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    Números, 35

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    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Tb

    Jt

    Et

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    1Mc

    2Mc

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    1Ts

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    1Tm

    2Tm

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    Tg

    1Pd

    2Pd

    1Jo

    2Jo

    3Jo

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    Ap

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    Notas do capítulo
    • Números 35 fala sobre a distribuição das cidades dos levitas e a criação das cidades de refúgio para aqueles que cometessem homicídio involuntário. Essas cidades serviriam como um lugar seguro para aqueles que acidentalmente tiraram a vida de alguém, evitando que fossem mortos pelos vingadores da vítima. Aqui estão quatro versículos relacionados aos temas abordados em Números 35:

    • Deuteronômio 19:2-4: "Designe três cidades para você no meio da sua terra, que o Senhor, o seu Deus, lhe dá para possuir. Prepare as estradas e divida em três partes a área da sua terra que o Senhor, o seu Deus, está dando a você como herança, para que qualquer assassino possa fugir para essas cidades. Este é o procedimento legal para os assassinos que fugirem para lá e viverem: um que feriu alguém sem intenção não deve ser morto antes de ter tido um julgamento diante da assembleia." Este versículo se relaciona com a criação das cidades de refúgio mencionadas em Números 35 e descreve o processo legal a ser seguido para aqueles que fugirem para lá.

    • Josué 20:1-3: "Então o Senhor disse a Josué: 'Diga aos israelitas que designem as cidades de refúgio, das quais lhes falei por meio de Moisés, para que qualquer que matar um homem sem intenção possa fugir para lá e encontrar proteção da vingança do assassino. Ele fugirá para uma dessas cidades e apresentará seu caso às portas da cidade. Então a cidade receberá o homem e lhe dará um lugar para viver entre eles.'" Este versículo também se relaciona com a criação das cidades de refúgio e descreve como elas foram estabelecidas como um lugar de proteção para aqueles que cometeram homicídio involuntário.

    • Deuteronômio 4:41-42: "Então Moisés separou três cidades a leste do Jordão, para onde poderia fugir o homem que matasse alguém sem intenção e não tivesse rancor do morto. Ele poderia fugir para uma dessas cidades e salvar a própria vida." Este versículo faz referência à criação das cidades de refúgio e descreve a localização das três cidades que foram estabelecidas a leste do Jordão.

    • Provérbios 18:10: "O nome do Senhor é uma torre forte; os justos correm para ela e estão seguros." Este versículo pode ser aplicado ao tema das cidades de refúgio, pois elas serviam como um lugar seguro para aqueles que buscavam proteção contra a vingança dos vingadores da vítima.

    1 Disse também o Senhor a Moisés estas coisas nas planícies de Moab, junto do Jordão, defronte de Jericó:

    2 Manda aos filhos de Israel que dêem das suas possessões aos Levitas

    3 cidades para habitarem, e os seus subúrbios, para que eles morem nas cidades, e os subúrbios sejam para os seus gados e animais.

    4 Estes subúrbios estender-se-ão dos muros das cidades para fora mil passos em roda.

    5 Serão de dois mil côvados para o oriente, de dois mil côvados para o meio-dia, dois mil côvados para o ocidente, e dois mil côvados para o setentrião, ficando a cidade no meio. Estes são os lugares das pastagens das suas cidades.

    6 Das mesmas cidades que deres aos Levitas, seis serão destinadas para refúgio dos fugitivos, a fim de que nelas se acolha aquele que tiver derramado sangue (involuntariamente); além destas (seis), haverá (para os Levitas) outras quarenta e duas cidades,

    7 isto é, ao todo quarenta e oito com os seus subúrbios.

    8 Essas cidades que se hão-de dar das possessões dos filhos de Israel, serão tomadas mais dos que têm mais, e menos dos que têm menos: cada um dará cidades aos Levitas na proporção da sua herança.

    9 O Senhor disse a Moisés:

    10 Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando, passado o Jordão, tiverdes entrado na terra de Canaan,

    11 determinai que cidades devem ser para refúgio dos fugitivos, que involuntariamente derramarem sangue.

    12 Quando o fugitivo se tiver refugiado nelas, o vingador do sangue não poderá matá-lo, enquanto se não apresentar diante da assembleia, enquanto não for julgada a sua causa.

    13 Dessas cidades que se devem destinar a refúgio.

    14 três serão do lado de lá do Jordão, e três na terra de Canaan,

    15 e (serão) tanto para os filhos de Israel, como para os estrangeiros e peregrinos, a fim de que a elas se acolha aquele que involuntariamente tiver derramado sangue.

    16 Se alguém ferir com ferro, e o ferido morrer, (o agressor) é réu de homicídio, também ele morrerá.

    17 Se alguém atirar uma pedrada, e o ferido morrer (dela), será castigado da mesma maneira.

    18 Se morrer o que foi ferido com pau, será vingado com o sangue do que o feriu.

    19 O vingador do sangue matará o homicida: logo que o apanhar, o matará.

    20 Se algum homem por ódio empurrar outro, ou lhe atirar com alguma coisa à traição,

    21 ou se, sendo seu inimigo, o ferir com a mão, e ele morrer, o percussor será réu de homicídio; o vingador do sangue, logo que der com ele, o matará

    22 Porém, se ele acidentalmente, e não por ódio

    23 nem por inimizade, fez alguma destas coisas,

    24 e se provar diante do povo, e tiver sido ventilada a causa de sangue entre o que feriu e o vingador do sangue,

    25 será livre da mão do vingador como inocente, e por sentença será reconduzido à cidade, a que se tinha refugiado, e ali ficará até à morte do sumo sacerdote, que foi sagrado com o santo óleo. (ver nota)

    26 Se o que matou for encontrado fora dos limites das cidades, que estão destinadas para os fugitivos,

    27 e for morto por aquele que é vingador do sangue, não será culpado o que matar,

    28 porque o fugitivo devia residir na cidade até à morte do pontífice. Depois que este morrer, o homicida pode voltar para a sua terra.

    29 Estas determinações serão perpétuas, e serão leis em todos os lugares que habitardes.

    30 O homicida será castigado, ouvidas as testemunhas: ninguém será condenado pela deposição de uma só testemunha.

    31 Não recebereis dinheiro pelo resgate daquele que é réu de sangue, pois ele deve ser morto.

    32 Os desterrados e os fugitivos de nenhum modo poderão voltar para as suas cidades antes da morte do pontífice.

    33 Não manchareis a terra da vossa habitação, a qual se contamina com o sangue dos inocentes, e não pode ser purificada senão com o sangue daquele que derramou o sangue do outro.

    34 Não profaneis a terra que habitais, onde também eu habito, porque eu sou o Senhor, que habito entre os filhos de Israel.