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    Provérbios, 25

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    Notas do capítulo
    • O capítulo 25 do livro de Provérbios contém uma coleção de provérbios que lidam com vários temas, como a humildade, a paciência, a sabedoria, a bondade e a honestidade. Provérbios 25:2 destaca a importância de se buscar a sabedoria e a honra. Já Provérbios 25:6-7 enfatiza a importância da humildade, e como é melhor ser convidado a um lugar de honra do que presumir um lugar que não nos pertence. Provérbios 25:11-12 destaca a beleza das palavras bem escolhidas e o efeito positivo que elas podem ter na vida de alguém. Provérbios 25:21-22 enfatiza a importância da bondade, e como ser gentil com os inimigos pode levá-los a mudar de atitude. Finalmente, Provérbios 25:28 destaca a importância da paciência e do autocontrole.

    • Provérbios 4:7: "A sabedoria é a principal coisa; adquire pois a sabedoria, emprega tudo o que possuis na aquisição de entendimento." Este versículo destaca a importância de buscar a sabedoria, assim como Provérbios 25:2.

    • Provérbios 16:32: "Melhor é o longânimo do que o valente, e o que governa o seu espírito do que o que toma uma cidade." Este versículo enfatiza a importância da paciência e do autocontrole, assim como Provérbios 25:28.

    • Efésios 4:29: "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem." Este versículo destaca a beleza das palavras bem escolhidas, assim como Provérbios 25:11-12.

    • Romanos 12:20-21: "Pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça. Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem." Este versículo enfatiza a importância da bondade, assim como Provérbios 25:21-22.

    • Provérbios 11:2: "Vindo a soberba, sobrevém a desonra; mas com os humildes está a sabedoria." Este versículo destaca a importância da humildade, assim como Provérbios 25:6-7.

    1 Ainda alguns provérbios de Salomão, recolhidos pelos homens de Ezequias, rei de Judá.

    2 A glória de Deus é ocultar uma coisa; a glória dos reis é esquadrinhá-la.

    3 A altura do céu, a profundeza da terra são impenetráveis, bem como o coração dos reis.

    4 Tira as escórias da prata e terás um vaso para o ourives;

    5 afasta o mau da presença do rei e seu trono se firmará na justiça.

    6 Não te faças de pretensioso diante do rei, não te ponhas no lugar dos grandes.

    7 É melhor que te digam: “Sobe aqui!”, do que seres humilhado diante de um personagem. O que teus olhos viram,*1

    8 não o descubras com precipitação numa contenda, pois, no final das contas, que farás tu quando o outro te houver confundido?

    9 Trata teu negócio com teu próximo de maneira a não revelar o segredo de outro,

    10 para que não sejas repreendido por aquele que o ouviu nem incorras em descrédito irreparável.

    11 Maçãs de ouro sobre prata gravada: tais são as palavras oportunas.*1

    12 Anel de ouro, joia de ouro fino: tal é o sábio que admoesta um ouvido atento.

    13 Frescor de neve no tempo da colheita, tal é um mensageiro fiel para quem o envia: ele restaura a alma de seu senhor.

    14 Nuvens e vento sem chuva: tal é o homem que se gaba falsamente de dar.

    15 Pela paciência o juiz se deixa aplacar: a língua que fala com brandura pode quebrantar ossos.

    16 Achaste mel? Come o que for suficiente: se comeres demais, tu o vomitarás.

    17 Põe raramente o pé na casa do vizinho: enfastiado de ti, ele te viria a aborrecer.

    18 Clava, espada, flecha penetrante: tal é o que usa de falso testemunho contra seu próximo.

    19 Dente arruinado, pé que resvala: tal é a confiança de um pérfido no dia da desventura.

    20 Tirar a capa num dia de frio, derramar vinagre numa ferida: isso faz aquele que canta canções a um coração atribulado.*1

    21 Tem o teu inimigo fome? Dá-lhe de comer. Tem sede? Dá-lhe de beber:

    22 assim amontoarás brasas ardentes sobre sua cabeça e o Senhor te recompensará.*1

    23 O vento norte traz chuva e a língua detratora anuvia os semblantes.

    24 É melhor habitar um canto do terraço do que viver com uma mulher impertinente.

    25 Água fresca para uma garganta sedenta: tal é uma boa-nova vinda de terra longínqua.

    26 Fonte turva e manancial contaminado: tal é o justo que cede diante do ímpio.

    27 Comer mel em demasia não é bom: usa de moderação nas palavras elogiosas.*1

    28 Como uma cidade desmantelada, sem muralhas: tal é o homem que não é senhor de si.