Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    I Macabeus, 13

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Tb

    Jt

    Et

    Sl

    1Mc

    2Mc

    Pr

    Ec

    Ct

    Sb

    Eclo

    Is

    Jr

    Lm

    Br

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ab

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    At

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pd

    2Pd

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    Notas do capítulo
    • O capítulo 13 de 1 Macabeus continua a narrativa da guerra entre Judas Macabeu e os inimigos do povo de Israel. Neste capítulo, Judas lidera uma batalha contra as tropas do rei Antíoco e é bem sucedido em derrotá-las. A seguir estão cinco versículos relacionados com os temas abordados em 1 Macabeus 13:

    • 2 Macabeus 15:22-23: "Estando todos assim alegres, passaram a noite no campo. E no dia seguinte, já próximo do meio-dia, marcharam para a fortaleza." Estes versículos mostram a alegria do povo de Israel após a vitória de Judas e a continuação da batalha contra o inimigo.

    • Isaías 41:10: "Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel." Este versículo mostra a confiança que Judas tinha em Deus e como ele confiava em sua ajuda para vencer seus inimigos.

    • 2 Samuel 22:33: "Deus é a minha fortaleza e a minha força, e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho." Este versículo também mostra a confiança que Judas tinha em Deus e como ele acreditava que Deus o ajudaria em seus conflitos.

    • Salmos 144:1: "Bendito seja o Senhor, minha rocha, que ensina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra." Este versículo mostra como Deus prepara seu povo para a batalha e como Ele é louvado por isso.

    • Efésios 6:11: "Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo." Este versículo mostra a importância da preparação espiritual para a batalha e como é importante ter uma armadura forte para lutar contra os inimigos espirituais.

    1 Simão ouviu dizer que Trifão tinha levantado um grande exército, para vir á terra de Judá e assolá-la.

    2 Vendo que o povo estava todo amedrontado e espavorido, subiu a Jerusalém, mandou juntar o povo,

    3 e, para o animar, disse: Sabeis quanto temos pelejado, eu e meus irmãos e a casa de meu pai, pelas nossas leis e pelo santuário, e em que angústias nos temos visto;

    4 por esta causa morreram todos os meus irmãos, por (quererem salvar) Israel, e fiquei eu só.

    5 Mas não permita Deus agora que queira eu poupar a minha vida, enquanto durarem as nossas tribulações, porque não sou melhor que meus irmãos.

    6 Vingarei, pois, a minha nação, o santuário, os nossos filhos e as nossas mulheres, porque todas as nações se juntaram para nos oprimirem, pelo ódio que nos têm.

    7 O espírito do povo, assim que ouviu estas palavras, ficou todo inflamado.

    8 (Imediatamente) todos responderam em alta voz, dizendo: Tu és o nosso chefe em lugar de Judas e de Jónatas, teu Irmão;

    9 dirige as nossas batalhas, e nós faremos tudo o que nos disseres.

    10 Então Simão, reunindo todos os homens de guerra, fez acabar com presteza todos os muros de Jerusalém e fortificou a sua cerca.

    11 Ao mesmo tempo, enviou Jónatas, filho de Absalão, com um forte exército, a Jope. Jónatas, tendo deitado fora os que estavam dentro dela, deixou-se lá ficar (com suas tropas).

    12 Trifão, entretanto, partiu de Ptolemaida, com um grande exército, para invadir a terra de Judá, levando consigo Jónatas, prisioneiro.

    13 Simão acampou perto de Adida, defronte da planície.

    14 Trifão, logo que soube que Simão tinha tomado o comando, em lugar de seu irmão Jónatas, e que se dispunha a dar-lhe batalha, mandou-lhe embaixadores,

    15 a dizer: Pelo dinheiro que teu irmão Jónatas deve à fazenda real, por causa dos negócios que estavam ao seu cuidado, é que o retemos prisioneiro.

    16 Envia-me, portanto, agora cem talentos de prata e dois de seus filhos como reféns, para que ele, sendo posto em liberdade, não fuja do nosso partido, e nós to remeteremos.

    17 Simão, ainda que conheceu que Trifão lhe falava assim para o enganar, mandou todavia que se lhe levasse o dinheiro com os filhos, para não atrair contra si o ódio do povo de Israel, que poderia dizer:

    18 Porque não lhe enviou dinheiro e os filhos, por isso é que Jónatas pereceu.

    19 Mandou-lhe, pois, os filhos e os cem talentos, mas Trifão faltou à palavra e não remeteu Jónatas.

    20 Depois disto, dirigiu-se Trifão à terra (de Judá) para a calcar e assolar, dando volta pelo caminho que vai a Adora, mas Simão e o seu exército seguiam-no por toda a parte, para onde ele ia.

    21 Então os que estavam na cidadela (de Jerusalém) mandaram por uns mensageiros dizer a Trifão que se apressasse em vir pelo deserto e que lhes enviasse víveres.

    22 Trifão dispôs toda a cavalaria para partir aquela mesma noite, mas tinha caído muita neve, e não pôde lá ir; avançou entretanto para o território de Galaad.

    23 Estando perto de Bascama, matou ali Jónatas e sepultou-o.

    24 Depois Trifão voltou para a sua terra.

    25 Simão mandou buscar os ossos de seu irmão Jónatas e sepultou-os em Modin, que era a cidade de seus pais.

    26 Todo Israel tomou grande dó pela sua morte e pranteou-o durante muitos dias.

    27 Simão levantou sobre o sepulcro de seu pai e de seus irmãos um alto monumento, que se via de longe, cujas pedras eram polidas por detrás e por diante.

    28 E levantou sete pirâmides, uma em frente da outra, a seu pai, a sua mãe e a seus quatro irmãos.

    29 Pôs-lhes ornatos e à roda delas colocou grandes colunas; sobre estas colunas, armas, e ao pé das armas, navios esculpidos, que fossem vistos de longe por todos os que navegavam pelo mar.

    30 Tal é o sepulcro, que levantou em Modin, o qual ainda hoje existe.

    31 Trifão, procedendo dolosamente com o jovem rei Antíoco, deu-lhe a morte.

    32 Reinou em lugar dele e pôs sobre a cabeça o diadema da Ásia, causando grandes males em todo o país.

    33 Simão, entretanto, reparou as praças da Judeia, fortificando-as de altas torres, de grandes muros, de portas e ferrolhos, e abasteceu-as de víveres,

    34 Escolheu Simão alguns homens que enviou ao rei Demétrio, pedindo-lhe que libertasse de impostos a Judeia, porque todo o procedimento de Trifão não tinha sido mais do que uma rapina.

    35 O rei Demétrio respondeu a este pedido, escrevendo-lhe a carta seguinte:

    36 O rei Demétrio, a Simão, sumo sacerdote e amigo dos reis, aos anciães e ao povo dos Judeus, saúde.

    37 Recebemos a coroa de ouro e a palma, que nos mandastes, e estamos prontos a fazer convosco uma paz sólida e a escrever aos funcionários que vos dispensem dos impostos.

    38 Tudo o que temos ordenado em vosso favor, continua válido. As fortalezas que edificastes, sejam vossas.

    39 Também vos perdoamos as faltas e erros em que podeis ter caído até ao dia de hoje, assim como a coroa que devíeis; e, se qualquer outro imposto nos era pago em Jerusalém, não se tome ele mais a pagar.

    40 Se entre vós há alguns que sejam capazes de se alistar nas nossas tropas, alistem-se e haja entre nós paz.

    41 Com isto, no ano cento e setenta, foi tirado o jugo dos gentios a Israel.

    42 E o povo de Israel começou a escrever nos documentos e contratos: No primeiro ano de Simão, sumo pontífice, general e chefe dos Judeus.

    43 Naqueles dias Simão acampou junto de Gaza que sitiou com o seu exército. Levantou máquinas, aproximou-as da cidade, atacou uma das torres e apoderou-se dela.

    44 Os que estavam numa destas máquinas atiraram-se sobre a cidade, o que aí causou grande confusão.

    45 Os habitantes subiram às muralhas com suas mulheres e filhos, rasgadas as suas vestes, e clamaram em altos gritos, pedindo a Simão que lhes desse a sua mão direita.

    46 Diziam: Não nos trates segundo a nossa maldade, mas segundo a tua clemência.

    47 Movido Simão de piedade, não os combateu mais; contudo lançou-os fora da cidade, purificou as casas em que havia ídolos, e então é que entrou nela, entre hinos de louvor e cânticos de acção de graças.

    48 Depois de tiradas da cidade todas as imundícies (idolátricas) pôs nela homens que observassem a lei; a seguir fortificou-a e fez nela habitação para si.

    49 Entretanto os ocupantes da cidadela de Jerusalém, que não podiam sair à região (vizinha), para comprar ou vender, viram-se reduzidos a uma grande fome, e muitos deles morreram à míngua.

    50 Gritaram a Simão, pedindo-lhe paz, e ele lha concedeu; contudo lançou-os fora da fortaleza e purificou-a de todas as contaminações.

    51 Entrou nela no dia vinte e três do segundo mês, no ano cento e setenta e um, entoando louvores, levando ramos de palmas, ao toque de harpas, de címbalos, de liras, e cantando hinos e cânticos, por ter sido exterminado de Israel um grande inimigo.

    52 (Simão) ordenou que todos os anos se celebrasse este dia com alegria.

    53 Fortificou também o monte do templo, que era perto da cidadela, e habitou ali com os seus.

    54 Em seguida, vendo Simão que João, seu filho, era um homem valente, fê-lo chefe de todas as tropas, com a residência em Gazara.