Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Neemias, 2

    Gén

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    1 No mês de nisã,*1 no vigésimo ano do rei Artaxerxes, colocou-se vinho diante dele, e, como de costume, peguei no vinho e servi-o ao rei. No entanto, eu nunca tinha estado abatido na sua presença.

    1. Veja o Ap. B15.

    2 Por isso, o rei disse-me: “Porque é que estás tão abatido se não estás doente? Isso só pode ser tristeza de coração.” Nisto, fiquei com muito medo.

    3 Então, eu disse ao rei: “Vida longa ao rei! Como é que eu não hei de estar abatido se a cidade onde os meus antepassados foram sepultados está em ruínas e os seus portões foram consumidos pelo fogo?”

    4 O rei respondeu-me: “O que é que queres pedir?” Orei imediatamente ao Deus dos céus.

    5 Eu disse então ao rei: “Se for do agrado do rei, e se o seu servo tiver achado favor diante do senhor, envie-me a Judá, à cidade onde estão sepultados os meus antepassados, para que eu a reconstrua.”

    6 Por conseguinte, o rei, tendo a rainha*1 sentada ao seu lado, perguntou-me: “Quanto tempo durará a tua viagem, e quando é que voltarás?” Assim, o rei teve agrado em enviar-me e eu informei-o a respeito do tempo que passaria fora.

    1. Ou: “consorte real”.

    7 E eu disse ao rei: “Se for do agrado do rei, sejam-me dadas cartas para entregar aos governadores da região a oeste do rio Eufrates,*1 para que me deixem passar em segurança até chegar a Judá,

    1. Ou: “região Além do Rio; região do Transeufrates”.

    8 e também uma carta para Asafe, guarda do Parque Real,*1 para que me forneça madeira para as vigas dos portões da Fortaleza da Casa,*2 das muralhas da cidade e da casa em que vou ficar.” Portanto, o rei deu-me as cartas, visto que a boa mão do meu Deus estava sobre mim.

    1. Ou: “da floresta do rei”.

    2. Ou: “do Templo”.

    9 Por fim, cheguei à região a oeste do rio Eufrates*1 e dei as cartas do rei aos governadores. O rei também tinha enviado comigo chefes militares e cavaleiros.

    1. Ou: “região Além do Rio; região do Transeufrates”.

    10 Quando Sambalá, o horonita, e Tobias, o oficial*1 amonita, souberam disso, ficaram muito aborrecidos com a chegada de alguém para fazer alguma coisa a favor do povo de Israel.

    1. Lit.: “servo”.

    11 Finalmente, cheguei a Jerusalém, onde fiquei durante três dias.

    12 Então, levantei-me de noite, eu e alguns homens, mas não contei a ninguém o que o meu Deus tinha posto no meu coração para eu fazer por Jerusalém; e não levei nenhum outro animal comigo além daquele que eu montava.

    13 Saí de noite pelo Portão do Vale, passei em frente à Fonte da Cobra Grande e fui até ao Portão dos Montes de Cinzas. Inspecionei as muralhas de Jerusalém, que estavam em ruínas, e os portões, que tinham sido consumidos pelo fogo.

    14 Segui caminho até ao Portão da Fonte e ao Reservatório de Água do Rei, e não havia espaço suficiente para o animal que eu montava passar.

    15 No entanto, continuei a subir o vale*1 durante a noite, a inspecionar a muralha; depois, retornei e entrei pelo Portão do Vale, e assim voltei.

    1. Ou: “uádi”.

    16 Os subgovernadores não sabiam onde é que eu tinha ido nem o que eu estava a fazer, pois eu ainda não tinha dito nada aos judeus, nem aos sacerdotes, nem aos nobres, nem aos subgovernadores, nem aos outros trabalhadores.

    17 Finalmente, disse-lhes: “Vejam como é difícil a situação em que nos encontramos. Jerusalém está em ruínas e os seus portões foram queimados com fogo. Venham, vamos reconstruir as muralhas de Jerusalém, para pôr fim a esta humilhação.”

    18 De seguida, contei-lhes como a boa mão do meu Deus estava sobre mim e o que o rei me tinha dito. Perante isto, eles disseram: “Vamos começar imediatamente a reconstrução!” Portanto, encorajaram-se uns aos outros*1 para realizar essa boa obra.

    1. Lit.: “fortaleceram as suas mãos”.

    19 Quando Sambalá, o horonita, Tobias, o oficial*1 amonita, e Gesém, o árabe, souberam disso, começaram a gozar connosco e a tratar-nos com desprezo, dizendo: “O que é que estão a fazer? Estão a rebelar-se contra o rei?”

    1. Lit.: “servo”.

    20 Porém, eu respondi: “O Deus dos céus é quem fará com que sejamos bem-sucedidos, e nós, os seus servos, vamos começar a reconstrução; mas vocês não têm participação, nem direitos, nem história*1 em Jerusalém.”

    1. Ou: “privilégios”.