Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Lucas, 7

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    1 Tendo completado todas as suas declarações aos ouvidos do povo, entrou em Cafarnaum.

    2 Ora, o escravo de certo oficial do exército,*1 estimado por este, estava adoentado e quase à morte.

    1. Ou “centurião”. Lat.: cen·tu·ri·ó·nis. O centurião era comandante de 100 soldados.

    3 Quando ele ouviu [falar] de Jesus, enviou-lhe anciãos dos judeus para lhe pedirem que viesse e fizesse seu escravo passar [por isso] a salvo.

    4 Os que se chegaram a Jesus começaram então a suplicar-lhe seriamente,*1 dizendo: “Ele é digno de lhe concederes isso,

    1. Ou “com pressa”.

    5 porque ama a nossa nação e ele mesmo construiu para nós a sinagoga.”

    6 Jesus ia, pois, com eles. Mas, quando já não estava longe da casa, o oficial do exército já lhe enviara amigos para dizer-lhe: “Senhor, não te incomodes, pois não sou apto para que entres debaixo do meu teto.

    7 Por esta razão não me considerei digno de ir a ti. Mas, dize a palavra, e seja sarado meu servo.

    8 Pois eu também sou homem sujeito à autoridade, tendo soldados sob as minhas ordens, e digo a este: ‘Vai!’ e ele vai, e a outro: ‘Vem!’ e ele vem, e ao meu escravo: ‘Faze isto!’ e ele o faz.”

    9 Pois bem, quando Jesus ouviu estas coisas, maravilhou-se dele, e, voltando-se para a multidão que o seguia, disse: “Eu vos digo: Nem mesmo em Israel tenho encontrado tamanha fé.”

    10 E os que tinham sido enviados, voltando para a casa, encontraram o escravo de boa saúde.

    11 Logo depois disso,*1 ele viajou para uma cidade chamada Naim, e seus discípulos e uma grande multidão viajavam com ele.

    1. “Logo depois disso”, P75אcAB; א°CD: “No dia seguinte.”

    12 Ao se aproximar do portão da cidade, ora, eis que um morto estava sendo carregado para fora, o filho unigênito*1 de sua mãe. Além disso, ela era viúva. Acompanhava-a também uma multidão considerável da cidade.

    1. Ou “único”. Gr.: mo·no·ge·nés. Veja 8:42 n.

    13 E, avistando-a o Senhor,*1 teve pena dela e disse-lhe: “Pára de chorar.”

    1. Ou “Amo”.

    14 Com isso se aproximou e tocou no esquife, e os portadores ficaram parados, e ele disse: “Jovem, eu te digo: Levanta-te!”*1

    1. Ou: “Desperta!”

    15 E o morto sentou-se e principiou a falar, e ele o entregou à sua mãe.

    16 Todos foram então tomados de temor e começaram a glorificar a Deus, dizendo: “Um grande profeta tem sido levantado em nosso meio”, e: “Deus voltou a sua atenção para seu povo.”

    17 E esta notícia a respeito dele espalhou-se em toda a Judéia e em toda a região circunvizinha.

    18 Ora, os discípulos de João relataram-lhe todas estas coisas.

    19 De modo que João convocou a certos dois dos seus discípulos e os enviou ao Senhor*1 para dizer: “És tu Aquele Que Vem, ou devemos esperar alguém diferente?”*2

    1. Ou “Amo”.

    2. “Alguém diferente”, אB; AD: “outro”.

    20 Quando se chegaram a ele, os homens disseram: “João Batista nos mandou a ti para dizer: ‘És tu Aquele Que Vem, ou devemos esperar outro?’”*1

    1. “Outro”, P75AB; אD: “alguém diferente”.

    21 Naquela hora, ele curava a muitos de doenças e de moléstias penosas, e de espíritos iníquos, e concedia a muitos cegos o favor de verem.

    22 Por isso, ele disse em resposta aos [dois]: “Ide e relatai a João o que vistes e ouvistes: os cegos estão recebendo visão, os coxos estão andando, os leprosos estão sendo purificados e os surdos estão ouvindo, os mortos estão sendo levantados, os pobres são informados das boas novas.

    23 E feliz é aquele que não tropeçou por [causa de] mim.”

    24 Tendo partido os mensageiros de João, principiou a dizer às multidões a respeito de João: “O que fostes observar no ermo? Uma cana jogada pelo vento?

    25 O que, pois, fostes ver lá fora? Um homem vestido de macia roupagem exterior? Ora, os que vestem traje esplêndido e vivem em luxo estão nas casas reais.

    26 Realmente, então, o que fostes ver lá fora? Um profeta? Sim, eu vos digo, e muito mais do que um profeta.

    27 Este é aquele a respeito de quem se escreveu: ‘Eis que eu envio o meu mensageiro diante da tua face, o qual preparará o teu caminho adiante de ti!’

    28 Eu vos digo: Entre os nascidos de mulheres não há ninguém maior do que João; mas aquele que é menor no reino de Deus é maior do que ele.”

    29 (E ouvindo *1 todo o povo e os cobradores de impostos, declararam que Deus é justo, tendo eles sido batizados com o batismo*2 de João.

    1. Ou “ouvindo[-o]”.

    2. Ou “imersão; submersão (mergulho)”. Gr.: bá·pti·sma.

    30 Mas os fariseus e os versados na Lei desconsideravam o conselho de Deus para eles, não tendo sido batizados por ele.)

    31 “Com quem, portanto, compararei os homens desta geração, e a quem se assemelham?

    32 São semelhantes às criancinhas sentadas nas feiras, gritando umas para as outras e dizendo: ‘Nós tocamos flauta para vós, mas não dançastes; lamuriamos, mas não chorastes.’

    33 Correspondentemente, João Batista veio nem comendo pão nem bebendo vinho, mas vós dizeis: ‘Ele tem demônio.’

    34 O Filho do homem veio comendo e bebendo, mas vós dizeis: ‘Eis um homem comilão e dado a beber vinho, amigo de cobradores de impostos e de pecadores!’

    35 Não obstante, a sabedoria é provada justa por todos os seus filhos.”

    36 Ora, certo fariseu pedia-lhe que jantasse com ele. Concordemente, entrou na casa do fariseu e recostou-se à mesa.

    37 E eis que uma mulher, conhecida na cidade como pecadora, soube que ele estava recostado numa refeição na casa do fariseu e trouxe um vaso de alabastro com óleo perfumado,

    38 e, postando-se atrás, aos pés dele, chorava e principiava a molhar os pés dele com as suas lágrimas, e enxugava-os com os cabelos de sua cabeça. Beijava também ternamente os pés dele e untava-os com o óleo perfumado.

    39 À vista disso, o fariseu que o convidara dizia no seu íntimo: “Este homem, se fosse profeta, saberia quem e que espécie de mulher é que o toca, que ela é pecadora.”

    40 Jesus disse-lhe, porém, em resposta: “Simão, tenho algo para dizer-te.” Ele disse: “Instrutor, dize-o!”

    41 “Dois homens eram devedores de certo credor; um devia quinhentos denários,*1 mas o outro, cinqüenta.

    1. O denário era uma moeda romana de prata que pesava 3,85 g.

    42 Quando não tinham com que [lhe] pagar de volta, perdoou liberalmente a ambos. Portanto, qual deles o amará mais?”

    43 Em resposta, Simão disse: “Suponho que seja aquele a quem perdoou liberalmente mais.” Disse-lhe ele: “Julgaste corretamente.”

    44 Com isso se voltou para a mulher e disse a Simão: “Observas esta mulher? Entrei na tua casa; tu não me deste água para os meus pés. Mas esta mulher molhou os meus pés com as suas lágrimas e os enxugou com os seus cabelos.

    45 Tu não me deste nenhum beijo; mas esta mulher, desde a hora em que entrei, não deixou de beijar ternamente os meus pés.

    46 Tu não untaste a minha cabeça com óleo; mas esta mulher untou os meus pés com óleo perfumado.

    47 Em virtude disso, eu te digo que os pecados dela, embora sejam muitos, estão perdoados, porque ela amou muito; mas aquele a quem se perdoa pouco, ama pouco.”

    48 Então disse a ela: “Teus pecados estão perdoados.”

    49 Em vista disso, os que se recostavam com ele à mesa principiaram a dizer no seu íntimo: “Quem é este homem que até mesmo perdoa pecados?”

    50 Mas ele disse à mulher: “Tua fé te salvou; vai em paz.”