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    Eclesiastes, 10

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    Notas do capítulo
    • No capítulo 10 do livro de Eclesiastes, o autor discute a importância da sabedoria e da prudência em contraste com a insensatez e a loucura. Ele também destaca a importância de se manter calmo e controlado, mesmo em situações difíceis. Aqui estão cinco versículos relacionados com esses temas:

    • Provérbios 14:8: "O sábio considera bem os seus passos, mas o tolo engana-se a si mesmo." Este versículo destaca a importância da sabedoria e do discernimento na tomada de decisões, algo que é enfatizado em Eclesiastes 10.

    • Provérbios 12:16: "O insensato mostra logo toda a sua irritação, mas o homem prudente a ignora." Este versículo ressalta a importância de se manter calmo e controlado, mesmo em situações estressantes ou irritantes, algo que é enfatizado em Eclesiastes 10.

    • Provérbios 13:16: "Todo homem prudente age com conhecimento, mas o tolo espraia a sua loucura." Este versículo destaca a importância da prudência e da sabedoria na vida, algo que é enfatizado em Eclesiastes 10.

    • Provérbios 15:1: "A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira." Este versículo ressalta a importância de se manter calmo e controlado, mesmo em situações difíceis, algo que é enfatizado em Eclesiastes 10.

    • Provérbios 16:32: "Melhor é o longânimo do que o valente, e o que governa o seu espírito do que o que toma uma cidade." Este versículo destaca a importância de se manter calmo e controlado, e de governar o próprio espírito, algo que é enfatizado em Eclesiastes 10.

    1 A mosca que morre no unguento do perfumista infecta-o e corrompe-o. Um pouco de insensatez estraga a sabedoria e a glória (mais brilhante).

    2 O coração do sábio está na sua mão direita, e o coração do insensato na sua esquerda. (ver nota)

    3 O Insensato, mal se põe a caminho (mostra que) lhe falta o senso, e todos dizem: É um louco.

    4 Se a cólera do príncipe se elevar contra ti, não abandones o teu posto, porque a calma evita grandes males.

    5 Há um mal, que eu vi debaixo do sol, como derivado dum engano do príncipe:

    6 o insensato elevado a uma sublime dignidade, e os ricos (em prudência) postos em baixo.

    7 Eu vi escravos a cavalo, e príncipes andando a pé sobre a terra, como escravos.

    8 Aquele que abriu uma cova (para outro lá cair) cairá nela; e o que desfaz (por maldade) uma parede, mordê-lo-á a cobra.

    9 Aquele que transporta pedras será maltratado por elas, e o que racha lenha será ferido pelas lascas.

    10 Se o ferro estiver embotado, e não for a amolar, é preciso redobrar de esforços, mas a sabedoria é preferível para o bom êxito,

    11 Se a serpente morder, por falta de encantamento nenhum proveito há para o encantador (em saber encantar).

    12 As palavras que saem da boca do sábio são cheias de graça; os lábios, porém, do insensato perdê-lo-ão.

    13 As suas primeiras palavras são uma estultícia e as últimas que lhe saem da boca, são loucura maligna.

    14 O insensato multiplica as palavras. O homem ignora o que houve antes dele; e quem lhe poderá indicar o que será depois?

    15 O trabalho dos insensatos aflige-os; nem sequer sabem (o caminho para ir) à cidade. (ver nota)

    16 Desgraçada de ti, terra, cujo rei é um menino (que não sabe governar), e cujos príncipes comem desde manhã (em orgias).

    17 Ditosa a terra, cujo rei é de uma família ilustre, e cujos príncipes comem a seu tempo para se nutrirem, e não por prazer.

    18 Pela preguiça (em fazer reparações) se irá abatendo o madeiramento do tecto, e pela incúria das mãos virá a chover em toda a casa.

    19 Fazem-se festins para haver satisfação; o vinho alegra a vida e o dinheiro serve para tudo.

    20 Não digas mal do rei, nem mesmo no teu pensamento, e não fales mal do rico, nem mesmo no retiro do teu quarto, porque as aves do céu levarão a tua voz, e os pássaros publicarão as tuas palavras.