Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Provérbios, 7

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Et

    Sl

    Pv

    Ec

    Ct

    Is

    Jr

    Lm

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    Atos

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    1 Filho meu, guarda as minhas palavras, e entesoura contigo os meus mandamentos.

    2 Observa os meus mandamentos e vive; guarda a minha lei, como a menina dos teus olhos.

    3 Ata-os aos teus dedos, escreve-os na tábua do teu coração.

    4 Dize à sabedoria: Tu és minha irmã; e chama ao entendimento teu amigo íntimo,

    5 para te guardarem da mulher alheia, da adúltera, que lisonjeia com as suas palavras.

    6 Porque da janela da minha casa, por minhas grades olhando eu,

    7 vi entre os simples, divisei entre os jovens, um mancebo falto de juízo,

    8 que passava pela rua junto à esquina da mulher adúltera e que seguia o caminho da sua casa,

    9 no crepúsculo, à tarde do dia, à noite fechada e na escuridão;

    10 e eis que uma mulher lhe saiu ao encontro, ornada à moda das prostitutas, e astuta de coração.

    11 Ela é turbulenta e obstinada; não param em casa os seus pés;

    12 ora está ela pelas ruas, ora pelas praças, espreitando por todos os cantos.

    13 Pegou dele, pois, e o beijou; e com semblante impudico lhe disse:

    14 Sacrifícios pacíficos tenho comigo; hoje paguei os meus votos.

    15 Por isso saí ao teu encontro a buscar-te diligentemente, e te achei.

    16 Já cobri a minha cama de cobertas, de colchas de linho do Egito.

    17 Já perfumei o meu leito com mirra, aloés e cinamomo.

    18 Vem, saciemo-nos de amores até pela manhã; alegremo-nos com amores.

    19 Porque meu marido não está em casa; foi fazer uma jornada ao longe;

    20 um saquitel de dinheiro levou na mão; só lá para o dia da lua cheia voltará para casa.

    21 Ela o faz ceder com a multidão das suas palavras sedutoras, com as lisonjas dos seus lábios o arrasta.

    22 Ele a segue logo, como boi que vai ao matadouro, e como o louco ao castigo das prisões;

    23 até que uma flecha lhe atravesse o fígado, como a ave que se apressa para o laço, sem saber que está armado contra a sua vida.

    24 Agora, pois, filhos, ouvi-me, e estai atentos às palavras da minha boca.

    25 Não se desvie para os seus caminhos o teu coração, e não andes perdido nas suas veredas.

    26 Porque ela a muitos tem feito cair feridos; e são muitíssimos os que por ela foram mortos.

    27 Caminho de Seol é a sua casa, o qual desce às câmaras da morte.