Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Atos dos Apóstolos, 6

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    1 Naqueles dias, ao aumentar o número de discípulos, os judeus que falavam grego começaram a reclamar dos judeus que falavam hebraico, porque as suas viúvas estavam sendo deixadas de lado na distribuição diária.

    2 De modo que os Doze reuniram a multidão dos discípulos e disseram: “Não é correto*1 que deixemos a palavra de Deus para servir alimento às mesas.

    1. Lit.: “agradável”.

    3 Portanto, irmãos, escolham entre vocês sete homens de boa reputação,*1 cheios de espírito e de sabedoria, e nós os designaremos para essa tarefa necessária.

    1. Ou: “sete homens de quem se fala bem”.

    4 Mas nós mesmos nos dedicaremos à oração e ao ministério da palavra.”

    5 O que eles disseram agradou a toda a multidão, e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e de espírito santo, e também Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Pármenas e Nicolau, prosélito de Antioquia.

    6 Eles os levaram aos apóstolos, que, depois de orar, lhes impuseram as mãos.

    7 Assim, a palavra de Deus continuava se espalhando, e o número de discípulos se multiplicava muito em Jerusalém. E uma grande multidão de sacerdotes se tornou obediente à fé.

    8 Estêvão, cheio de favor divino e de poder, realizava grandes sinais e milagres*1 entre o povo.

    1. Ou: “portentos”.

    9 Mas alguns homens da chamada Sinagoga dos Libertos, junto com alguns cireneus e alexandrinos, bem como alguns da Cilícia e da Ásia, vieram para discutir com Estêvão.

    10 Contudo, não puderam resistir à sabedoria e ao espírito com que ele falava.

    11 Então, eles secretamente persuadiram alguns homens a dizer: “Nós o ouvimos falar blasfêmias contra Moisés e contra Deus.”

    12 E eles atiçaram o povo, os anciãos e os escribas; e, numa investida, agarraram-no e levaram-no ao Sinédrio.

    13 Apresentaram então testemunhas falsas, que disseram: “Este homem não para de falar contra este lugar santo e contra a Lei.

    14 Por exemplo, nós o ouvimos dizer que esse Jesus, o Nazareno, derrubará este lugar e mudará os costumes que Moisés nos transmitiu.”

    15 E, quando todos os sentados no Sinédrio fixaram os olhos nele, viram que o seu rosto era como o rosto de um anjo.