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    Baruc, 4

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    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

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    Notas do capítulo
    • Baruc 4 é um capítulo do Antigo Testamento que fala sobre a restauração do povo de Israel após o exílio na Babilônia. O capítulo começa com uma exortação para que o povo de Israel se alegre e se regozije porque Deus os trouxe de volta para a terra de seus antepassados. Ele também destaca a importância da sabedoria e da obediência a Deus. A seguir estão cinco versículos relacionados aos temas abordados em Baruc 4, em ordem de proximidade com o capítulo:

    • Isaías 40:1-2: "Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai confortavelmente a Jerusalém e clamai-lhe que já a sua malícia é acabada, que a sua iniquidade está expiada e que já recebeu em dobro da mão do Senhor por todos os seus pecados." Este versículo fala sobre a restauração do povo de Israel após o exílio na Babilônia, um tema central em Baruc 4.

    • Deuteronômio 30:1-3: "Será que, quando todas estas coisas te acontecerem, a bênção e a maldição que pus diante de ti, meditares nelas no teu coração, entre todas as nações para onde te lançar o Senhor, teu Deus, e te converteres ao Senhor, teu Deus, e ouvires a sua voz conforme tudo o que te ordeno hoje, tu e teus filhos, com todo o teu coração e com toda a tua alma, então o Senhor, teu Deus, fará voltar do teu cativeiro e se compadecerá de ti." Este versículo também fala sobre a restauração do povo de Israel após o exílio na Babilônia, um tema central em Baruc 4.

    • Salmos 126:1-2: "Quando o Senhor trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham. Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cânticos; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o Senhor a estes." Este versículo fala sobre a alegria que o povo de Israel sentiu quando Deus os trouxe de volta para a terra de seus antepassados, um tema abordado em Baruc 4.

    • Provérbios 3:5-6: "Confia no Senhor de todo o teu coração e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas." Este versículo destaca a importância da sabedoria e da obediência a Deus, temas abordados em Baruc 4.

    • Salmos 119:105: "Lâmpada para os meus pés é tua palavra e luz para o meu caminho." Este versículo também destaca a importância da sabedoria e da obediência a Deus, temas abordados em Baruc 4.

    1 Ela é o livro dos mandamentos divinos e a Lei que subsiste para todo o sempre. Todos aqueles que a seguem adquirirão a vida, e os que a abandonam morrerão.

    2 Volta para ela, Jacó, abraça-a. Caminha ao seu encontro, ao esplendor da sua luz.

    3 Não entregues a outros esta glória, nem relegues esta salvação à nação estrangeira.*1

    4 Ditosos somos nós, Israel, porque a nós foi revelado o que agrada a Deus!

    5 Coragem, povo meu, que trazeis o nome de Israel!

    6 Fostes, em verdade, vendidos aos pagãos, não, porém, para serdes aniquilados. Por haverdes desencadeado a cólera divina é que fostes entregues aos inimigos.

    7 Havíeis exasperado vosso Criador, ofertando sacrifícios aos demônios e não a Deus.

    8 Esquecestes o vosso Criador, o Deus eterno, e contristastes Jerusalém, vossa nutriz.

    9 Esta viu precipitar-se sobre vós a ira divina, e clamou: “Escutai, vizinhas de Sião! Fez-me Deus suportar cruel tormento.

    10 Assisti à deportação de meus filhos e filhas, que o Eterno lhes infligiu.

    11 Eu os educara com alegria e fui obrigada a deixá-los partir com lágrimas de luto.

    12 Que ninguém se regozije com minha viuvez e meu desamparo! Por causa dos pecados de meus filhos vivo desolada, já que se afastaram da Lei de Deus,

    13 negligenciando seus mandamentos, afastando-se dos caminhos de seus preceitos e não seguindo a vereda da disciplina segundo sua justiça.

    14 Vinde, vizinhas de Sião! Pensai na deportação de meus filhos e filhas, que o Eterno lhes infligiu.

    15 Lançou contra eles um povo longínquo, povo insolente, de linguagem bárbara, sem respeito pelo ancião, sem piedade para com o pequenino.

    16 Roubou à viúva os bem-amados, deixando-me sozinha, sem as minhas filhas”.

    17 E que posso eu fazer por vós?*1

    18 Somente aquele que vos infligiu estes males pode salvar-vos das mãos de vossos inimigos.

    19 Ide, filhos meus! Ide! Quanto a mim, permanecerei na solidão.

    20 Tirei minhas vestes dos dias de paz para revestir-me do saco dos suplicantes. Até meu último dia invocarei o Eterno.

    21 Coragem, meus filhos! E vós também orai a Deus, a fim de que vos salve da mão poderosa de vossos inimigos!

    22 Do Eterno espero a vossa libertação, espero que do Santo me venha a alegria, pela misericórdia que breve vos será concedida pelo Eterno, vosso Salvador.

    23 Entre lágrimas e coberta de luto deixei-vos partir…​ Deus, porém, vos devolverá a mim para uma eterna alegria,

    24 porque as vizinhas de Sião, que viram a vossa deportação, verão em breve Deus conceder-vos a libertação, seguida de imensa glória e de fulgor emanando do Eterno.

    25 Suportai, filhos meus, com paciência o golpe da cólera divina. Fostes perseguidos por vossos inimigos; em breve, porém, assistireis à sua ruína, e sobre suas cervizes poreis os pés.

    26 Meus delicados filhos tiveram de andar por ásperos caminhos, acossados, qual rebanho roubado pelo inimigo.

    27 Coragem, porém, meus filhos. Orai a Deus, pois aquele que vos feriu, se lembrará de vós!

    28 Quisestes apartar-vos de Deus; ponde agora dez vezes mais zelo em procurá-lo.

    29 Porquanto, aquele que sobre vós precipitou a catástrofe vos concederá, com a libertação, eterno regozijo.

    30 Coragem, Jerusalém! Aquele que te deu o nome te consolará.*1

    31 Miseráveis os que te maltrataram, e que se regozijaram com tua ruína!

    32 Miseráveis as cidades em que teus filhos conheceram a servidão, miserável aquela que conservou teus cativos!

    33 Em verdade, assim como se regozijou com tua queda, e triunfou, quando de tua ruína, assim também vai gemer com a própria desolação.

    34 Aniquilarei a altivez de sua numerosa população, e sua arrogância se transformará em luto,

    35 porque um fogo constante, vindo do Eterno, a atingirá e gênios maus vão persegui-la por muito tempo.

    36 Jerusalém, volta o teu olhar para o Oriente, vê a alegria que te vem de Deus.

    37 Olha! Eis que voltam os filhos que viras partir. Chegam do Oriente e do Ocidente, à voz do Altíssimo, repletos da alegria que lhes dá a glória de Deus.