Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    2 Coríntios, 4

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    1 Pelo que, visto que temos este ministério segundo a misericórdia que se teve conosco, não desistimos;

    2 mas temos renunciado às coisas dissimuladas, que são vergonhosas, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus, mas, por tornar manifesta a verdade, recomendando-nos a toda consciência humana à vista de Deus.

    3 Agora, se as boas novas que declaramos estão de fato veladas, estão veladas entre os que perecem,

    4 entre os quais o deus*1 deste sistema de coisas*2 tem cegado as mentes*3 dos incrédulos, para que não penetre o brilho da iluminação*4 das gloriosas boas novas a respeito do Cristo,*5 que é a imagem de Deus.

    1. Gr.: ho the·ós; lat.: dé·us; J17,18(hebr.): ’elo·héh; J22(hebr.): ’el.

    2. Ou “ordem de coisas”. Gr.: ai·ó·nos; lat.: saé·cu·li; J17,18,22(hebr.): ha·‛oh·lám, “da ordem de coisas”.

    3. Lit.: “faculdades mentais”. Gr.: no·é·ma·ta; lat.: mén·tes.

    4. Lit.: “raie a iluminação”.

    5. Ou “das boas novas sobre a glória do Cristo”.

    5 Pois não estamos pregando a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor, e a nós mesmos como vossos escravos pela causa de Jesus.

    6 Porque é Deus quem disse: “Da escuridão brilhe a luz”,*1 e ele tem brilhado sobre os nossos corações, para iluminá-los com o glorioso conhecimento*2 de Deus pelo*3 rosto de Cristo.

    1. Ou “brilhará a luz”.

    2. Ou “o conhecimento da glória”.

    3. Ou “no”.

    7 No entanto, temos este tesouro em vasos de barro,*1 para que o poder além do normal seja o de Deus e não o de nós mesmos.

    1. Lit.: “em vasos de argila cozida”.

    8 Somos apertados de todos os modos, mas não comprimidos sem nos podermos mover; estamos perplexos, mas não inteiramente sem saber o que fazer;

    9 somos perseguidos, mas não ficamos cambaleando; somos derrubados, mas não destruídos.

    10 Sempre, em toda a parte, suportamos em nosso corpo o tratamento mortífero dado a Jesus,*1 para que a vida de Jesus também se manifeste em nosso corpo.

    1. Ou “em nosso corpo a matança de Jesus”.

    11 Pois nós, os que vivemos, estamos sendo sempre levados face a face com a morte,*1 pela causa de Jesus, para que a vida de Jesus também se manifeste em nossa carne mortal.

    1. Ou “entregues à morte”.

    12 Conseqüentemente, opera em nós a morte, mas em vós a vida.

    13 Agora, visto que temos o mesmo espírito de fé como aquele de que está escrito: “Exerci fé, por isso falei”, nós também exercemos fé e por isso falamos,

    14 sabendo que aquele que levantou a Jesus*1 também levantará a nós, junto com Jesus, e nos apresentará junto convosco.

    1. “Jesus”, P46BVg; אCDSyh: “o Senhor Jesus”.

    15 Pois todas as coisas são por vossa causa, a fim de que a benignidade imerecida, que foi multiplicada, abundasse por causa dos agradecimentos de muitos mais, para a glória de Deus.

    16 Por isso não desistimos; porém, ainda que o homem que somos por fora se definhe, certamente o homem que somos por dentro está sendo renovado de dia em dia.

    17 Pois, embora a tribulação seja momentânea e leve, produz para nós uma glória de peso que ultrapassa mais e mais, e que é eterna,

    18 ao passo que fixamos os olhos, não nas coisas vistas, mas nas coisas não vistas. Porque as coisas vistas são temporárias, mas as coisas não vistas são eternas.