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    Provérbios, 26

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    Notas do capítulo
    • Provérbios 26 é um capítulo que fala sobre a tolice e a insensatez dos insensatos, bem como sobre a importância da prudência e da sabedoria. Abaixo estão cinco versículos que se relacionam com os temas abordados nesse capítulo:

    • Provérbios 1:7: "O temor do Senhor é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a disciplina." Este versículo destaca a importância da sabedoria e do conhecimento que vem do temor do Senhor, que é um tema central em Provérbios 26.

    • Salmos 14:1: "Diz o tolo em seu coração: 'Deus não existe'. Corromperam-se e cometeram atos detestáveis; não há ninguém que faça o bem." Este verso mostra a tolice dos insensatos e como eles agem de maneira imprudente e ímpia.

    • Provérbios 12:15: "O caminho do tolo parece-lhe certo, mas o sábio ouve os conselhos." Este versículo enfatiza a importância da prudência e da busca por conselhos sábios, em vez de seguir nossos próprios instintos tolos.

    • 1 Coríntios 1:20: "Onde está o sábio? Onde está o erudito? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?" Este versículo destaca a diferença entre a sabedoria deste mundo e a sabedoria divina, que é o tema central de Provérbios 26.

    • Provérbios 3:5-6: "Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apoie em seu próprio entendimento; reconheça o Senhor em todos os seus caminhos, e ele endireitará as suas veredas." Este versículo ressalta a importância de confiar em Deus e de buscar sua sabedoria, em vez de confiar em nossa própria sabedoria limitada e insuficiente.

    1 Assim como a neve é imprópria no estio. e as chuvas no tempo da ceifa, assim a glória está mal a um insensato.

    2 Como um pássaro que foge, como a andorinha que voa, assim a maldição proferida sem motivo fica sem efeito.

    3 O açoute é para o cavalo, o freio para o asno, e a vara para as costas dos insensatos.

    4 Não respondas ao louco segundo a sua loucura, para não seres semelhante a ele.

    5 Responde ao louco segundo a sua loucura, para que ele não imagine que é sábio.

    6 Corta os (seus) pés e bebe aflições aquele que envia mensagens por intermédio dum insensato.

    7 As pernas dum entrevado não têm força; da mesma forma, as sentenças na boca do insensato.

    8 Ligar uma pedra à funda, é como dar honra ao insensato.

    9 Como um galho de espinheiro na mão do embriagado, assim é uma sentença na boca dos insensatos.

    10 A sentença do juiz decide as causas; aquele que impõe silêncio a um insensato, apazigua as contendas.

    11 Como o cão que volta ao que vomitou, assim o insensato que recai na sua loucura.

    12 Tens visto um homem que se julga sábio? Há mais a esperar cio estulto do que dele. (ver nota)

    13 O preguiçoso diz: Está um leão no caminho, um leão nas estradas.

    14 Como a porta rola sobre a sua couceira, assim o preguiçoso no seu leito.

    15 O preguiçoso mete a mão no prato, e custa-lhe muito levá-la à boca.

    16 O preguiçoso julga-se mais sábio do que sete homens que dizem coisas acertadas.

    17 Assim como (corre perigo) aquele que toma um cão pelas orelhas, do mesmo modo o que, passando, se mete com impaciência numa bulha que é com outrém.

    18 Assim como é culpado o que (para se divertir) atira setas e dardos que matam (alguém),

    19 assim o é aquele homem que, usando de fraude, prejudica o seu amigo, e, depois (de ter sião apanhado), diz: Eu fazia isto por brincadeira.

    20 Quando não houver mais lenha, apagar-se-á o fogo; assim, desterrado que seja o mexeriqueiro, apaziguar-se-ão as contendas.

    21 Assim como o carvão produz um braseiro, e a lenha o fogo, assim o homem iracundo excita disputas.

    22 As palavras do mexeriqueiro são como iguarias apetitosas, que penetram até ao íntimo das entranhas.

    23 Escórias de prata aplicadas a um vaso de barro, tais são os lábios enganosamente suaves juntos a um coração péssimo.

    24 Pelos seus lábios, se esconde (dissimulando) o homem que odeia, mas no coração está maquinando enganos.

    25 Quando ele te falar num tom amável não te fies nele, porque tem sete abominações no seu coração.

    26 Aquele que oculta o seu ódio debaixo duma aparência fingida, verá a sua malícia descoberta na assembleia pública.

    27 Quem abre a cova cairá nela; e a pedra cairá sobre aquele que a rolou.

    28 A língua enganadora causa muitos males, e a boca aduladora é causa de ruína.