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    Isaías, 32

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    Notas do capítulo
    • Isaías 32 é um capítulo que fala sobre a justiça e a sabedoria de Deus e como isso se manifesta na vida daqueles que o seguem. O capítulo começa com a promessa de que um rei justo governará a terra, trazendo paz e estabilidade para o povo de Deus. Também é mencionada a importância da sabedoria e da justiça individual, e como isso afeta a sociedade como um todo. Abaixo estão cinco versículos relacionados aos temas abordados em Isaías 32:

    • Provérbios 2:6-8: "Porque o Senhor dá a sabedoria, e da sua boca vem o conhecimento e o entendimento. Ele guarda a verdadeira sabedoria para os retos; é escudo para os que caminham com integridade. Ele protege os caminhos do juízo e guarda o caminho dos seus santos." Este versículo fala sobre como a sabedoria e a justiça vêm de Deus, e como aqueles que o seguem são guardados e protegidos.

    • Provérbios 11:10: "Quando os justos prosperam, a cidade se alegra; quando os ímpios caem, há festa." Esse versículo fala sobre como a justiça individual afeta a sociedade como um todo, trazendo prosperidade e alegria quando as pessoas agem corretamente.

    • Salmo 72:1-2: "Ó Deus, concede ao rei a justiça e ao filho do rei, a tua justiça. Ele julgará o teu povo com justiça e os teus pobres com equidade." Este salmo fala sobre o papel do rei em governar com justiça e equidade, e como isso é importante para o bem-estar do povo.

    • Isaías 33:22: "Porque o Senhor é o nosso juiz, o Senhor é o nosso legislador, o Senhor é o nosso rei; ele nos salvará." Este versículo enfatiza a soberania de Deus e como Ele é o juiz, legislador e rei de Seu povo. Ele é quem traz salvação e justiça.

    • Provérbios 21:3: "Fazer o que é justo e certo é mais aceitável ao Senhor do que oferecer sacrifícios." Esse versículo destaca a importância da justiça e da retidão individual, enfatizando que isso é mais importante para Deus do que ofertas e sacrifícios.

    1 Eis que um rei (de Judá) reinará com justiça, e os príncipes governarão com retidão.

    2 Cada um deles será como um refúgio contra o vento, um abrigo contra a tempestade, como arroios de águas em terra ressequida, como a sombra duma alta rocha em terra árida.

    3 Não se ofuscarão os olhos dos que vêem, e os ouvidos dos que ouvem escutarão atentamente. (ver nota)

    4 O coração dos homens superficiais chegará à compreensão, e a língua dos tartamudos exprimir-se-á com prontidão e clareza.

    5 Não mais se dará ao insensato o nome de nobre, nem ao fraudulento o de grande. (ver nota)

    6 Com efeito, o insensato diz loucuras, e o seu coração dá-se à iniquidade a fazer coisas ímpias, a falar contra o Senhor com fraude, a deixar vazio o faminto, a tirar a bebida ao que tem sede.

    7 As armas do fraudulento são desleais, está sempre maquinando planos para perder os humildes com discursos mentirosos, e o pobre que fala conforme a justiça.

    8 Porém o nobre tem pensamentos dignos dum nobre, e é nobre o seu proceder.

    9 Mulheres descuidadas, levantai-vos e ouvi a minha voz: filhas demasiado confiantes, prestai ouvidos às minhas palavras.

    10 Dentro dum ano e alguns dias, vós as que viveis tão confiadas, sereis postas em turbação, porque não se fará a vindima, não se fará a colheita.

    11 Tremei, ó despreocupadas, ficai cheias de turbação, vós que estais tão confiadas; despi-vos (das vossas galas) e envergonhai-vos, cingi os vossos rins (de saco).

    12 Batei nos vossos peitos, (chorai) sobre as vossas belas campinas, sobre as vossas vinhas férteis.

    13 Os espinhos e os abrolhos crescem sobre a terra do meu povo, mesmo sobre todas as casas de prazer da cidade alegre!

    14 Os palácios estão abandonados, a cidade ruidosa está deserta, as torres e fortalezas devastadas, transformadas para sempre em cavernas, em lugar de repouso para os asnos monteses, e de pasto para os rebanhos.

    15 (Isto) até que sobre nós se derrame o espírito (de Deus) lá do alto, e o deserto se converta em um vergel, e o vergel em bosque.

    16 (Então) habitará no deserto a retidão e a justiça terá o seu assento no vergel.

    17 A paz será a obra da justiça, o fruto da justiça será o sossego e a segurança para sempre.

    18 O meu povo repousará numa habitação de paz, em moradas seguras, em vivendas tranquilas.

    19 Mas a floresta será abatida pela saraiva, e a cidade (mundana) será profundamente humilhada. (ver nota)

    20 Bem-aventurados vós, que semeais à beira de todas as águas, e que deixais em liberdade o pé do boi e do asno (para que pastem à vontade). (ver nota)