Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Provérbios, 18

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Et

    Sl

    Pv

    Ec

    Ct

    Is

    Jr

    Lm

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    Atos

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    1 O solitário busca o seu próprio interesse e insurge-se contra a verdadeira sabedoria.

    2 O insensato não tem prazer no entendimento, senão em externar o seu interior.

    3 Vindo a perversidade, vem também o desprezo; e, com a ignomínia, a vergonha.

    4 Águas profundas são as palavras da boca do homem, e a fonte da sabedoria, ribeiros transbordantes.

    5 Não é bom ser parcial com o perverso, para torcer o direito contra os justos.

    6 Os lábios do insensato entram na contenda, e por açoites brada a sua boca.

    7 A boca do insensato é a sua própria destruição, e os seus lábios, um laço para a sua alma.

    8 As palavras do maldizente são doces bocados que descem para o mais interior do ventre.

    9 Quem é negligente na sua obra já é irmão do desperdiçador.

    10 Torre forte é o nome do SENHOR, à qual o justo se acolhe e está seguro.

    11 Os bens do rico lhe são cidade forte e, segundo imagina, uma alta muralha.

    12 Antes da ruína, gaba-se o coração do homem, e diante da honra vai a humildade.

    13 Responder antes de ouvir é estultícia e vergonha.

    14 O espírito firme sustém o homem na sua doença, mas o espírito abatido, quem o pode suportar?

    15 O coração do sábio adquire o conhecimento, e o ouvido dos sábios procura o saber.

    16 O presente que o homem faz alarga-lhe o caminho e leva-o perante os grandes.

    17 O que começa o pleito parece justo, até que vem o outro e o examina.

    18 Pelo lançar da sorte, cessam os pleitos, e se decide a causa entre os poderosos.

    19 O irmão ofendido resiste mais que uma fortaleza; suas contendas são ferrolhos de um castelo.

    20 Do fruto da boca o coração se farta, do que produzem os lábios se satisfaz.

    21 A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto.

    22 O que acha uma esposa acha o bem e alcançou a benevolência do SENHOR.

    23 O pobre fala com súplicas, porém o rico responde com durezas.

    24 O homem que tem muitos amigos sai perdendo; mas há amigo mais chegado do que um irmão.