Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Marcos, 6

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    1 E ele partiu dali e entrou no seu próprio território, e seus discípulos o seguiram.

    2 Chegando o sábado, principiou a ensinar na sinagoga; e a maioria dos ouvintes ficaram assombrados e disseram: “Onde obteve este homem tais coisas? E por que foi dada tal sabedoria a este homem, e se realizam tais obras poderosas pelas suas mãos?

    3 Não é este o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, e José,*1 e Judas, e Simão? E não estão as suas irmãs aqui conosco?” Começaram assim a tropeçar por causa dele.

    1. “José”, אVg; ABCDSyh,p, “Josés”.

    4 Mas Jesus prosseguiu a dizer-lhes: “O profeta não passa sem honra a não ser no seu próprio território, e entre os seus parentes e na sua própria casa.”

    5 Assim, não pôde fazer ali nenhuma obra poderosa, exceto pôr as suas mãos sobre alguns doentios e curá-los.

    6 Deveras, admirou-se de sua falta de fé. E percorreu as aldeias num circuito, ensinando.

    7 Convocou então os doze e principiou a enviá-los de dois em dois, e começou a dar-lhes autoridade sobre os espíritos impuros.

    8 Deu-lhes também ordens de não levarem nada para a viagem, a não ser apenas um bastão, nem pão, nem alforje, nem dinheiro de cobre nos bolsos dos seus cintos,

    9 mas de amarrarem sandálias, e de não usarem duas peças de roupa interior.

    10 Outrossim, disse-lhes: “Onde quer que entrardes numa casa, ficai ali até sairdes daquele lugar.

    11 E qualquer lugar que não vos receber, nem vos ouvir, ao sairdes dali, sacudi fora a sujeira que está debaixo dos vossos pés, em testemunho*1 para eles.”

    1. “Testemunho.” Gr.: mar·tý·ri·on; lat.: te·sti·mó·ni·um.

    12 Partiram assim e pregavam, a fim de que as pessoas se arrependessem;

    13 e expulsavam muitos demônios, e untavam muitos doentios com óleo e os curavam.

    14 Ora, isso chegou aos ouvidos do Rei Herodes, pois o nome de *1 tornara-se público e as pessoas diziam:*2 “João, o batizador,*3 tem sido levantado dentre os mortos, e por esta razão operam nele as obras poderosas.”

    1. Lit.: “pois o nome dele”.

    2. “As pessoas diziam”, BW; אACSyh,p,s: “ele dizia”.

    3. Ou “imersor, submersor (mergulhador)”. Gr.: ba·ptí·zon.

    15 Mas outros diziam: “É Elias.” Ainda outros diziam: “É um profeta semelhante a um dos profetas.”

    16 Ouvindo-o, porém, Herodes começou a dizer: “O João a quem eu decapitei, este é o que tem sido levantado.”

    17 Pois o próprio Herodes mandara prender João e amarrá-lo na prisão, por causa de Herodias, esposa de Filipe, seu irmão, porque se tinha casado com ela.

    18 Pois João dissera várias vezes a Herodes: “Não te é lícito ter a esposa de teu irmão.”

    19 Herodias, porém, nutria ressentimento contra ele e queria matá-lo, mas não podia.

    20 Porque Herodes tinha temor de João, sabendo que era homem justo e santo; e guardava-o a salvo. E, ao ouvi-lo, estava muito perplexo quanto a que fazer; contudo, continuava a ouvi-lo de bom grado.

    21 Chegou, porém, um dia conveniente, no seu aniversário natalício, em que Herodes ofereceu uma refeição noturna a seus dignitários e comandantes militares,*1 e aos principais da Galiléia.

    1. Lit.: “os quiliarcas”. Gr.: khi·li·ár·khois, “comandantes de 1.000 soldados”; lat.: tri·bú·nis.

    22 E entrou a filha desta mesma Herodias e dançou, e ela agradou a Herodes e aos que se recostavam com ele. O rei disse à donzela: “Pede-me o que quiseres, e eu to darei.”

    23 Sim, jurou-lhe: “O que for que me pedires, até a metade do meu reino, eu to darei.”

    24 E ela saiu e disse à sua mãe: “Que devo pedir?” Ela disse: “A cabeça de João, o batizador.”

    25 E entrando logo apressadamente, foi ter com o rei e fez a sua solicitação, dizendo: “Quero que me dês imediatamente, numa travessa, a cabeça de João Batista.”

    26 Embora o rei ficasse profundamente contristado, contudo, não quis desconsiderá-la, em vista dos juramentos e dos que se recostavam à mesa.

    27 O rei mandou assim imediatamente um guarda pessoal e ordenou-lhe que trouxesse a cabeça dele. E ele foi e o decapitou na prisão,

    28 e trouxe a cabeça dele numa travessa, e a deu à donzela, e a donzela a deu à sua mãe.

    29 Quando os discípulos dele ouviram isso, vieram e tomaram seu cadáver, e o deitaram num túmulo memorial.

    30 E os apóstolos ajuntaram-se diante de Jesus e relataram-lhe todas as coisas que tinham feito e ensinado.

    31 E ele lhes disse: “Vinde, vós mesmos, em particular, a um lugar solitário, e descansai um pouco.” Porque havia muitos que vinham e iam, e não tinham folga nem para tomar uma refeição.

    32 Por isso se afastaram no barco para um lugar solitário, à parte.

    33 Havia, porém, quem os viu partir e muitos ficaram sabendo disso, e afluíram para lá a pé, de todas as cidades, e chegaram primeiro que eles.

    34 Ora, ao desembarcar, ele viu uma grande multidão, mas teve pena deles, porque eram como ovelhas sem pastor. E principiou a ensinar-lhes muitas coisas.

    35 A hora, então, já ficara avançada, e seus discípulos aproximaram-se dele e começaram a dizer: “O lugar é isolado e a hora já está avançada.

    36 Despede-os, para que possam ir à zona rural e às aldeias circunvizinhas, e comprar para si algo para comer.”

    37 Em resposta, disse-lhes: “Dai-lhes vós algo para comer.” Disseram-lhe então: “Devemos ir e comprar pães no valor de duzentos denários,*1 e dar [os pães] ao povo para comer?”

    1. O denário era uma moeda romana de prata que pesava 3,85 g.

    38 Disse-lhes ele: “Quantos pães tendes? Ide ver!” Depois de averiguarem isso, disseram-lhe: “Cinco, além de dois peixes.”

    39 E ele mandou que todos se recostassem por companhias na grama verde.

    40 E eles se deitaram em grupos de cem e de cinqüenta.

    41 Tomando então os cinco pães e os dois peixes, olhou para o céu e proferiu uma bênção, e partiu os pães e começou a dá-los aos discípulos, para que estes os pusessem diante das pessoas; e repartiu os dois peixes entre todos.

    42 Todos comeram assim e ficaram satisfeitos;

    43 e recolheram os pedaços, doze cestos cheios, além dos peixes.

    44 Ademais, os que comeram dos pães foram cinco mil homens.

    45 E ele, sem demora, compeliu os discípulos a entrar no barco e a passar adiante, para a margem oposta, para Betsaida, enquanto ele mesmo despedia a multidão.

    46 Mas, depois de despedir-se deles, subiu a um monte para orar.

    47 Tendo então anoitecido, o barco estava no meio do mar, mas ele estava sozinho em terra.

    48 E quando viu que tinham dificuldade no remar, porque o vento lhes era contrário, dirigiu-se a eles por volta da quarta vigília da noite,*1 andando sobre o mar; mas estava inclinado a passar por eles.

    1. Veja 13:35 n. e Mt 14:25 n.

    49 Quando o avistaram andando sobre o mar, pensaram: “É uma aparição!” e clamaram em voz alta.

    50 Pois todos eles o viram e ficaram aflitos. Mas, falou-lhes imediatamente e disse-lhes: “Coragem! Sou eu; não temais.”

    51 E subiu para junto deles no barco, e o vento cessou. Em vista disso, ficaram grandemente pasmados no seu íntimo,

    52 porque não tinham compreendido o significado dos pães, mas os seus corações continuavam obtusos no entendimento.

    53 E tendo feito a travessia, chegaram a Genesaré e ancoraram perto.

    54 Mas, assim que saíram do barco, as pessoas o reconheceram

    55 e percorreram toda aquela região, e principiaram a carregar em macas os que estavam adoentados, para onde souberam que ele estava.

    56 E onde quer que entrasse em aldeias ou em cidades, ou na zona rural, colocavam os doentes nas feiras e imploravam-lhe que pudessem tocar pelo menos a orla de sua roupa exterior. E quantos a tocavam, ficavam bons.*1

    1. Ou “eram salvos”.