Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    2 Crônicas, 20

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    1 E depois sucedeu que os filhos de Moabe e os filhos de Amom, e com eles alguns dos amonins*1 vieram contra Jeosafá em guerra.

    1. Lit.: “dentre os amonins”. Hebr.: me·ha·‛Am·moh·ním; mediante uma transposição de letras no M; “dos meunins; meunitas”; LXX: “dos minaianos”; Vgc: “dos amonitas”.

    2 Vieram então pessoas e informaram Jeosafá, dizendo: “Veio contra ti uma grande massa de gente da região do mar,*1 de Edom;*2 e eis que estão em Hazazom-Tamar, isto é, En-Gedi.”

    1. Isto é, o Mar Morto.

    2. “De Edom”, um ms. hebr.; hebr.: me·’Arám, “da Síria”; gr.: Sy·rí·as; lat.: Sý·ri·a; Sy: “do Mar Vermelho”.

    3 Então Jeosafá ficou com medo e pôs a sua face a buscar a Jeová. Proclamou, pois, um jejum para todo o Judá.

    4 Finalmente se reuniram os de Judá para consultar a Jeová. Mesmo de todas as cidades de Judá vieram consultar a Jeová.

    5 Jeosafá pôs-se então de pé na congregação*1 de Judá e de Jerusalém, na casa de Jeová, diante do pátio novo,

    1. “Na congregação de.” Hebr.: biq·hál; gr.: ek·kle·sí·ai.

    6 e passou a dizer: “Ó Jeová, Deus de nossos antepassados, acaso não és Deus nos céus e não dominas sobre todos os reinos das nações, e não há na tua mão poder e potência, não havendo quem se mantenha firme contra ti?

    7 Não foste tu, ó Deus nosso, quem desalojaste os habitantes desta terra de diante do teu povo Israel e então a deste à descendência de Abraão, aquele que te amou,*1 por tempo indefinido?

    1. Ou “teu amigo”. Lat.: a·mí·ci.

    8 E passaram a morar nela e passaram a construir-te nela um santuário ao teu nome, dizendo:

    9 ‘Se vier sobre nós calamidade, espada, julgamento adverso, ou pestilência ou fome, fiquemos de pé diante desta casa e diante de ti (pois o teu nome está nesta casa) para clamar a ti por socorro na nossa aflição, e que tu ouças e salves.’

    10 E agora, eis os filhos de Amom e de Moabe, e [os] da região montanhosa de Seir, que não deixaste Israel invadir quando saíam da terra do Egito, mas se desviaram deles e não os aniquilaram,

    11 sim, eis que nos recompensam por chegarem para nos expulsar da nossa posse que nos fizeste possuir.

    12 Ó nosso Deus, não executarás neles o julgamento? Porque não há em nós poder diante desta grande massa de gente que vem contra nós; e nós mesmos não sabemos o que devemos fazer, mas os nossos olhos se fixam em ti.”

    13 No ínterim, todos os de Judá estavam de pé diante de Jeová, mesmo os seus pequeninos, suas esposas e seus filhos.

    14 Ora, quanto a Jaaziel, filho de Zacarias, filho de Benaia, filho de Jeiel, filho de Matanias, levita dos filhos de Asafe, veio sobre ele o espírito de Jeová no meio da congregação.

    15 Portanto ele disse: “Prestai atenção, todo o Judá e vós habitantes de Jerusalém, e Rei Jeosafá! Assim vos disse Jeová: ‘Não tenhais medo nem fiqueis aterrorizados por causa desta grande massa de gente; pois a batalha não é vossa, mas de Deus.

    16 Descei amanhã contra eles. Eis que estão subindo pelo passo de Ziz; e certamente os encontrareis no fim do vale da torrente, defronte do ermo de Jeruel.

    17 Não tereis de lutar neste caso. Tomai a vossa posição, ficai parados e vede a salvação da parte de Jeová a vosso favor. Ó Judá e Jerusalém, não tenhais medo nem fiqueis aterrorizados. Saí amanhã contra*1 eles e Jeová será convosco.’”

    1. Ou “diante”. Veja Gên 10:9 n.: “em oposição a”.

    18 Jeosafá inclinou-se imediatamente com o rosto por terra, e todo o Judá e os próprios habitantes de Jerusalém lançaram-se de bruços diante de Jeová para prestar homenagem a Jeová.

    19 Então se levantaram os levitas dos filhos dos coatitas e dos filhos dos coraítas para louvar a Jeová, o Deus de Israel, com voz extraordinariamente alta.

    20 E passaram a levantar-se de manhã cedo e a sair ao ermo de Tecoa. E ao saírem, Jeosafá pôs-se de pé e então disse: “Ouvi-me, ó Judá e vós habitantes de Jerusalém! Tende fé em Jeová, vosso Deus, para que mostreis ser de longa duração. Tende fé nos seus profetas e mostrai-vos assim bem sucedidos.”

    21 Ademais, aconselhou-se com o povo e colocou em posição cantores para Jeová e os que ofereciam louvor em santo adorno, os quais saíam na frente dos homens armados e diziam: “Louvai a Jeová, pois a sua benevolência*1 é por tempo indefinido.”

    1. Ou “amor leal”.

    22 No tempo em que principiaram a clamar alegremente e a dar louvor, Jeová colocou homens de emboscada contra os filhos de Amom, de Moabe e da região montanhosa de Seir, que estavam entrando em Judá, e eles se feriram mutuamente.

    23 E os filhos de Amom e de Moabe puseram-se de pé contra os habitantes da região montanhosa de Seir para devotá-los à destruição e para aniquilá-los; e assim que acabaram com os habitantes de Seir, ajudaram a arruinar cada um ao seu próprio próximo.

    24 Quanto a Judá, porém, chegou à torre de vigia do ermo. Quando viraram as faces para a massa de gente, ora, eis que ali estavam, seus cadáveres caídos por terra sem que alguém tivesse escapado.

    25 De modo que Jeosafá e seu povo vieram para saquear deles o despojo, e foram achar entre eles uma abundância de bens, e de roupas,*1 e de objetos desejáveis; e foram tirá-los para si até que não podiam carregar mais. E veio a ser três dias que saquearam o despojo, porque era abundante.

    1. “Roupas”, Vg e sete mss. hebr.; M: “cadáveres”.

    26 E no quarto dia congregaram-se na baixada de Beraca, pois ali bendisseram a Jeová. É por isso que chamaram aquele lugar pelo nome de Baixada de Beraca*1 — até o dia de hoje.

    1. Significando “Bênção”.

    27 Então retornaram todos os homens de Judá e de Jerusalém, com Jeosafá à sua cabeça, voltando a Jerusalém com alegria, pois Jeová os fizera alegrar-se sobre os seus inimigos.

    28 Chegaram assim a Jerusalém com instrumentos de cordas, e com harpas, e com trombetas à casa de Jeová.

    29 E o pavor de Deus veio a estar sobre todos os reinos dos países quando ouviram que Jeová lutara contra os inimigos de Israel.

    30 Assim o domínio real de Jeosafá teve sossego e seu Deus continuou a dar-lhe descanso em todo o redor.

    31 E Jeosafá continuou reinando sobre Judá. Tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar e reinou por vinte e cinco anos em Jerusalém. E o nome de sua mãe era Azuba, filha de Sili.

    32 E ele andava no caminho de seu pai Asa e não se desviou dele, fazendo o que era direito aos olhos de Jeová.

    33 Apenas os altos é que não desapareceram; e o próprio povo não preparara ainda seu coração para o Deus de seus antepassados.

    34 Quanto ao resto dos assuntos de Jeosafá, os primeiros e os últimos, eis que estão escritos entre as palavras de Jeú, filho de Hanani, que foram incluídas no Livro dos Reis de Israel.

    35 E depois, Jeosafá, rei de Judá, fez sociedade com Acazias, rei de Israel, o qual agiu de modo iníquo.

    36 Assim, fez dele seu sócio para fazerem navios, para que fossem a Társis, e fizeram navios em Eziom-Géber.

    37 No entanto, Eliézer, filho de Dodavaú, de Maressa, falou profeticamente contra Jeosafá, dizendo: “Visto que te associaste a Acazias, Jeová certamente derrocará os teus trabalhos.” Por conseguinte, os navios sofreram naufrágio e não retiveram força para ir a Társis.