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    Hebreus, 12

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    Notas do capítulo
    • Hebreus 12 trata da importância da disciplina divina na vida dos crentes, que devem perseverar na fé e não se desviar do caminho da justiça. O capítulo também destaca a importância da paz e da santidade em nossas vidas, bem como a necessidade de estarmos gratos pelo grande sacrifício de Jesus Cristo na cruz. Abaixo estão cinco versículos que abordam esses temas:

    • Isaías 35:8: "E ali haverá um caminho, um caminho que se chamará o Caminho Santo; o imundo não passará por ele, mas será para aqueles. Os caminhantes, até mesmo os tolos, não errarão." Este versículo destaca a importância da santidade e da pureza em nossas vidas, que devem ser características de todos aqueles que seguem o Caminho Santo de Deus.

    • Salmos 34:14: "Desvia-te do mal e faz o bem; busca a paz e segue-a." Este versículo nos lembra da importância da paz em nossas vidas e como devemos nos esforçar para cultivá-la em nossas relações com os outros.

    • Provérbios 3:11-12: "Meu filho, não desprezes a disciplina do Senhor, nem te desanimes quando ele te repreender. Porque o Senhor disciplina a quem ama, assim como o pai faz ao filho a quem quer bem." Este versículo nos lembra da importância da disciplina divina em nossas vidas e como ela pode nos ajudar a crescer e amadurecer em nossa fé.

    • Filipenses 4:6-7: "Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e pela súplica com ações de graças, apresentai as vossas petições a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus." Este versículo destaca a importância de estarmos gratos em todas as circunstâncias e de buscar a paz de Deus em nossas vidas.

    • 1 Pedro 2:21: "Porque para isto fostes chamados, pois também Cristo sofreu por vós, deixando-vos o exemplo, para que sigais as suas pisadas." Este versículo destaca a importância de seguir o exemplo de Cristo em nossas vidas e de nos esforçarmos para viver uma vida que honre a Deus.

    1 Desse modo, cercados como estamos de uma tal nuvem de testemunhas, desvencilhemo-nos das cadeias do pecado. Corramos com perseverança ao combate proposto, com o olhar fixo no autor e consumador de nossa fé, Jesus.

    2 Em vez de gozo que se lhe oferecera, ele suportou a cruz e está sentado à direita do trono de Deus.

    3 Considerai, pois, atentamente aquele que sofreu tantas contrariedades dos pecadores, e não vos deixeis abater pelo desânimo.

    4 Ainda não tendes resistido até o sangue, na luta contra o pecado.

    5 Estais esquecidos da palavra de animação que vos é dirigida como a filhos: Filho meu, não desprezes a correção do Senhor. Não desanimes, quando repreendido por ele;

    6 pois o Senhor corrige a quem ama e castiga todo aquele que reconhece por seu filho (Pr 3,11s).

    7 Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige?

    8 Mas se permanecêsseis sem a correção que é comum a todos, seríeis bastardos e não filhos legítimos.

    9 Aliás, temos na terra nossos pais que nos corrigem e, no entanto, os olhamos com respeito. Com quanto mais razão nos havemos de submeter ao Pai de nossas almas, o qual nos dará a vida?

    10 Os primeiros nos educaram para pouco tempo, segundo a sua própria conveniência, ao passo que este o faz para nosso bem, para nos comunicar sua santidade.

    11 É verdade que toda correção parece, de momento, antes motivo de pesar que de alegria. Mais tarde, porém, granjeia aos que por ela se exercitaram o melhor fruto de justiça e de paz.

    12 Levantai, pois, vossas mãos fatigadas e vossos joelhos trêmulos (Is 35,3).

    13 Dirigi os vossos passos pelo caminho certo. Os que claudicam tornem ao bom caminho e não se desviem.

    14 Procurai a paz com todos e ao mesmo tempo a santidade, sem a qual ninguém pode ver o Senhor.

    15 Estai alerta para que ninguém deixe passar a graça de Deus, e para que não desponte nenhuma planta amarga, capaz de estragar e contaminar a massa inteira.*1

    16 Que não haja entre vós ninguém sensual nem profanador como Esaú, que, por um prato de comida, vendeu o seu direito de primogenitura.

    17 E sabeis que, desejando ele em seguida receber a bênção do herdeiro, lhe foi recusada. E não bastaram todas as súplicas e lágrimas para que seu pai mudasse de sentimento…​

    18 Em verdade, não vos aproximastes de uma montanha palpável, invadida por fogo violento, nuvem, trevas, tempestade,

    19 som da trombeta e aquela voz tão terrível que os que a ouviram suplicaram que ela não lhes falasse mais.

    20 Estavam verdadeiramente aterrados por esta ordem: Todo aquele que tocar a montanha, mesmo que seja um animal, será apedrejado (Ex 19,12).

    21 E tão terrível era o espetáculo, que Moisés exclamou: Eu tremo de pavor (Dt 9,19).

    22 Vós, ao contrário, vos aproximastes da montanha de Sião, da cidade do Deus vivo, da Jerusalém celestial, das miríades de anjos,*1

    23 da assembleia festiva dos primeiros inscritos no livro dos céus, e de Deus, juiz universal, e das almas dos justos que chegaram à perfeição,

    24 enfim, de Jesus, o mediador da Nova Aliança, e do sangue da aspersão, que fala com mais eloquência que o sangue de Abel.*1

    25 Guardai-vos, pois, de recusar ouvir aquele que fala. Porque, se não escaparam do castigo aqueles que dele se desviaram, quando lhes falava na terra, muito menos escaparemos nós, se o repelirmos, quando nos fala desde o céu.

    26 Depois de ter outrora abalado a terra pela sua voz, ele hoje nos faz esta solene declaração: Ainda uma vez por todas moverei, não só a terra, mas também o céu (Ag 2,6).

    27 As palavras ainda uma vez indicam o desaparecimento do que é caduco, do que foi criado, para que só subsista o que é imutável.

    28 Assim, possuindo nós um reino inabalável, dediquemos a Deus um reconhecimento que lhe torne agradável o nosso culto com temor e respeito. Porque nosso Deus é um fogo devorador (Dt 4,24).