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    1 E eu vi outro anjo forte descer do céu vestido duma nuvem, e havia um arco-íris sobre a sua cabeça, e o seu rosto era como o sol, e os seus pés eram como colunas ardentes,

    2 e tinha na sua mão um pequeno rolo*1 aberto. E ele pôs o seu pé direito sobre o mar, mas o seu esquerdo sobre a terra,

    1. Lit.: “livrinho; folheto”. Gr.: bi·bla·rí·di·on.

    3 e clamou com voz alta, assim como quando o leão ruge. E quando clamou, os sete trovões proferiram as suas próprias vozes.

    4 Ora, ao falarem os sete trovões, eu ia escrever; mas ouvi uma voz do céu dizer: “Sela*1 as coisas faladas pelos sete trovões, e não as escrevas.”

    1. Ou: “Mantém secretas.”

    5 E o anjo que vi em pé sobre o mar e sobre a terra ergueu a sua mão direita para o céu

    6 e jurou por Aquele que vive para todo o sempre, que criou o céu e as coisas nele, e a terra e as coisas nela, e o mar e as coisas nele:*1 “Não haverá mais demora;*2

    1. “E o mar e as coisas nele”, P47אcCVg; א°A omitem isso.

    2. Lit.: “tempo”. Gr.: khró·nos.

    7 mas nos dias do toque*1 do sétimo anjo, quando estiver para tocar a sua trombeta, então, deveras, terá sido levado a término o segredo sagrado*2 de Deus, segundo as boas novas que ele declarou aos seus próprios escravos, os profetas.”

    1. Ou “voz”. Gr.: fo·nés.

    2. Ou “o mistério”. Gr.: to my·sté·ri·on.

    8 E a voz que ouvi sair do céu está falando novamente comigo e [está] dizendo: “Vai, toma o rolo aberto que está na mão do anjo que está em pé sobre o mar e sobre a terra.”

    9 E fui ter com o anjo e disse-lhe que me desse o rolo pequeno. E ele me disse: “Toma-o e come-o, e ele fará o teu ventre amargo, mas na tua boca será doce como mel.”

    10 E tomei o rolo pequeno da mão do anjo e o comi, e era doce como mel na minha boca; mas quando o comi, meu ventre ficou amargo.

    11 E disseram-me: “Tens de profetizar novamente com respeito a povos, e nações, e línguas, e muitos reis.”