Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Números, 23

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Et

    Sl

    Pv

    Ec

    Ct

    Is

    Jr

    Lm

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    Atos

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    1 ENTÃO Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros.

    2 Fez pois Balaque como Balaão dissera: e Balaque e Balaão ofereceram um bezerro e um carneiro sobre cada altar.

    3 Então Balaão disse a Balaque: Fica-te ao pé do teu holocausto, e eu irei; porventura o Senhor me sairá ao encontro, e o que me mostrar te notificarei. Então foi a um alto.

    4 E, encontrando-se Deus, com Balaão, lhe disse este : Preparei sete altares, e ofereci um bezerro e um carneiro sobre cada altar.

    5 Então o Senhor pôs a palavra na boca de Balaão, e disse: Torna para Balaque, e fala assim.

    6 E, tornando para ele, eis que estava ao pé do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas.

    7 Então alçou a sua parábola, e disse: De Arão me mandou trazer Balaque, rei dos moabitas, das montanhas do oriente, dizendo : Vem, amaldiçoa-me a Jacó; e vem, detesta a Israel.

    8 Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? e como detestarei, quando o Senhor não detesta?

    9 Porque do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo: eis que este povo habitará só, e entre as gentes não será contado.

    10 Quem contará o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? a minha alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu.

    11 Então disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que inteiramente os abençoaste.

    12 E ele respondeu, e disse: Porventura não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?

    13 Então Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, donde o verás; verás somente a última parte dele, mas a todo ele não verás: e amaldiçoa-mo dali.

    14 Assim o tomou consigo ao campo de Zofim, ao cume de Pisga: e edificou sete altares, e ofereceu um bezerro e um carneiro sobre cada altar.

    15 Então disse a Balaque: Fica aqui ao pé do teu holocausto, e eu irei ali ao seu encontro.

    16 E, encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs uma palavra na sua boca, e disse: Torna para Balaque, e fala assim.

    17 E, vindo a ele, eis que estava ao pé do holocausto, e os príncipes dos moabitas com ele: disse-lhe pois Balaque: Que cousa falou o Senhor?

    18 Então alçou a sua parábola, e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve: inclina os teus ouvidos a mim, filho de Zipor.

    19 Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa: porventura diria ele , e não o faria? ou falaria, e não o confirmaria?

    20 Eis que recebi mandado de abençoar: pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar.

    21 Não viu iniquidade em Israel, nem contemplou maldade em Jacó: o Senhor seu Deus é com ele, e nele, e entre eles se ouve o alarido dum rei.

    22 Deus os tirou do Egito; as suas forças são como as do unicórnio.

    23 Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel: neste tempo se dirá de Jacó e de Israel: Que cousas Deus tem obrado!

    24 Eis que o povo se levantará como leoa, e se exalçará como leão: não se deitará até que coma a presa, e beba o sangue de mortos.

    25 Então Balaque disse a Balaão: Nem totalmente o amaldiçoarás, nem totalmente o abençoarás.

    26 Porém Balaão respondeu, e disse a Balaque: Não te falei eu, dizendo: Tudo o que o Senhor falar aquilo farei?

    27 Disse mais Balaque a Balaão: Ora vem, e te levarei a outro lugar: porventura bem parecerá aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes.

    28 Então Balaque levou Balaão consigo ao cume de Peor, que olha para a banda do deserto.

    29 Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete bezerros e sete carneiros.

    30 Balaque pois fez como dissera Balaão; e ofereceu um bezerro e um carneiro sobre cada altar.