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    Sabedoria, 13

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    Notas do capítulo
    • O capítulo 13 do livro de Sabedoria aborda a tolice da idolatria e como ela se opõe à adoração ao verdadeiro Deus. O autor ressalta que a natureza é uma evidência clara da existência de um Criador e que aqueles que se voltam para ídolos estão cometendo um grave erro. Seguem abaixo cinco versículos relacionados com os temas abordados em Sabedoria 13:

    • Êxodo 20:3 - "Não terás outros deuses diante de mim." Este é o primeiro dos Dez Mandamentos dados por Deus a Moisés no Monte Sinai, que proíbe a idolatria e enfatiza a exclusividade da adoração ao Senhor.

    • Isaías 44:9 - "Aqueles que modelam ídolos são todos eles nada, e suas coisas mais queridas não aproveitam nada. Eles próprios testemunham que não veem nem entendem, para que sejam envergonhados." Este versículo condena a prática da criação de ídolos e destaca sua inutilidade.

    • Jeremias 10:14 - "Todo homem é um tolo, sem conhecimento; todo ourives é envergonhado por sua imagem de escultura, pois suas imagens de fundição são falsidade, e nelas não há espírito." Este versículo enfatiza a tolice daqueles que confiam em ídolos e os consideram como deuses.

    • Atos dos Apóstolos 17:24-25 - "O Deus que fez o mundo e tudo nele, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos humanas, nem é servido por mãos humanas, como se precisasse de alguma coisa, pois ele mesmo dá a todos a vida, o fôlego e todas as coisas." Este versículo destaca a superioridade do Deus verdadeiro em relação aos deuses falsos criados pelos homens.

    • 1 Coríntios 8:4 - "Assim, quanto a comer alimentos sacrificados a ídolos, sabemos que 'um ídolo não é nada no mundo' e que 'não há nenhum outro Deus, senão um só'." Este versículo ressalta a importância de reconhecer a futilidade dos ídolos e adorar somente ao verdadeiro Deus.

    1 São insensatos por natureza todos os homens que ignoraram Deus, e que pelos bens visíveis não chegaram a conhecer Aquele que é, nem, considerando as obras, reconheceram o Artista.

    2 Pelo contrário, tomaram o fogo, ou o vento, ou o ar veloz, ou o círculo dos astros, ou a água impetuosa, ou os luzeiros dos céus, por deuses governadores do mundo.

    3 Se eles, encantados com a beleza de tais coisas, as julgaram deuses, reconheçam quanto é melhor do que elas o seu Senhor, porque foi o Autor da beleza que criou todas estas coisas.

    4 Ou, se eles se maravilharam do seu poder e força, entendam por elas que o que as fez é mais forte do que elas.

    5 Com efeito, pela grandeza e beleza das criaturas se pode, por analogia, chegar ao conhecimento do seu Criador.

    6 Todavia estes homens são menos repreensíveis, porque, porventura, caem no erro buscando a Deus e desejando encontrá-lo.

    7 Ocupados no exame das suas obras, são seduzidos pelo seu aspecto, pois são belas as coisas visíveis.

    8 Mas, por outra parte, nem estes merecem desculpa,

    9 porque, se chegaram a ter luz bastante para poderem conhecer o universo, como não descobriram mais facilmente o Senhor dele? (ver nota)

    10 São desgraçados e fundam em coisa morta as suas esperanças, aqueles que chamaram deuses às obras das mãos dos homens, ao ouro e à prata, trabalhados com arte, às figuras de animais, ou a uma pedra inútil, obra de mão antiga.

    11 Um artista hábil corta do bosque um tronco fácil de trabalhar, dextramente lhe tira toda a casca, e, valendo-se da sua arte, faz uma peça útil para uso da vida.

    12 O que sobrou da obra, emprega-o para cozinhar a comida, com que fica saciado.

    13 Quanto ao resto de tudo isto, que para nenhum uso é útil. por ser um madeiro torto e cheio de nós, vai-o esculpindo nas horas livres, trabalhando-o com a arte que lhe é possível.

    14 e dá-lhe feições dum homem, ou aspecto de algum vil animal. Põe-lhe vermelhão, pinta-o de uma cor encarnada, encobrindo todas as manchas que nele há.

    15 Depois prepara-lhe um nicho conveniente, coloca-o numa parede, segurando-o com um prego.

    16 Usa com ele desta precaução, para que não caia, pois reconhece que (o deus) se não pode ajudar a si mesmo: Com efeito, é uma estátua, que precisa de apoio. (ver nota)

    17 Entretanto, quando o implora por causa dos seus bens, dos seus casamentos, ou dos seus filhos, não se envergonha de falar com o (pedaço de madeira) que não tem vida

    18 e implora saúde a um inválido, pede vida a um morto invoca em seu socorro um débil.

    19 para o bom sucesso duma jornada, recorre aquele que não pode andar; (enfim) para seus negócios, suas empresas, e para o bom êxito de todas as suas obras, implora a quem nada pode fazer com as mãos.