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    1 E Jeová falou mais a Moisés, dizendo:

    2 “Fala aos filhos de Israel, e tens de dizer-lhes: ‘Caso um homem ou uma mulher faça um voto especial de viver como nazireu*1 para Jeová,

    1. Hebr.: na·zír, significando “Selecionado; Dedicado; Separado”. Veja Gên 49:26.

    3 deve manter-se apartado do vinho e da bebida inebriante. Não deve beber vinagre de vinho nem vinagre de bebida inebriante, nem deve beber qualquer líquido feito de uvas, nem comer uvas, quer frescas quer secas.

    4 Todos os dias do seu nazireado não deve comer absolutamente nada feito da videira vinífera, desde as uvas verdes até às cascas.*1

    1. Ou “gavinhas”.

    5 “‘Todos os dias do voto do seu nazireado não deve passar navalha sobre a sua cabeça; até se completarem os dias em que deve estar apartado para Jeová, deve mostrar-se santo, deixando crescer as madeixas do cabelo de sua cabeça.

    6 Todos os dias em que se mantém apartado para Jeová não se pode chegar a nenhuma alma morta.*1

    1. Ou “alma de um morto”. Hebr.: né·fesh meth; LXX: “alma falecida”; Sy: “alma do morto”; lat.: mór·tu·um, “um morto”. Veja Le 21:11 n.; Ap. 4A.

    7 Nem mesmo por seu pai ou por sua mãe, ou por seu irmão, ou por sua irmã pode aviltar-se quando morrerem, porque há sobre a sua cabeça o sinal do seu nazireado para com o seu Deus.

    8 “‘Todos os dias do seu nazireado ele é santo para Jeová.

    9 Mas, caso alguém morra repentinamente ao lado dele, de modo que avilte a cabeça do seu nazireado, então tem de rapar sua cabeça no dia da efetivação de sua purificação. Deve rapá-la no sétimo dia.

    10 E no oitavo dia deve trazer ao sacerdote duas rolas ou dois pombos novos*1 à entrada da tenda de reunião.

    1. Lit.: “filhotes de pombo”.

    11 E o sacerdote tem de manejar um como oferta pelo pecado e o outro como oferta queimada, e tem de fazer expiação por ele, visto que pecou por causa da alma [morta].*1 Então tem de santificar-lhe a cabeça naquele dia.

    1. Lit.: “da alma”, isto é, da alma morta do v. 9. Hebr.: han·ná·fesh; gr.: psy·khés; Vg: “do morto”.

    12 E ele tem de viver como nazireu para Jeová nos dias do seu nazireado e tem de trazer um carneirinho no seu primeiro ano como oferta pela culpa; e os dias anteriores não serão contados, porque aviltou seu nazireado.*1

    1. Lit.: “seu nazireado ficou impuro”.

    13 “‘Ora, esta é a lei a respeito do nazireu: No dia em que se completarem os dias do seu nazireado ele será trazido*1 à entrada da tenda de reunião.

    1. Lit.: “ele a trará”, isto é, a cabeça não-rapada de seu nazireado.

    14 E tem de apresentar como sua oferta a Jeová um carneirinho sadio no seu primeiro ano como oferta queimada, e uma cordeira sadia no seu primeiro ano como oferta pelo pecado, e um carneiro sadio como sacrifício de participação em comum,

    15 e um cesto de bolos de forma anular, não fermentados, de flor de farinha, umedecidos com azeite, e obreias não fermentadas, untadas com azeite, e sua oferta de cereais e suas ofertas de bebida.

    16 E o sacerdote tem de apresentá-los perante Jeová e fazer a sua oferta pelo pecado e a sua oferta queimada.

    17 E ofertará a Jeová o carneiro como sacrifício de participação em comum, junto com o cesto de pães não fermentados; e o sacerdote tem de fazer sua oferta de cereais e sua oferta de bebida.

    18 “‘E o nazireu tem de rapar a cabeça do seu nazireado à entrada da tenda de reunião, e tem de tomar o cabelo da cabeça do seu nazireado e pô-lo no fogo que há sob o sacrifício de participação em comum.

    19 E o sacerdote tem de tomar uma espádua cozida do carneiro e um bolo de forma anular, não fermentado, do cesto, e uma obreia não fermentada, e tem de pô-los sobre as palmas das mãos do nazireu depois de ele ter feito rapar o sinal do seu nazireado.

    20 E o sacerdote tem de movê-los para lá e para cá como oferta movida perante Jeová. É algo sagrado para o sacerdote, junto com o peito da oferta movida e a perna da contribuição. E após isso o nazireu pode beber vinho.

    21 “‘Esta é a lei a respeito do nazireu que faz um voto — sua oferta a Jeová pelo seu nazireado, além daquilo que estiver ao seu alcance. Segundo o seu voto que fizer, assim deve fazer por causa da lei do seu nazireado.’”

    22 Jeová falou então a Moisés, dizendo:

    23 “Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: ‘Assim é que deveis abençoar os filhos de Israel, dizendo-lhes:*1

    1. “Dizendo[-lhes].” No hebr., este verbo está no infinitivo absoluto, indefinido quanto ao tempo e impessoal.

    24 “Jeová te abençoe e te guarde.

    25 Jeová faça que sua face te ilumine e te favoreça.

    26 Jeová levante sua face para ti e te designe a paz.”’

    27 E eles têm de pôr meu nome sobre os filhos de Israel para que eu mesmo os abençoe.”