Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Eclesiastes, 2

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Tb

    Jt

    Et

    Sl

    1Mc

    2Mc

    Pr

    Ec

    Ct

    Sb

    Eclo

    Is

    Jr

    Lm

    Br

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ab

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    At

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pd

    2Pd

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    Notas do capítulo
    • Eclesiastes 2 aborda a busca do autor pela felicidade e significado na vida através de várias experiências e empreendimentos, mas no final ele conclui que tudo é vaidade e correr atrás do vento. Para complementar essa temática, seguem cinco versículos relacionados:

    • Provérbios 16:9: "O coração do homem planeja o seu caminho, mas o Senhor dirige os seus passos." O autor de Eclesiastes tentou planejar sua vida em busca de felicidade e sucesso, mas acabou percebendo que a direção de Deus é a mais importante.

    • Mateus 6:19-21: "Não ajuntem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas ajuntem para vocês tesouros no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração." Este versículo ressalta a ideia de que a busca por riquezas e bens materiais é em vão, pois não trazem felicidade duradoura.

    • Filipenses 4:11-12: "Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade." O autor de Eclesiastes tentou preencher seu vazio interior com bens materiais e prazeres, mas este versículo ressalta que a verdadeira felicidade vem do contentamento com o que se tem.

    • Romanos 12:2: "Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." O autor de Eclesiastes percebeu que seguir os padrões do mundo e buscar a felicidade nos prazeres mundanos é fútil, este versículo aponta para a necessidade de uma renovação da mente para encontrar a verdadeira felicidade.

    • Mateus 16:26: "Pois que adiantará o homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou, o que o homem poderá dar em troca de sua alma?" O autor de Eclesiastes tentou encontrar significado na vida através de prazeres e conquistas, mas este versículo ressalta a importância de priorizar a vida espiritual e a eternidade.

    1 Então eu disse no meu coração: Vamos! Tentemos a alegria, gozemos o prazer. Mas vi que também isto era vaidade.

    2 Por isso disse ao riso: És um louco! e à alegria; De que serves?

    3 (Em seguida) resolvi dentro no meu coração entregar ao vinho a minha carne, aplicando ainda o meu ânimo à sabedoria; (resolvi) dar-me (dentro de certos limites) à loucura, até ver que coisa seria útil aos filhos dos homens, em que ocupação devem eles empregar-se debaixo dos céus durante os dias da sua vida.

    4 Executei grandes obras, edifiquei para mim casas e plantei vinhas;

    5 fiz jardins e pomares, e pus neles árvores de toda a espécie;

    6 construí depósitos de águas para regar o bosque em que cresciam as árvores;

    7 comprei escravos e escravas, e tive muita família; tive multo gado, manadas de bois e rebanhos de ovelhas, mais do que todos os que houve antes de mim em Jerusalém.

    8 Amontoei prata e ouro, riquezas de reis e de províncias. (Para me deleitarem os ouvidos) escolhi cantores e cantoras, e tudo o que faz as delícias dos filhos dos homens, taças e jarros (preciosos) para o serviço do vinho.

    9 Ultrapassei em grandeza todos os que viveram antes de mim em Jerusalém, conservando, porém, a minha sabedoria.

    10 Não recusei aos meus olhos coisa alguma de tudo o que eles desejaram; nem proibi ao meu coração que gozasse de todo o prazer, e se deleitasse nas coisas que eu lhe tinha preparado; e julguei que seria esta a minha sorte, o disfrutar do meu trabalho.

    11 Depois, reflectindo em todas as obras que as minhas mãos tinham feito, e nos trabalhos em que eu debalde tinha suado, vi em tudo vaidade e aflição de espirito (reconheci) que nada havia de proveito debaixo do sol.

    12 Passei à contemplação da sabedoria, dos desvarios, e da loucura. Qual é o homem que virá depois do rei, que há muito tempo foi designado?

    13 E reconheci que a sabedoria leva tanta vantagem sobre a loucura, quanta a luz sobre as trevas.

    14 Os olhos do sábio estão na sua cabeça; o Insensato anda nas trevas.

    15 Todavia reconheci que ambos têm a mesma sorte e disse dentro no meu coração; Se eu e o insensato devemos ter a mesma sorte, igualmente, de que me serve toda a minha sabedoria? E adverti que também isto era vaidade.

    16 Porque a memória do sábio, do mesmo modo que a do Insensato, não será eterna, e os tempos futuros sepultarão tudo igualmente no esquecimento. Tanto morre o sábio como ignorante.

    17 E por isso a minha vida se me tornou fastidiosa, vendo que tudo é mau debaixo do sol, que tudo é vaidade e aflição de espírito. (ver nota)

    18 Em conseqüência disto detestei toda aquela aplicação, com que eu tinha trabalhado tanto debaixo do sol, porque tudo hei-de deixar ao que vier depois de mim.

    19 E quem pode saber se esse será sábio ou insensato? Contudo será senhor dos meus trabalhos, que me custaram cuidados e sabedoria.

    20 Por este motivo dei de mão a todas estas coisas, e o meu coração renunciou a afadigar-se mais por nada deste mundo.

    21 Com efeito, que um homem trabalhe com sabedoria, ciência e feliz êxito, para deixar o fruto do seu trabalho a outro que nenhuma colaboração prestou, é uma coisa vã e uma grande desgraça.

    22 Que proveito tirará o homem de todo o seu trabalho e aflição de espírito, com que é atormentado debaixo do sol?

    23 Todos os seus dias são cheios de dores e de amarguras, e nem de noite descansa o seu coração. E não é isto uma vaidade (ou miséria)?

    24 Nada há melhor para o homem que comer e beber e gozar o bem-estar, fruto do seu trabalho. Mas também isto vem da mão de Deus. (ver nota)

    25 Quem, com efeito, pode comer e gozar bem-estar sem ele? (E todavia sou infeliz).

    26 Ele (Deus) ao homem que lhe é agradável, dá sabedoria, e ciência e alegria; mas ao pecador dá aflição e cuidado de recolher e acumular bens, para os deixar a quem Deus quiser. E também isto é vaidade e tormento do espirito.