Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Jó, 3

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Et

    Sl

    Pv

    Ec

    Ct

    Is

    Jr

    Lm

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    Atos

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    37

    38

    39

    40

    41

    42

    1 Depois disto, Jó passou a falar e amaldiçoou o dia do seu nascimento.

    2 Jó disse:

    3 "Pereça o dia em que nasci e a noite em que se disse: ‘Foi concebido um homem!’

    4 Que aquele dia se transforme em trevas, e Deus, lá de cima, não se importe com ele, nem resplandeça sobre ele a luz.

    5 Que as trevas e a sombra da morte se apoderem desse dia; que uma nuvem habite sobre ele; que tudo o que pode escurecer o dia o espante.

    6 Aquela noite, que dela se apoderem densas trevas; que ela não se alegre entre os dias do ano, nem entre na conta dos meses.

    7 Sim, que seja estéril aquela noite, e dela sejam banidos os gritos de alegria.

    8 Amaldiçoem-na aqueles que sabem amaldiçoar o dia e sabem instigar o Leviatã.

    9 Escureçam-se as estrelas do seu alvorecer; que a noite espere a luz, e a luz não venha; que não veja o despontar da alvorada,

    10 pois não fechou as portas do ventre da minha mãe, nem escondeu dos meus olhos o sofrimento."

    11 "Por que não morri ao nascer? Por que não expirei ao sair do ventre de minha mãe?

    12 Por que houve um colo que me acolhesse, e seios, para que eu mamasse?

    13 Porque agora eu repousaria tranquilo; dormiria, e então haveria para mim descanso,

    14 com os reis e conselheiros da terra que construíram para si mausoléus;

    15 ou com os príncipes que tinham ouro e encheram as suas casas de prata;

    16 ou, como aborto oculto, eu não existiria, como crianças que nunca viram a luz.

    17 Ali os maus cessam de perturbar, e ali repousam os cansados.

    18 Ali os presos juntamente repousam e não ouvem a voz do capataz.

    19 Ali está tanto o pequeno como o grande, e o servo fica livre de seu senhor."

    20 "Por que se concede luz ao miserável e vida aos de coração amargurado,

    21 que esperam a morte, e ela não vem, que cavam em procura dela mais do que tesouros ocultos,

    22 que se alegrariam por um túmulo e exultariam se achassem a sepultura?

    23 Por que se concede luz ao homem cujo caminho é oculto, e a quem Deus cercou de todos os lados?"

    24 "Porque em vez do meu pão me vêm gemidos, e os meus lamentos se derramam como água.

    25 Aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece.

    26 Não tenho descanso, não tenho sossego, não tenho repouso; só tenho inquietação."