Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Provérbios, 14

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Et

    Sl

    Pv

    Ec

    Ct

    Is

    Jr

    Lm

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    Atos

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    1 A mulher sábia edifica a sua casa, mas a insensata, com as próprias mãos, a derriba.

    2 O que anda na retidão teme ao SENHOR, mas o que anda em caminhos tortuosos, esse o despreza.

    3 Está na boca do insensato a vara para a sua própria soberba, mas os lábios do prudente o preservarão.

    4 Não havendo bois, o celeiro fica limpo, mas pela força do boi há abundância de colheitas.

    5 A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras.

    6 O escarnecedor procura a sabedoria e não a encontra, mas para o prudente o conhecimento é fácil.

    7 Foge da presença do homem insensato, porque nele não divisarás lábios de conhecimento.

    8 A sabedoria do prudente é entender o seu próprio caminho, mas a estultícia dos insensatos é enganadora.

    9 Os loucos zombam do pecado, mas entre os retos há boa vontade.

    10 O coração conhece a sua própria amargura, e da sua alegria não participará o estranho.

    11 A casa dos perversos será destruída, mas a tenda dos retos florescerá.

    12 Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.

    13 Até no riso tem dor o coração, e o fim da alegria é tristeza.

    14 O infiel de coração dos seus próprios caminhos se farta, como do seu próprio proceder, o homem de bem.

    15 O simples dá crédito a toda palavra, mas o prudente atenta para os seus passos.

    16 O sábio é cauteloso e desvia-se do mal, mas o insensato encoleriza-se e dá-se por seguro.

    17 O que presto se ira faz loucuras, e o homem de maus desígnios é odiado.

    18 Os simples herdam a estultícia, mas os prudentes se coroam de conhecimento.

    19 Os maus inclinam-se perante a face dos bons, e os perversos, junto às portas do justo.

    20 O pobre é odiado até do vizinho, mas o rico tem muitos amigos.

    21 O que despreza ao seu vizinho peca, mas o que se compadece dos pobres é feliz.

    22 Acaso, não erram os que maquinam o mal? Mas amor e fidelidade haverá para os que planejam o bem.

    23 Em todo trabalho há proveito; meras palavras, porém, levam à penúria.

    24 Aos sábios a riqueza é coroa, mas a estultícia dos insensatos não passa de estultícia.

    25 A testemunha verdadeira livra almas, mas o que se desboca em mentiras é enganador.

    26 No temor do SENHOR, tem o homem forte amparo, e isso é refúgio para os seus filhos.

    27 O temor do SENHOR é fonte de vida para evitar os laços da morte.

    28 Na multidão do povo, está a glória do rei, mas, na falta de povo, a ruína do príncipe.

    29 O longânimo é grande em entendimento, mas o de ânimo precipitado exalta a loucura.

    30 O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos.

    31 O que oprime ao pobre insulta aquele que o criou, mas a este honra o que se compadece do necessitado.

    32 Pela sua malícia é derribado o perverso, mas o justo, ainda morrendo, tem esperança.

    33 No coração do prudente, repousa a sabedoria, mas o que há no interior dos insensatos vem a lume.

    34 A justiça exalta as nações, mas o pecado é o opróbrio dos povos.

    35 O servo prudente goza do favor do rei, mas o que procede indignamente é objeto do seu furor.