Divino*1 seja semelhante a ouro, ou prata, ou pedra, semelhante a algo esculpido pela arte e inventividade do homem.

    1. “Ser Divino.” Gr.: Theí·on, relacionado com The·ós, “Deus”; lat.: Di·ví·num.

    30 É verdade que Deus não tem tomado em conta os tempos de tal ignorância, no entanto, agora ele está dizendo à humanidade que todos, em toda a parte, se arrependam.

    31 Porque ele fixou um dia em que se propôs julgar em justiça a terra habitada,*1 por meio dum homem a quem designou, e ele tem fornecido garantia*2 a todos os homens, visto que o ressuscitou dentre os mortos.”

    1. “Terra habitada.” Lit.: “habitada”. Gr.: oi·kou·mé·nen, fem. sing., referindo-se à terra; lat.: ór·bem, “círculo”, isto é, da terra. Veja Is 13:11 n.: “produtivo”.

    2. Ou “fé”.

    32 Pois bem, quando ouviram [falar] duma ressurreição dos mortos, alguns começaram a mofar, enquanto outros diziam: “Nós te ouviremos sobre isso ainda outra vez.”

    33 Paulo saiu, assim, do meio deles,

    34 mas alguns homens juntaram-se a ele e se tornaram crentes, entre os quais havia também Dionísio, juiz do tribunal do Areópago,*1 e uma mulher de nome Dâmaris, e outros além deles.

    1. Ou “Dionísio, areopagita”.