Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Eclesiastes, 9

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Tb

    Jt

    Et

    Sl

    1Mc

    2Mc

    Pr

    Ec

    Ct

    Sb

    Eclo

    Is

    Jr

    Lm

    Br

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ab

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    At

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pd

    2Pd

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    Notas do capítulo
    • Eclesiastes 9 é um capítulo que fala sobre a inevitabilidade da morte e a transitoriedade da vida. O autor reflete sobre a imprevisibilidade dos eventos e o fato de que a morte chega para todos, independentemente de suas realizações ou fracassos. Os versículos selecionados abaixo ajudam a ampliar esses temas:

    • Salmos 89:48: "Qual é o homem que vive e não vê a morte, ou que pode livrar-se do poder do sepulcro?" Este verso destaca a inevitabilidade da morte e a transitoriedade da vida humana.

    • Salmos 90:12: "Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios." Este verso destaca a importância de valorizar o tempo que temos, pois a vida é breve e passageira.

    • Hebreus 9:27: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disso, o juízo." Este verso ressalta que a morte é um evento inevitável e que será seguida pelo juízo divino.

    • Lucas 12:19-20: "E direi à minha alma: tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?" Este verso alerta contra a arrogância e a complacência, lembrando que a morte pode chegar a qualquer momento e que, por isso, devemos estar preparados.

    • 2 Coríntios 5:1: "Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus." Este verso fala sobre a esperança cristã de uma vida após a morte, o que oferece conforto e perspectiva diante da inevitabilidade da morte.

    1 Resolvi todas estas coisas no meu coração, para diligentemente as entender: os justos e sábios, com as suas obras, estão na mão de Deus; o homem não sabe se é dígno de amor, se de ódio: tudo está diante deles,

    2 tudo acontece igualmente a todos, (havendo) a mesma sorte para o justo e para o ímpio, para o bom e puro e para o impuro, para o que oferece sacrifícios e para o que os não oferece. O bom é tratado como o pecador; o perjuro como aquele que jura verdade.

    3 Isto é o que há de pior entre tudo o que se passa debaixo do sol; que haja para todos a mesma sorte; daqui vem que os corações dos filhos dos homens se enchem de malícia e que a loucura habita no seu coração, durante a vida; depois disto, (serão conduzidos) à habitação dos mortos.

    4 Enquanto se vive, há esperança. Mais vale um cão vivo, do que um leão morto.

    5 Os que estão vivos sabem que hão-de morrer, porém, os mortos não sabem nada, nem recebem mais salário porque a sua memória ficou entregue ao esquecimento.

    6 O amor, o ódio e a inveja pereceram juntamente com eles; não têm mais parte alguma no que se faz debaixo do sol.

    7 Vai, pois, e come o teu pão com alegria, e bebe com gosto o teu vinho, porque a Deus agradam as tuas obras.

    8 Os teus vestidos sejam em todo o tempo brancos e não falte o óleo perfumado que unja a tua cabeça. (ver nota)

    9 Goza da vida, com tua amada companheira, durante todos os dias da tua vida fugaz, que (Deus) te dá debaixo do sol durante todo o tempo da tua vaidade (vida frágil), porque esta é a tua parte na vida e no trabalho com que te afadigas debaixo do sol.

    10 Faze com presteza tudo quanto pode fazer a tua mão, porque na sepultura, para onde te precipitas, não há nem obra, nem razão, nem ciência, nem sabedoria.

    11 Voltei-me e vi que debaixo do sol a corrida não é para os velozes, nem a guerra para os fortes, nem o pão para os inteligentes, nem as riquezas para os entendidos, nem o favor para os sábios; o tempo e o acaso em tudo se misturam

    12 O homem não sabe que fim será o seu: como os peixes são apanhados no anzol, e as aves caem no laço, assim os homens são surpreendidos pela adversidade, quando ela der sobre eles de improviso.

    13 Um outro facto observei sob o sol, que foi para mim uma grande lição:

    14 Havia uma pequena cidade, e nela se achavam poucos homens; foi contra ela um grande rei, bloqueou-a e levantou ao redor altas torres.

    15 Ora encontrava-se nela um homem pobre e sábio que livrou a cidade pela sua sabedoria. E ninguém depois disto se lembrou mais daquele homem pobre.

    16 Então disse comigo: a sabedoria vale mais do que a fortaleza, mas é desprezada a sabedoria do pobre, e não são ouvidas as suas palavras.

    17 As palavras dos sábios, (proferidas) com calma, são mais ouvidas que o clamor do chefe entre os insensatos.

    18 Vale mais a sabedoria, do que as armas da guerra. Uma só falta pode destruir muito bem.