Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Jó, 24

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Tb

    Jt

    Et

    Sl

    1Mc

    2Mc

    Pr

    Ec

    Ct

    Sb

    Eclo

    Is

    Jr

    Lm

    Br

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ab

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    At

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pd

    2Pd

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    37

    38

    39

    40

    41

    42

    Notas do capítulo
    • O capítulo 24 de Jó aborda a aparente impunidade dos ímpios e o sofrimento dos justos diante dessa situação. Jó questiona por que Deus parece permitir que os ímpios prosperem e sejam bem-sucedidos, enquanto os justos sofrem e são oprimidos. Ele descreve várias formas de opressão e violência que são cometidas pelos ímpios contra os pobres e necessitados. Abaixo estão cinco versículos relacionados com esses temas:

    • Salmos 37:7 - "Descansa no Senhor, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos." Este verso fala sobre esperar em Deus e não se preocupar com os ímpios que prosperam em suas práticas maliciosas. Isso pode ajudar a trazer paz àqueles que estão sofrendo, como Jó.

    • Salmos 73:3-5 - "Porque eu tinha inveja dos soberbos, quando via a prosperidade dos ímpios. Porque não há apertos na sua morte, mas firme está a sua força. Não se acham em trabalhos como outros homens, nem são afligidos como outros homens." O salmista também questiona a aparente prosperidade dos ímpios, observando como eles parecem evitar a dor e o sofrimento que os outros experimentam.

    • Isaías 10:1-2 - "Ai dos que decretam leis injustas, e dos escrivães que prescrevem opressão. Para desviarem os pobres do juízo, e para arrebatarem o direito dos aflitos do meu povo; para despojarem as viúvas e roubarem os órfãos!" Este verso denuncia a opressão cometida pelos ímpios contra os necessitados e vulneráveis, que é uma das principais preocupações de Jó no capítulo 24.

    • Jeremias 12:1 - "Tu és justo, ó Senhor, quando eu pleiteio contigo; contudo, falarei contigo sobre os teus juízos. Por que razão prospera o caminho dos ímpios, e vivem em paz todos os que procedem aleivosamente?" Este verso apresenta uma situação semelhante à de Jó, com o profeta Jeremias questionando a justiça de Deus diante do aparente sucesso dos ímpios.

    • Habacuque 1:2-3 - "Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! e não salvarás? Por que me mostras a iniquidade, e me fazes ver a opressão? Pois a destruição e a violência estão diante de mim; há contendas, e o litígio se suscita." Habacuque também questiona por que Deus parece permitir a violência e a opressão, especialmente em relação ao povo de Deus.

    1 Por que não reserva tempos para si o Todo-poderoso? E por que ignoram seus dias os que lhe são fiéis?

    2 Os maus mudam as divisas das terras e fazem pastar o rebanho que roubaram.

    3 Empurram diante de si o jumento dos órfãos, e tomam em penhor o boi da viúva.

    4 Enxotam os pobres do caminho, todos os miseráveis da região precisam esconder-se.

    5 Como asnos selvagens no deserto, saem para o trabalho, à procura do que comer, à procura do pão para seus filhos.

    6 Ceifam a forragem num campo, vindimam a vinha do ímpio.

    7 Passam a noite nus, sem roupa e sem cobertor contra o frio.

    8 São banhados pelas chuvas das montanhas e, sem abrigo, achegam-se às rochas.

    9 Arrancam o órfão do seio materno e tomam em penhor as crianças do pobre.*1

    10 Andam nus, por falta de roupa e esfomeados carregam feixes.

    11 Espremem óleo nos celeiros, e sedentos pisam os lagares.

    12 Sobe da cidade os gemidos dos moribundos. A alma dos feridos grita, mas Deus não ouve suas súplicas.

    13 Outros são rebeldes à luz, não conhecem seus caminhos nem habitam em suas veredas.

    14 O homicida levanta-se antes do alvorecer para matar o pobre e o indigente. O ladrão vagueia durante a noite.

    15 O adúltero espreita o crepúsculo: ‘Ninguém me verá’, diz ele, e põe um véu no rosto.

    16 Nas trevas, arrombam as casas. Escondem-se durante o dia, sem conhecer a luz.

    17 Para eles, com efeito, a manhã é uma sombra espessa, pois estão acostumados aos terrores da noite.

    18 Correm rapidamente na superfície da água, sua herança é maldita sobre a terra; já não tomarão o caminho das vinhas.*1

    19 Como a seca e o calor absorvem as águas da neve, assim a região dos mortos engole os pecadores.

    20 O ventre que o gerou esquece-o, os vermes fazem dele as suas delícias; ninguém mais se lembrará dele.

    21 A iniquidade é quebrada como uma árvore. Maltratava a mulher estéril, sem filhos e não fazia o bem à viúva.

    22 Punha sua força a serviço dos poderosos. Levanta-se e já não pode mais contar com a vida.

    23 Ele lhes dá segurança e apoio, mas seus olhos vigiam seus caminhos.

    24 Levantam-se, subitamente já não existem; caem; como os outros, são arrebatados, são ceifados como cabeças de espigas.

    25 Se assim não é, quem me desmentirá, quem reduzirá a nada as minhas palavras?”.