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    Sabedoria, 4

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    Notas do capítulo
    • O capítulo 4 do livro de Sabedoria fala sobre a busca da sabedoria e como ela traz benefícios para a vida do indivíduo. Além disso, o capítulo também aborda a diferença entre a sabedoria e a riqueza material, destacando que a primeira é muito mais valiosa. Seguem abaixo cinco versículos relacionados com os temas abordados nesse capítulo:

    • Provérbios 8:11: "Porque melhor é a sabedoria do que as jóias, e de tudo o que se deseja nada se pode comparar com ela." Esse versículo destaca a superioridade da sabedoria em relação às riquezas materiais, o que é um tema central em Sabedoria 4.

    • Provérbios 4:7: "A sabedoria é a principal coisa; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento." Esse versículo incentiva a busca pela sabedoria e destaca sua importância na vida do indivíduo.

    • Eclesiastes 7:12: "Porque a sabedoria serve de proteção, como o dinheiro serve de proteção; mas a excelência do conhecimento é que a sabedoria dá vida ao seu possuidor." Esse versículo compara a sabedoria com a riqueza material e destaca que, embora ambas possam oferecer proteção, apenas a sabedoria dá vida ao seu possuidor.

    • Provérbios 2:6: "Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento." Esse versículo destaca que a sabedoria vem de Deus e que ele é a fonte de todo o conhecimento e entendimento.

    • Tiago 1:5: "E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada." Esse versículo incentiva os crentes a pedirem a sabedoria a Deus, que é generoso em concedê-la, o que está alinhado com o tema principal de Sabedoria 4, que é a busca pela sabedoria.

    1 Mais vale uma existência sem filhos, (mas) com a virtude: a sua memória é imortal, é conhecida diante de Deus e diante dos homens.

    2 Quando ela está presente, imitam-na: quando ausente, desejam-na; na eternidade triunfa coroada, vencedora nos combates Imaculados.

    3 A numerosa prole dos ímpios de nada servirá; proveniente de rebentos bastardos, não lançará profundas raízes, não assentará sobre uma base estável,

    4 Ainda que, durante algum tempo, se cobrisse de ramos, como se não acha firme, será abalada pelo vento, e desarraigada pela impetuosidade dos furacões.

    5 Pelo que serão quebrados os seus ramos, antes de terem completado o seu crescimento e os seus frutos serão inúteis, verdes demais para comer, não servindo para nada.

    6 Porque os filhos, que nascem de uniões ilícitas, são testemunhas (que depõem) contra seus pais, na ocasião do seu julgamento.

    7 Porém o justo, ainda que seja acometido pela morte prematura, estará em descanso, (ver nota)

    8 porque uma velhice venerável não consiste numa longa vida, não se mede pelo número dos anos. A prudência do homem é (que se pode chamar) os seus cabelos brancos,

    9 e uma vida imaculada é uma idade avançada.

    10 Tendo-se (o justo) tornado agradável a Deus, foi por ele amado, e, como vivia no meio dos pecadores, foi transferido.

    11 Foi arrebatado para que a malícia lhe não pervertesse a inteligência, e para que os enganos não iludissem a sua alma.

    12 Porque a fascinação do vício escurece o bem, e a vertigem da paixão transtorna o espírito inocente.

    13 Chegado em pouco tempo à perfeição, viveu uma larga vida.

    14 A sua alma era agradável a Deus, e, por isso, ele se apressou a tirá-lo do meio das iniquidades. Os povos estão vendo isto, e não entendem nem reflectem, nos seus corações, (ver nota)

    15 que a graça de Deus e a sua misericórdia estão sobre os seus eleitos, e que os seus olhares protectores estão sobre os seus santos.

    16 Mas o justo morto condena os ímpios vivos, e a mocidade, chegada depressa à perfeição, (condena) a larga vida do injusto.

    17 Eles verão o fim do sábio, mas não compreenderão o desígnio de Deus sobre ele, nem por que o Senhor o pôs a salvo.

    18 Ve-lo-ão e desprezá-lo-ão, mas o Senhor zombará deles;

    19 depois disto morrerão sem honra, e ficarão com opróbrio, para sempre, entre os mortos, porque (Deus) os despedaçará e, reduzidos ao silêncio, os precipitará; abalá-los-á até aos fundamentos, e serão mergulhados na última desolação; serão lançados no sofrimento; e a sua memória perecerá.

    20 Comparecerão medrosos com a lembrança dos seus pecados, e as suas iniquidades se levantarão contra eles para os acusar.