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    Provérbios, 6

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    Notas do capítulo
    • O capítulo 6 de Provérbios é uma advertência contra a preguiça e a falta de responsabilidade financeira. Ele instrui os leitores a trabalharem diligentemente e a evitarem dívidas e promessas irresponsáveis. Os versículos a seguir foram escolhidos por sua relevância aos temas tratados neste capítulo:

    • Tiago 4:17: "Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando." Este versículo destaca a importância de agir corretamente e responsavelmente, mesmo quando isso requer esforço e sacrifício pessoal.

    • 1 Timóteo 6:10: "Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, ávidas pelo dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos." Este versículo adverte sobre os perigos de se preocupar excessivamente com dinheiro e riqueza, em vez de se concentrar em valores mais importantes.

    • Provérbios 10:4: "Mãos preguiçosas empobrecem o homem, mas as mãos diligentes lhe trazem riqueza." Este versículo reforça a mensagem central de Provérbios 6, enfatizando a importância do trabalho duro e da diligência para alcançar a prosperidade financeira.

    • Lucas 14:28: "Pois, se alguém quer construir uma torre, não se senta primeiro e calcula o custo, para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la?" Este versículo destaca a importância de planejar com cuidado e tomar decisões financeiras informadas e responsáveis, evitando assim dívidas e problemas financeiros futuros.

    • Provérbios 22:7: "O rico domina sobre o pobre; quem toma emprestado é escravo de quem empresta." Este versículo enfatiza os perigos das dívidas e a importância de viver dentro dos próprios meios financeiros. Ele sugere que aqueles que se endividam correm o risco de perder sua independência financeira e de serem dominados pelos credores.

    1 Meu filho, se ficaste por fiador do teu próximo, se deste a tua mão a um estranho,

    2 com as palavras saídas de teus lábios te meteste no laço, e ficaste preso pela tua própria boca.

    3 Faze, pois, meu filho, o que te digo, e livra-te a ti mesmo, pois que caíste nas mãos do teu próximo. Corre duma para outra parte, apressa-te, solicita o teu amigo.

    4 Não deixes entregarem-se ao sono os teus olhos, nem se fechem as tuas pálpebras.

    5 Salva-te como uma gazela que escapa da mão do caçador, e como um pássaro que foge das mãos do passarinheiro.

    6 Vai, ó preguiçoso, ter com a formiga, considera o seu proceder e aprende dela a sabedoria.

    7 Não tendo ela guia, nem inspector, nem príncipe,

    8 faz as suas provisões no estio, ajunta no tempo da ceifa com que se sustentar.

    9 Até quando dormirás tu, ó preguiçoso? Quando te levantarás do teu sono?

    10 Um pouco dormirás, outro pouco dormitarás, outro pouco cruzarás as mãos para dormires;

    11 e virá sobre ti a indigência, como um caminheiro e a pobreza, como um homem armado.

    12 O homem iníquo, pessoa indigna, caminha com boca perversa.

    13 Faz sinais com os olhos, bate cora o pé, fala com os dedos;

    14 com depravado coração maquina o mal, e em todo o tempo semeia distúrbios.

    15 A este virá inesperadamente a sua perdição, de improviso será despedaçado, e não terá mais remédio.

    16 Seis são as coisas, que o Senhor aborrece, antes são sete as que sua alma abomina:

    17 Olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramara sangue inocente,

    18 coração que maquina perversos projectos, pés velozes para correr ao mal,

    19 testemunha falsa que profere mentiras, e o que semeia discórdias entre seus irmãos.

    20 Observa, meu filho, os preceitos de teu pai, e não abandones os ensinamentos de tua mãe.

    21 Traze-os incessantemente presos ao teu coração, ligados ao teu pescoço.

    22 Quando andares, eles te acompanharão, quando dormires. eles te guardarão, e, ao acordar, falarão contigo.

    23 Porque o mandamento é uma candeia, a lei uma luz, e a correcção que conserva na disciplina é o caminho da vida.

    24 Guardar-te-ão da má mulher, e da língua insinuante da estranha.

    25 Não cobice o teu coração a sua formosura, nem te deixes prender dos seus olhares.

    26 Se a meretriz procura um pedaço de pão, a mulher (adúltera) arrebata toda uma vida preciosa.

    27 Porventura pode um homem esconder o fogo no seu seio, sem que ardam as suas vestes? (ver nota)

    28 Ou pode andar por cima das brasas, sem que se queime a planta de seus pé? (ver nota)

    29 Assim o que se chega à mulher do seu próximo, não ficará indemne, depois de a tocar.

    30 Não é grande a culpa, quando alguém furta, se furta para matar a fome.

    31 E, (apesar disso) se é apanhado, pagará sete vezes, e entregará todos os bens da sua casa.

    32 Porém o adúltero é ura mentecapto, perderá a sua alma, por causa da loucura do seu coração.

    33 Acumula para si golpes e ignomínia, e o seu opróbrio não se apagará,

    34 porque o marido, furioso de ciúme, não lhe perdoará, quando tiver ocasião de vingança,

    35 não aceitará nenhuma reparação, não receberá em satisfação presentes, por muitos que sejam.