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    Ap

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    1 Vede que sorte de amor o Pai nos tem dado, para que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós somos tais. É por isso que o mundo não tem conhecimento de nós, porque não chegou a conhecê-lo.

    2 Amados, agora somos filhos de Deus, mas ainda não está manifesto o que havemos de ser. Sabemos que, quando ele*1 for manifestado, seremos semelhantes a ele, porque o veremos assim como ele é.

    1. Ou “isso”.

    3 E todo aquele que tem esta esperança nele purifica-se assim como esse é puro.

    4 Todo aquele que pratica*1 o pecado está também praticando o que é contra a lei, e assim o pecado é aquilo que é contra a lei.

    1. Lit.: “Todo aquele que fizer.”

    5 Sabeis também que esse foi manifestado para tirar os *1 pecados, e não há nele pecado.

    1. Lit. só “os”.

    6 Todo aquele que permanece em união com ele não pratica o pecado; ninguém que pratica o pecado o tem visto, nem o chegou a conhecer.

    7 Filhinhos, não vos deixeis desencaminhar; quem estiver praticando a justiça é justo, assim como esse é justo.

    8 Quem estiver praticando o pecado origina-se do Diabo,*1 porque o Diabo tem estado pecando desde [o] princípio.*2 Com este objetivo foi manifestado o Filho de Deus, a saber, para desfazer as obras do Diabo.

    1. “Do Diabo.” Gr.: tou Di·a·bó·lou; lat.: Di·á·bo·lo; J17,18,22(hebr.): has·Sa·tán.

    2. Ou “desde quando começou”.

    9 Todo aquele que nasceu*1 de Deus não está praticando o pecado, porque a Sua semente [reprodutiva] permanece em tal, e ele não pode praticar o pecado, porque nasceu de Deus.

    1. Lit.: “que foi gerado”.

    10 Os filhos de Deus e os filhos do Diabo evidenciam-se pelo seguinte fato: Todo aquele que não está praticando a justiça não se origina de Deus, nem aquele que não ama seu irmão.

    11 Porque esta é a mensagem que ouvistes desde [o] princípio,*1 que devemos ter amor uns pelos outros;

    1. “Desde [o] princípio.” Gr.: ap’ ar·khés; lat.: ab i·ní·ti·o; J17(hebr.): me·ró’sh.

    12 não como Caim, que se originou do iníquo e que matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas próprias obras eram iníquas, mas as de seu irmão [eram] justas.

    13 Não vos maravilheis, irmãos, de que o mundo vos odeie.

    14 Nós sabemos que temos passado da morte para a vida porque amamos os irmãos. Quem não ama, permanece na morte.

    15 Todo aquele que odeia seu irmão é homicida, e vós sabeis que nenhum homicida tem permanecente nele a vida eterna.

    16 Por meio disso chegamos a conhecer o amor, porque esse entregou a sua alma*1 por nós; e nós temos a obrigação de entregar as [nossas] almas*2 pelos *3 irmãos.

    1. Ou “vida”. Gr.: psy·khén; lat.: á·ni·mam; J17,18,22(hebr.): naf·shóh, “sua alma”. Veja Ap. 4A.

    2. Ou “vidas”.

    3. Lit. só “pelos”.

    17 Mas, todo aquele que tiver os meios deste mundo para sustentar a vida e observar que o seu irmão padece necessidade, e ainda assim lhe fechar a porta das suas ternas compaixões, de que modo permanece nele o amor de Deus?

    18 Filhinhos, amemos, não em palavra nem com a língua, mas em ação e em verdade.

    19 Por meio disso é que saberemos que nos originamos da verdade e asseguraremos*1 os nossos corações diante dele

    1. Lit.: “persuadiremos”.

    20 quanto a tudo em que os nossos corações nos possam condenar, porque Deus é maior do que os nossos corações e ele sabe todas as coisas.

    21 Amados, se os [nossos] corações não [nos] condenarem, temos franqueza no falar para com Deus;

    22 e tudo o que pedimos recebemos dele, porque estamos observando os seus mandamentos e estamos fazendo as coisas que são agradáveis aos seus olhos.

    23 Deveras, este é o seu mandamento, que tenhamos fé no nome do seu Filho Jesus Cristo e que estejamos amando uns aos outros, assim como ele nos deu mandamento.

    24 Ainda mais, quem observa os seus mandamentos permanece em união com ele, e ele em união com tal; e por meio disso obtemos o conhecimento de que ele permanece em união conosco, devido ao espírito que ele nos deu.