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    1 E assim, quando fui ter convosco, irmãos, não fui com extravagância*1 de linguagem ou de sabedoria, declarando-vos o segredo sagrado de Deus.

    1. Ou “superioridade”.

    2 Pois decidi não saber coisa alguma entre vós, exceto Jesus Cristo, e este pregado numa estaca.

    3 E fui ter convosco em fraqueza, e em temor, e com muito tremor;

    4 e a minha linguagem e aquilo que preguei não foram em palavras persuasivas de sabedoria, mas numa demonstração de espírito e de poder,

    5 para que a vossa fé não fosse na sabedoria de homens, mas no poder de Deus.

    6 Ora, falamos sabedoria entre os que são maduros,*1 mas não a sabedoria deste sistema de coisas, nem a dos governantes deste sistema de coisas,*2 os quais hão de ficar reduzidos a nada.

    1. Ou “os plenamente desenvolvidos”. Lit.: “os perfeitos”.

    2. Veja 1:20 n.

    7 Mas falamos a sabedoria de Deus em segredo sagrado, a sabedoria escondida, que Deus predeterminou antes dos sistemas de coisas,*1 para a nossa glória.

    1. Ou “ordens de coisas”. Gr.: ai·ó·non; lat.: saé·cu·la; J22(hebr.): ha·‛oh·la·mím, “das ordens de coisas”.

    8 Esta [sabedoria], nenhum dos governantes deste sistema veio a conhecer, pois, se [a] tivessem conhecido, não teriam pregado o glorioso Senhor numa estaca.

    9 Mas, como está escrito: “O olho não tem visto e o ouvido não tem ouvido, nem foram concebidas no coração do homem as coisas que Deus tem preparado para os que o amam.”

    10 Porque é a nós que Deus as tem revelado por intermédio de seu espírito, pois o espírito pesquisa todas as coisas, até mesmo as coisas profundas de Deus.

    11 Pois, quem dentre os homens sabe as coisas do homem, exceto o espírito de homem que está nele? Assim, também, ninguém veio a saber as coisas de Deus, exceto o espírito de Deus.

    12 Ora, não recebemos o espírito do mundo, mas o espírito que é de Deus, para que soubéssemos as coisas que nos foram dadas bondosamente por Deus.

    13 Destas coisas também falamos, não com palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas com as ensinadas pelo espírito, ao combinarmos [assuntos] espirituais com [palavras] espirituais.*1

    1. Ou “ao conjugarmos [assuntos] espirituais com [homens] espirituais”.

    14 Mas o homem físico*1 não aceita as coisas do espírito de Deus, porque para ele são tolice; e ele não pode chegar a conhecê-las, porque são examinadas espiritualmente.

    1. Ou “[homem-]alma; de alma”. Gr.: psy·khi·kós; lat.: a·ni·má·lis.

    15 No entanto, o homem espiritual*1 examina deveras todas as coisas, mas ele mesmo não é examinado por homem algum.

    1. Lit.: “o espiritual”. Gr.: ho . . . pneu·ma·ti·kós; Vgc(lat.): spi·ri·tu·á·lis.

    16 Pois “quem veio a conhecer a mente de Jeová*1 para o instruir?” Mas nós temos a mente de Cristo.*2

    1. Veja Ap. 1D.

    2. “Cristo”, P46אACVgSypJ17,18,22; BD°It: “Senhor”.