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    Provérbios, 18

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    Notas do capítulo
    • Provérbios 18 é um capítulo que aborda diversos temas, como a sabedoria, a língua, a prudência, a justiça e a soberania de Deus. Para fornecer cinco versículos relacionados com esses temas, podemos selecionar os seguintes:

    • Tiago 1:19: "Sabeis isto, meus amados irmãos: todo homem seja pronto para ouvir, tardio para falar e tardio para se irar." Esse verso aborda a importância de ouvir com atenção antes de falar, um tema presente em Provérbios 18 sobre o uso sábio da língua.

    • Salmos 127:1: "Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela." Esse verso fala sobre a soberania de Deus, um tema recorrente em Provérbios 18.

    • Provérbios 15:33: "O temor do Senhor é a instrução da sabedoria, e a humildade precede a honra." Esse verso reforça a importância da sabedoria e da humildade, que também são temas presentes em Provérbios 18.

    • Provérbios 17:27: "O que tem conhecimento guarda as suas palavras, e o homem de entendimento é de espírito sereno." Esse verso aborda a importância de falar com prudência e sabedoria, um tema recorrente em Provérbios 18.

    • Isaías 56:1: "Assim diz o Senhor: Observai o direito, e praticai a justiça; porque a minha salvação está prestes a vir, e a minha justiça, a manifestar-se." Esse verso fala sobre a importância da justiça, um tema tratado em Provérbios 18 sobre a busca pela verdade e a justiça divina.

    1 Quem se isola procura sua própria vontade e se irrita contra tudo o que é razoável.

    2 O insensato não tem propensão para a inteligência, mas para a expansão dos próprios sentimentos.

    3 O desprezo ombreia com a iniquidade; o opróbrio com a vergonha.

    4 As palavras da boca de um homem são águas profundas; a fonte da sabedoria é uma torrente transbordante.

    5 Não fica bem favorecer um perverso para prejudicar o direito do justo.

    6 Os lábios do insensato promovem contendas: sua boca atrai açoites.

    7 A boca do tolo é a sua ruína; seus lábios são uma armadilha para a sua própria vida.

    8 As palavras do delator são como gulodices: penetram até as entranhas.

    9 O frouxo no trabalho é um irmão do dissipador.

    10 O nome do Senhor é uma torre: para lá corre o justo, a fim de procurar segurança.

    11 A fortuna do rico é sua cidade forte: em seu pensar, ela é como uma muralha elevada.

    12 Antes da ruína, o coração do homem se eleva, mas a humildade precede a glória.

    13 Quem responde antes de ouvir, passa por tolo e se cobre de confusão.

    14 O espírito do homem suporta a doença, mas quem erguerá um espírito abatido?

    15 O coração inteligente adquire o saber; o ouvido dos sábios procura a ciência.

    16 O presente de um homem lhe abre tudo, e lhe dá acesso junto aos grandes.

    17 Quem advoga sua causa, por primeiro, parece ter razão; sobrevém a parte adversa, que examina a fundo.

    18 A sorte apazigua as contendas e decide entre os poderosos.

    19 Um irmão ofendido é pior que uma cidade forte; as questões entre irmãos são como os ferrolhos de uma cidadela.*1

    20 É do fruto de sua boca que um homem se nutre; com o produto de seus lábios ele se farta.

    21 Morte e vida estão à mercê da língua: os que a amam comerão dos seus frutos.

    22 Aquele que acha uma mulher, acha a felicidade: é um dom recebido do Senhor.

    23 O pobre fala suplicando; a resposta do rico é ríspida.

    24 O homem cercado de muitos amigos tem neles sua desgraça, mas existe um amigo mais unido que um irmão.