Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Jó, 39

    Gén

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    37

    38

    39

    40

    41

    42

    1 “Por acaso, sabes quando nascem os filhos das cabras-montesas? Já viste as corças darem à luz as suas crias?

    2 Contas os meses da sua gestação? Sabes quando é que vão dar à luz?

    3 Elas agacham-se para dar à luz as suas crias, E as suas dores de parto terminam.

    4 As suas crias ficam fortes e crescem nos campos; Vão-se embora e não voltam mais.

    5 Quem pôs o jumento selvagem*1 em liberdade, E quem soltou as cordas do jumento selvagem?

    1. Ou: “o onagro”.

    6 Fiz da planície desértica a sua habitação, E da terra salgada a sua moradia.

    7 Ele despreza a agitação da cidade, Não ouve os gritos do condutor.

    8 Vagueia pelas colinas em busca de pasto, À procura de todo o tipo de plantas verdes.

    9 Será que o touro selvagem vai querer servir-te? Será que ele vai passar a noite no teu estábulo?*1

    1. Ou: “na tua manjedoura”.

    10 Por acaso, podes prender o touro selvagem ao arado*1 com uma corda, Ou será que ele te seguirá para lavrar*2 o vale?

    1. Lit.: “sulco”.

    2. Ou: “gradar”.

    11 Confiarás na sua grande força E deixarás que faça o trabalho pesado por ti?

    12 Por acaso, contarás com ele para que traga a tua colheita*1 E a ajunte na tua eira?

    1. Lit.: “semente”.

    13 As asas da avestruz batem alegremente, Mas será que as suas asas e plumagem se comparam às da cegonha?

    14 Ela deixa os seus ovos no chão E mantém-nos aquecidos no pó.

    15 Ela esquece-se de que alguém os pode pisar, Ou que um animal selvagem os pode esmagar.

    16 Trata as suas crias com dureza, como se não fossem suas; Não se importa que o seu trabalho tenha sido em vão.

    17 Pois Deus negou-lhe*1 sabedoria E não lhe deu entendimento.

    1. Lit.: “fê-la esquecer a”.

    18 Contudo, quando se levanta e bate as asas, Ri-se do cavalo e do cavaleiro.

    19 És tu que dás força ao cavalo, E vestes o seu pescoço com uma crina esvoaçante?

    20 Será que o podes fazer saltar como um gafanhoto? O seu relinchar*1 majestoso é atemorizante.

    1. Lit.: “bufar”.

    21 Ele escarva o chão do vale e alegra-se muito;*1 Sai a correr para a batalha.*2

    1. Lit.: “alegra-se em poder”.

    2. Lit.: “Sai para enfrentar armamento”.

    22 Ele ri-se do medo e não se assusta com nada, Não recua por causa da espada.

    23 Sobre ele a aljava chocalha; A lança e o dardo brilham.

    24 A tremer e agitado, ele sai a galopar,*1 Não consegue ficar parado ao*2 som da buzina.

    1. Lit.: “devora o chão (a terra)”.

    2. Ou, possivelmente: “Ele não acredita no”.

    25 Ao toque da buzina, ele relincha. De longe, sente o cheiro da batalha E ouve os gritos dos comandantes e o grito de guerra.

    26 Será que é por causa do teu entendimento que o falcão plana, Estendendo as suas asas para o sul?

    27 Ou é às tuas ordens que a águia voa para cima E constrói no alto o seu ninho,

    28 Passando a noite num rochedo, Na fortaleza onde vive, num penhasco?*1

    1. Lit.: “no dente de um rochedo”.

    29 De lá, ela procura alimento, Os seus olhos veem a uma grande distância.

    30 Os seus filhotes bebem sangue; E onde há mortos, lá está ela.”