Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Isaías, 14

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Tb

    Jt

    Et

    Sl

    1Mc

    2Mc

    Pr

    Ec

    Ct

    Sb

    Eclo

    Is

    Jr

    Lm

    Br

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ab

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    At

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pd

    2Pd

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    37

    38

    39

    40

    41

    42

    43

    44

    45

    46

    47

    48

    49

    50

    51

    52

    53

    54

    55

    56

    57

    58

    59

    60

    61

    62

    63

    64

    65

    66

    Notas do capítulo
    • Isaías 14 começa com a profecia da queda do rei da Babilônia, que havia oprimido o povo de Israel. O capítulo descreve a queda desse rei orgulhoso e arrogante, que agora será reduzido a um simples cadáver como qualquer outro homem. Em seguida, o povo de Israel é convocado a cantar um cântico de triunfo, pois a opressão do inimigo chegou ao fim.

    • Salmos 137:8-9: "Ó filha da Babilônia, devastadora; feliz aquele que te retribuir o que nos fizeste! Feliz aquele que pegar teus filhinhos e esmagá-los contra a rocha!" Este salmo expressa a amargura do povo de Israel em relação à Babilônia, que havia destruído o templo e levado o povo para o exílio.

    • Jeremias 50:34: "Contudo, o seu Redentor é forte, o Senhor dos Exércitos é o seu nome. Ele defenderá vigorosamente o meu povo na sua causa, para que possa dar descanso à terra e causar terror aos moradores da Babilônia." Neste versículo, Jeremias profetiza a derrota final da Babilônia e a libertação do povo de Deus.

    • Apocalipse 18:2: "Ele clamou com voz forte, dizendo: 'Caiu! Caiu a grande Babilônia! Ela se tornou morada de demônios e abrigo de todo espírito imundo, abrigo de toda ave impura e detestável!'" Neste versículo do livro de Apocalipse, a queda da Babilônia é anunciada novamente, desta vez sob a forma de uma cidade corrupta e imoral que atrai a ira de Deus.

    • Zacarias 2:7-9: "Aí, a cidade do Senhor dos Exércitos! Será um esplendor! Ele enviará os seus mensageiros para anunciarem a salvação, dizendo: 'Consolai-vos, consolai-vos, ó povo meu, diz o Senhor. Falai ao coração de Jerusalém, dizendo que ela já cumpriu o seu tempo, que a sua iniquidade está perdoada, que já recebeu em dobro da mão do Senhor, por todos os seus pecados.'" Este trecho de Zacarias fala da restauração de Jerusalém após o exílio babilônico e a queda da Babilônia.

    • Apocalipse 19:1-2: "Depois destas coisas, ouvi no céu como que um grande clamor de uma multidão que dizia: 'Aleluia! A salvação, a glória e o poder pertencem ao nosso Deus, pois verdadeiros e justos são os seus juízos. Ele julgou a grande prostituta que corrompia a terra com a sua prostituição, e vingou o sangue dos seus servos nas mãos dela!'" Este trecho do livro de Apocalipse também fala da queda da Babilônia, agora sob a forma de uma "prostituta" que corrompe a terra e que é finalmente julgada por Deus.

    1 Porque o Senhor terá compaixão de Jacó, e ainda dará a Israel a sua predileção e os restabelecerá na sua terra, os estrangeiros se reunirão a eles e se agregarão à casa de Jacó.

    2 Os povos virão buscá-los para conduzi-los à sua morada. A casa de Israel os possuirá na terra do Senhor como servos e como servas. Conservarão prisioneiros aqueles que os tinham detido, e dominarão seus opressores.

    3 Quando o Senhor te tiver aliviado de tuas penas, de teus tormentos e da dura servidão a que estiveste sujeito,

    4 cantarás esta sátira contra o rei de Babilônia, e dirás: “Como? Não existe mais o tirano! Acabou-se a tormenta!*1

    5 O Senhor despedaçou o bastão dos perversos e o cetro dos opressores.

    6 Ele feria os povos com fúria, vibrando golpes sem interrupção, e governava as nações com brutalidade, subjugando-as sem piedade.

    7 Toda a terra conhece o repouso e a paz, todos exultam em cantos de alegria.

    8 Até os ciprestes se regozijam de tua queda, dizendo com os cedros do Líbano: ‘Desde que caíste, não sobe até nós o lenhador’.

    9 Debaixo da terra se agita a morada dos mortos, para receber-te à tua chegada; despertam em tua honra as sombras dos grandes, e todos os senhores da terra, e levantam-se de seus tronos todos os reis das nações.

    10 Todos tomam a palavra para dizer-te: ‘Finalmente, eis-te fraco como nós, eis-te semelhante a nós’.

    11 Tua majestade desceu à morada dos mortos, acompanhada do som de tuas harpas. Jazes sobre um leito de vermes e os vermes são a tua coberta.

    12 Então! Caíste dos céus, astro brilhante, filho da aurora! Então! Foste abatido por terra, tu que prostravas as nações!*1

    13 Tu dizias: ‘Escalarei os céus e erigirei meu trono acima das estrelas. Eu me assentarei no monte da assembleia, no extremo norte.*1

    14 Subirei sobre as nuvens mais altas e me tornarei igual ao Altíssimo’.

    15 E, entretanto, eis que foste precipitado à morada dos mortos, ao mais profundo abismo.

    16 Detêm-se para ver-te melhor, e procuram reconhecer-te: ‘Porventura é aquele que fazia tremer a terra, e abalava os impérios,

    17 que fazia do mundo um deserto, e destruía as cidades, e impedia os prisioneiros de voltarem para suas casas?’.

    18 Todos os reis das nações, todos repousam com glória, cada um no seu túmulo;

    19 tu, porém, foste atirado para longe de teu sepulcro, como um aborto que causa horror. Os cadáveres dos homens mortos à espada jazem sobre as pedras de uma tumba;

    20 tal como uma carniça que se calca aos pés, tu não te reunirás a eles no sepulcro, porque arruinaste tua terra, e fizeste perecer o teu povo. Nunca, jamais se falará da raça dos ímpios.*1

    21 Preparai o massacre dos filhos por causa da iniquidade dos pais. Que eles não se levantem para conquistar o mundo, e invadir toda a face da terra.

    22 ‘Eu me levantarei contra eles’ – declara o Senhor dos exércitos –, ‘apagarei o nome e o vestígio de Babilônia, sua raça e sua posteridade’ – diz o Senhor –.

    23 ‘Farei dela o domínio da garça real, um lodaçal. Eu, varrerei com a vassoura da destruição’, – palavra do Senhor dos exércitos”.

    24 Jurou o Senhor dos exércitos: “Por certo será feito como eu decidi, e o que resolvi se cumprirá.

    25 Esmagarei o assírio em minha terra e o calcarei aos pés nos meus montes. Serão livres de seu jugo, e o seu fardo não lhes pesará nos ombros.

    26 Eis a decisão tomada para toda a terra; é assim que eu estendo a mão sobre todas as nações”.

    27 O Senhor dos exércitos decidiu, quem mudará sua sentença? Sua mão está estendida, quem o fará retirá-la?

    28 Este oráculo data do ano da morte do rei Acaz:

    29 Não te alegres, ó terra dos filisteus, de que tenha sido quebrada a vara que te feria, porque da estirpe da serpente nascerá uma áspide, e seu fruto será um dragão voador.

    30 Os humildes poderão pastar nas minhas pastagens, e os pobres dormirão tranquilos. Eu farei, porém, morrer de fome a tua raça, e matarei tua posteridade.

    31 Lamenta-te, ó porta! Grita, ó cidade! Treme, ó terra inteira dos filisteus! Porque do norte vem uma nuvem de poeira, e batalhões em filas cerradas.*1

    32 E que responderá meu povo aos mensageiros desta nação? Que o Senhor fundou Sião, e que os humildes de seu povo aí encontrarão o refúgio.*1