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    1 “Pois o Reino dos céus é semelhante a um proprietário,*1 que saiu de manhã cedo para contratar trabalhadores para o seu vinhedo.

    1. Ou: “dono de uma casa”.

    2 Depois de ter feito um acordo de um denário*1 por dia com os trabalhadores, mandou-os ao seu vinhedo.

    1. Veja o Ap. B14.

    3 Por volta da terceira hora,*1 ao sair novamente, viu outros que estavam na praça principal sem trabalhar,

    1. Isto é, por volta das 9 h da manhã.

    4 e disse-lhes: ‘Vão também vocês ao vinhedo, e eu vou dar-vos o que for justo.’

    5 Portanto, eles foram. Ele saiu novamente por volta da sexta hora*1 e da nona hora,*2 e fez o mesmo.

    1. Isto é, por volta do meio-dia.

    2. Isto é, por volta das 3 h da tarde.

    6 Finalmente, por volta da décima primeira hora,*1 ele saiu e encontrou outros ali parados, e perguntou-lhes: ‘Porque é que ficaram aqui o dia todo sem trabalhar?’

    1. Isto é, por volta das 5 h da tarde.

    7 Eles responderam: ‘Porque ninguém nos contratou.’ Disse-lhes: ‘Vão também ao vinhedo.’

    8 “Quando anoiteceu, o dono do vinhedo disse ao seu administrador: ‘Chama os trabalhadores e paga-lhes o seu salário, começando com os últimos e terminando com os primeiros.’

    9 Quando os homens da décima primeira hora chegaram, cada um deles recebeu um denário.*1

    1. Veja o Ap. B14.

    10 Então, quando os primeiros chegaram, concluíram que receberiam mais, mas eles também receberam o pagamento de um denário*1 cada um.

    1. Veja o Ap. B14.

    11 Após recebê-lo, começaram a reclamar contra o proprietário

    12 e disseram: ‘Estes últimos homens só trabalharam uma hora; ainda assim o senhor igualou-os a nós, que suportámos o fardo do dia e o calor intenso!’

    13 No entanto, ele disse, em resposta, a um deles: ‘Amigo, não te faço nenhuma injustiça. Não fizeste comigo um acordo de um denário?*1

    1. Veja o Ap. B14.

    14 Pega no que é teu e vai. Eu quero dar a este último o mesmo que a ti.

    15 Não tenho o direito de fazer o que eu quero com as minhas próprias coisas? Ou ficaste com inveja*1 porque fui bom*2 com eles?’

    1. Lit.: “Ou o teu olho é mau (perverso)”.

    2. Ou: “generoso”.

    16 Deste modo, os últimos serão os primeiros; e os primeiros, os últimos.”

    17 Ao subir para Jerusalém, Jesus chamou os 12 discípulos à parte e disse-lhes na estrada:

    18 “Escutem, estamos a subir para Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos principais sacerdotes e aos escribas. Eles vão condená-lo à morte

    19 e entregá-lo a homens das nações para que o ridicularizem, o açoitem e o matem na estaca; e, no terceiro dia, ele será levantado.”

    20 Então, aproximou-se dele a mãe dos filhos de Zebedeu com os seus filhos e, curvando-se diante dele,*1 pediu-lhe algo.

    1. Ou: “prestando-lhe homenagem”.

    21 Ele perguntou-lhe: “O que queres?” Ela respondeu: “Declara que estes meus dois filhos se sentem um à tua direita e outro à tua esquerda, no teu Reino.”

    22 Jesus disse em resposta: “Não sabem o que estão a pedir. Será que podem beber o cálice que eu estou prestes a beber?” Disseram-lhe: “Podemos.”

    23 Ele disse-lhes: “De facto, vocês beberão o meu cálice, mas não me cabe a mim conceder que se sentem à minha direita e à minha esquerda. Esses lugares pertencem àqueles para quem o meu Pai os preparou.”

    24 Quando os outros dez souberam disso, ficaram indignados com os dois irmãos.

    25 Porém, Jesus chamou-os e disse-lhes: “Sabem que os governantes dominam sobre as nações e que os grandes homens exercem autoridade sobre elas.

    26 Não deve ser assim entre vocês; mas quem quiser tornar-se grande entre vocês tem de ser o vosso servo,*1

    1. Ou: “ministro”.

    27 e quem quiser ser o primeiro entre vocês tem de ser o vosso escravo,

    28 assim como o Filho do Homem veio, não para ser servido, mas para servir*1 e dar a sua vida*2 como resgate em troca de muitos.”

    1. Ou: “ministrar”.

    2. Ou: “alma”.

    29 Ao saírem de Jericó, uma grande multidão seguiu-o.

    30 Então, dois cegos sentados à beira da estrada ouviram que Jesus estava a passar por ali e gritaram: “Senhor, Filho de David, tenha misericórdia de nós!”

    31 Todavia, a multidão censurou-os, mandando-os ficar calados. Contudo, gritaram ainda mais alto, dizendo: “Senhor, Filho de David, tenha misericórdia de nós!”

    32 Então, Jesus parou, chamou-os e perguntou: “O que é que querem que eu faça por vocês?”

    33 Responderam-lhe: “Senhor, faça com que os nossos olhos se abram.”

    34 Jesus teve pena e tocou nos olhos deles, e eles recuperaram imediatamente a visão e seguiram-no.