Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Provérbios, 25

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Et

    Sl

    Pv

    Ec

    Ct

    Is

    Jr

    Lm

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    Atos

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    1 Também estes são provérbios de Salomão, os quais transcreveram os homens de Ezequias, rei de Judá.

    2 A glória de Deus é encobrir as coisas; mas a glória dos reis é esquadrinhá-las.

    3 Como o céu na sua altura, e como a terra na sua profundidade, assim o coração dos reis é inescrutável.

    4 Tira da prata a escória, e sairá um vaso para o fundidor.

    5 Tira o ímpio da presença do rei, e o seu trono se firmará na justiça.

    6 Não reclames para ti honra na presença do rei, nem te ponhas no lugar dos grandes;

    7 porque melhor é que te digam: Sobe, para aqui; do que seres humilhado perante o príncipe.

    8 O que os teus olhos viram, não te apresses a revelar, para depois, ao fim, não saberes o que hás de fazer, podendo-te confundir o teu próximo.

    9 Pleiteia a tua causa com o teu próximo mesmo; e não reveles o segredo de outrem;

    10 para que não te desonre aquele que o ouvir, não se apartando de ti a infâmia.

    11 Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo.

    12 Como pendentes de ouro e gargantilhas de ouro puro, assim é o sábio repreensor para o ouvido obediente.

    13 Como o frescor de neve no tempo da sega, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam, porque refrigera o espírito dos seus senhores.

    14 como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba de dádivas que não fez.

    15 Pela longanimidade se persuade o príncipe, e a língua branda quebranta os ossos.

    16 Se achaste mel, come somente o que te basta, para que porventura não te fartes dele, e o venhas a vomitar.

    17 Põe raramente o teu pé na casa do teu próximo, para que não se enfade de ti, e te aborreça.

    18 Malho, e espada, e flecha aguda é o homem que levanta falso testemunho contra o seu próximo.

    19 Como dente quebrado, e pé deslocado, é a confiança no homem desleal, no dia da angústia.

    20 O que entoa canções ao coração aflito é como aquele que despe uma peça de roupa num dia de frio, e como vinagre sobre a chaga.

    21 Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer, e se tiver sede, dá-lhe água para beber;

    22 porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça, e o Senhor te recompensará.

    23 O vento norte traz chuva, e a língua caluniadora, o rosto irado.

    24 Melhor é morar num canto do eirado, do que com a mulher rixosa numa casa ampla.

    25 Como água fresca para o homem sedento, tais são as boas-novas de terra remota.

    26 Como fonte turva, e manancial poluído, assim é o justo que cede lugar diante do ímpio.

    27 comer muito mel não é bom; não multipliques, pois, as palavras de lisonja.

    28 Como a cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não pode conter o seu espírito.