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    Eclesiastes, 3

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    Notas do capítulo
    • Eclesiastes 3 é um capítulo que trata da dualidade da vida e do tempo, mostrando que há um tempo certo para tudo debaixo do céu, como nascer, morrer, plantar, colher, amar, odiar, chorar, rir, entre outras coisas. Alguns dos temas abordados são a transitoriedade da vida, a inevitabilidade da morte e a importância de se aproveitar cada momento.

    • Salmos 90:12: "Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria." O salmista pede a Deus que o ensine a contar seus dias para que ele possa viver de forma sábia e consciente, reconhecendo a brevidade da vida.

    • Tiago 4:14: "Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa." O apóstolo Tiago também destaca a brevidade da vida e sua incerteza, lembrando que a vida humana é como uma neblina que desaparece rapidamente.

    • Hebreus 9:27: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo." O autor de Hebreus enfatiza que a morte é inevitável e que todos terão que prestar contas a Deus no juízo final.

    • Salmo 39:4: "Faze-me conhecer, Senhor, o meu fim, e qual a medida dos meus dias, para que eu saiba quanto sou frágil." O salmista clama a Deus para que lhe mostre a brevidade da vida e sua fragilidade, reconhecendo que sua existência é finita e que precisa aproveitar cada momento.

    • Mateus 6:34: "Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal." Jesus ensina que devemos viver um dia de cada vez, sem nos preocuparmos excessivamente com o futuro, mas sim aproveitando o presente.

    1 Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo do céu:

    2 tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou.

    3 Tempo de matar e tempo de curar; tempo de demolir e tempo de construir.

    4 Tempo de chorar e tempo de rir; tempo de gemer e tempo de dançar.

    5 Tempo de atirar pedras e tempo de ajuntá-las; tempo de abraçar e tempo de apartar-se.*1

    6 Tempo de procurar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de jogar fora.

    7 Tempo de rasgar e tempo de costurar; tempo de calar e tempo de falar.

    8 Tempo de amar e tempo de odiar; tempo de guerra e tempo de paz.

    9 Que proveito tira o trabalhador de sua obra?

    10 Vi o trabalho que Deus impôs aos homens, para que nele se ocupassem.

    11 As coisas que Deus fez são boas a seu tempo. Ele pôs, além disso, no seu coração, a duração inteira, sem que ninguém possa compreender a obra divina de um extremo ao outro.*1

    12 Assim, concluí que nada é melhor para o homem do que alegrar-se e procurar o bem-estar durante sua vida.

    13 Igualmente é dom de Deus que todos possam comer, beber e gozar do fruto de seu trabalho.

    14 Reconheci que tudo o que Deus faz dura para sempre, sem que se possa ajuntar nada, nem nada suprimir. Deus procede dessa maneira para ser temido.*1

    15 Aquilo que é, já existia, e aquilo que há de ser, já existiu; Deus chama de novo o que passou.

    16 Debaixo do sol, observei ainda o seguinte: a injustiça ocupa o lugar do direito, e a iniquidade toma o lugar da justiça.

    17 Então, disse comigo mesmo: “Deus julgará o justo e o ímpio, porque há um tempo para cada coisa e um tempo para cada obra”.

    18 Eu disse comigo mesmo a respeito dos homens: “Deus quer prová-los e mostrar-lhes que, quanto a eles, são semelhantes aos animais”.

    19 Porque o destino dos filhos dos homens e o destino dos animais é o mesmo, um mesmo fim os espera. Tanto morre um como o outro. A ambos foi dado o mesmo sopro. A vantagem do homem sobre o animal é nula, porque tudo é vão.

    20 Todos caminham para um mesmo lugar. Todos saem do pó e para o pó voltam.

    21 Quem sabe se o sopro de vida dos filhos dos homens se eleva para o alto e o sopro de vida dos animais desce para a terra?*1

    22 E verifiquei que nada há de melhor para o homem do que alegrar-se com o fruto de seus trabalhos. Esta é a parte que lhe toca. Pois, quem lhe dará a conhecer o que acontecerá com o volver dos anos?