Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Apocalipse, 6

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    1 E eu vi quando o Cordeiro abriu um dos sete selos, e ouvi uma das quatro criaturas viventes dizer com voz como de trovão: “Vem!”

    2 E eu vi, e eis um cavalo branco; e o que estava sentado nele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e ele saiu vencendo e para completar a sua vitória.

    3 E quando abriu o segundo selo, ouvi a segunda criatura vivente dizer: “Vem!”

    4 E saiu outro, um cavalo cor de fogo; e ao que estava sentado nele foi concedido tirar da terra a paz, para que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.

    5 E quando abriu o terceiro selo, ouvi a terceira criatura vivente dizer: “Vem!” E eu vi, e eis um cavalo preto; e o que estava sentado nele tinha uma balança na mão.

    6 E eu ouvi uma voz como que no meio das quatro criaturas viventes dizer: “Um litro*1 de trigo por um denário,*2 e três litros de cevada por um denário; e não faças dano ao azeite de oliveira e ao vinho.”

    1. Gr.: Khoí·nix. Um pouco mais de um litro.

    2. Moeda romana de prata que pesava 3,85 g e equivalia ao salário de um dia. Veja Mt 20:2.

    7 E quando abriu o quarto selo, ouvi a voz da quarta criatura vivente dizer: “Vem!”

    8 E eu vi, e eis um cavalo descorado; e o que estava sentado nele tinha o nome de Morte. E o Hades*1 seguia-o de perto. E foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com uma longa espada, e com escassez de víveres,*2 e com praga mortífera,*3 e pelas feras da terra.

    1. “Hades”, אA; SyhJ7,8,11-14,16-18,22: “Seol”. Veja Ap. 4B.

    2. Lit.: “fome”.

    3. Ou “com morte”.

    9 E quando abriu o quinto selo, vi por baixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e*1 por causa da obra de testemunho*2 que costumavam ter.

    1. Ou “sim”.

    2. “Obra de testemunho.” Lit.: “testemunho”. Gr.: mar·ty·rí·an; lat.: te·sti·mó·ni·um.

    10 E gritaram com voz alta, dizendo: “Até quando, Soberano Senhor,*1 santo e verdadeiro, abster-te-ás de julgar e vingar o nosso sangue dos que moram na terra?”

    1. “Soberano Senhor.” Gr.: ho De·spó·tes; J17,22(hebr.): ’Adho·naí. Veja Ap. 1E.

    11 E a cada um deles foi dada uma comprida veste branca; e foi-lhes dito que descansassem mais um pouco, até que se completasse também o número dos seus co-escravos e dos seus irmãos, que estavam para ser mortos assim como eles também tinham sido.

    12 E eu vi quando ele abriu o sexto selo, e houve um grande terremoto; e o sol ficou negro como serapilheira de pêlo e a lua inteira ficou como sangue,

    13 e as estrelas do céu caíram para a terra, como quando a figueira, sacudida por forte vento, deixa cair os seus figos verdes.

    14 E o céu afastou-se como um rolo que está sendo enrolado, e cada monte e [cada] ilha foram removidos dos seus lugares.

    15 E os reis da terra, e os dignitários, e os comandantes militares,*1 e os ricos, e os fortes, e todo escravo e [toda] pessoa livre esconderam-se em cavernas e nas rochas dos montes.

    1. Ou “os quiliarcas”, cada um deles no comando de 1.000 soldados.

    16 E estão dizendo aos montes e às rochas: “Caí sobre nós e escondei-nos do rosto Daquele que está sentado no trono e do furor do Cordeiro,

    17 porque veio o grande dia do seu furor, e quem é que pode ficar de pé?”