Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Mateus, 14

    Gén

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    1 Naquela ocasião, Herodes, o governador distrital,*1 ouviu relatos sobre Jesus

    1. Lit.: “o tetrarca”.

    2 e disse aos seus servos: “Este é João Batista. Ele foi levantado dentre os mortos, e é por isso que realiza estas obras poderosas.”*1

    1. Ou: “que operam nele estas obras poderosas”.

    3 Anteriormente, Herodes*1 tinha prendido João e tinha-o amarrado e lançado na prisão, por causa de Herodias, esposa de Filipe, seu irmão;

    1. Isto é, Herodes Antipas. Veja o Glossário.

    4 porque João dizia-lhe: “Não lhe é permitido tê-la como esposa.”

    5 No entanto, embora quisesse matá-lo, tinha medo da multidão, pois consideravam-no um profeta.

    6 Porém, no aniversário de Herodes, a filha de Herodias dançou diante dos convidados e agradou tanto a Herodes

    7 que ele prometeu com um juramento dar-lhe tudo o que ela pedisse.

    8 Então, instigada pela mãe, ela disse: “Dê-me aqui numa bandeja a cabeça de João Batista.”

    9 O rei, embora triste, ordenou que a cabeça lhe fosse entregue, por respeito aos seus juramentos e aos que estavam a comer*1 com ele.

    1. Ou: “recostados à mesa”.

    10 Assim, mandou que João fosse decapitado na prisão.

    11 A cabeça dele foi levada numa bandeja e entregue à jovem, e ela levou-a à sua mãe.

    12 Mais tarde, os discípulos dele vieram, removeram o seu corpo e sepultaram-no; depois, foram contar a Jesus o que tinha ocorrido.

    13 Ouvindo isso, Jesus partiu de barco para um lugar isolado, para ficar sozinho. No entanto, quando as multidões ficaram a saber disso, seguiram-no a pé desde as cidades.

    14 Ao desembarcar, ele viu uma grande multidão; e teve pena deles e curou os doentes.

    15 Contudo, ao cair a noite, os seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “O lugar é isolado e já é tarde. Dispensa as multidões, para que possam ir às aldeias comprar alimentos.”

    16 No entanto, Jesus disse-lhes: “Eles não precisam de se ir embora; deem-lhes vocês algo para comer.”

    17 Responderam-lhe: “Não temos nada aqui, a não ser cinco pães e dois peixes.”

    18 Ele disse: “Tragam-nos aqui.”

    19 E mandou que as multidões se sentassem na relva. Então, pegou nos cinco pães e nos dois peixes e, olhando para o céu, proferiu uma bênção. E, depois de partir os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos deram-nos às multidões.

    20 Assim, todos comeram e ficaram satisfeitos; e recolheram os pedaços que sobraram, 12 cestos cheios.

    21 Ora, os que comeram foram cerca de 5000 homens, além de mulheres e crianças.

    22 Então, sem demora, ele mandou os discípulos entrarem no barco e partirem à sua frente, para a margem oposta, enquanto dispensava as multidões.

    23 Depois de dispensar as multidões, ele subiu sozinho ao monte para orar. Quando anoiteceu, ele estava lá sozinho.

    24 O barco já estava a muitas centenas de metros*1 da terra, em grandes dificuldades por causa das ondas, porque o vento era contrário.

    1. Lit.: “muitos estádios”. Um estádio equivalia a 185 m.

    25 Porém, na quarta vigília da noite,*1 ele foi ao encontro deles, andando sobre o mar.

    1. Isto é, desde aproximadamente as 3 h da madrugada até ao nascer do sol, por volta das 6 h da manhã.

    26 Quando o viram a andar sobre o mar, os discípulos ficaram assustados e disseram: “É uma aparição!” e gritaram com medo.

    27 No entanto, Jesus disse-lhes imediatamente: “Coragem! Sou eu; não tenham medo.”

    28 Pedro respondeu: “Se és tu, Senhor, ordena-me, que eu vá ao teu encontro por cima das águas.”

    29 Ele disse: “Vem!” Pedro saiu então do barco e andou por cima das águas, em direção a Jesus.

    30 Contudo, ao olhar para o vendaval, ficou com medo. Quando começou a afundar-se, gritou: “Senhor, salva-me!”

    31 Estendendo imediatamente a mão, Jesus agarrou-o e disse-lhe: “Homem de pouca fé, porque é que cedeste à dúvida?”

    32 Depois de terem entrado no barco, o vendaval parou.

    33 Então, os que estavam no barco curvaram-se diante dele,*1 dizendo: “Tu realmente és o Filho de Deus.”

    1. Ou: “prestaram-lhe homenagem”.

    34 E terminaram a travessia, desembarcando em Genesaré.

    35 Quando o reconheceram, os homens daquele lugar mandaram avisar toda a região ao redor, e o povo levou até ele todos os que estavam doentes.

    36 E suplicavam-lhe que os deixasse, pelo menos, tocar na borda da sua roupa, e todos os que tocaram nela ficaram completamente bons.