Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Marcos, 4

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Et

    Sl

    Pv

    Ec

    Ct

    Is

    Jr

    Lm

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    Atos

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    1 Voltou Jesus a ensinar à beira-mar. E reuniu-se numerosa multidão a ele, de modo que entrou num barco, onde se assentou, afastando-se da praia. E todo o povo estava à beira-mar, na praia.

    2 Assim, lhes ensinava muitas coisas por parábolas, no decorrer do seu doutrinamento.

    3 Ouvi: Eis que saiu o semeador a semear.

    4 E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e vieram as aves e a comeram.

    5 Outra caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra.

    6 Saindo, porém, o sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se.

    7 Outra parte caiu entre os espinhos; e os espinhos cresceram e a sufocaram, e não deu fruto.

    8 Outra, enfim, caiu em boa terra e deu fruto, que vingou e cresceu, produzindo a trinta, a sessenta e a cem por um.

    9 E acrescentou: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

    10 Quando Jesus ficou só, os que estavam junto dele com os doze o interrogaram a respeito das parábolas.

    11 Ele lhes respondeu: A vós outros vos é dado conhecer o mistério do reino de Deus; mas, aos de fora, tudo se ensina por meio de parábolas,

    12 para que, vendo, vejam e não percebam; e, ouvindo, ouçam e não entendam; para que não venham a converter-se, e haja perdão para eles.

    13 Então, lhes perguntou: Não entendeis esta parábola e como compreendereis todas as parábolas?

    14 O semeador semeia a palavra.

    15 São estes os da beira do caminho, onde a palavra é semeada; e, enquanto a ouvem, logo vem Satanás e tira a palavra semeada neles.

    16 Semelhantemente, são estes os semeados em solo rochoso, os quais, ouvindo a palavra, logo a recebem com alegria.

    17 Mas eles não têm raiz em si mesmos, sendo, antes, de pouca duração; em lhes chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandalizam.

    18 Os outros, os semeados entre os espinhos, são os que ouvem a palavra,

    19 mas os cuidados do mundo, a fascinação da riqueza e as demais ambições, concorrendo, sufocam a palavra, ficando ela infrutífera.

    20 Os que foram semeados em boa terra são aqueles que ouvem a palavra e a recebem, frutificando a trinta, a sessenta e a cem por um.

    21 Também lhes disse: Vem, porventura, a candeia para ser posta debaixo do alqueire ou da cama? Não vem, antes, para ser colocada no velador?

    22 Pois nada está oculto, senão para ser manifesto; e nada se faz escondido, senão para ser revelado.

    23 Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.

    24 Então, lhes disse: Atentai no que ouvis. Com a medida com que tiverdes medido vos medirão também, e ainda se vos acrescentará.

    25 Pois ao que tem se lhe dará; e, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.

    26 Disse ainda: O reino de Deus é assim como se um homem lançasse a semente à terra;

    27 depois, dormisse e se levantasse, de noite e de dia, e a semente germinasse e crescesse, não sabendo ele como.

    28 A terra por si mesma frutifica: primeiro a erva, depois, a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga.

    29 E, quando o fruto já está maduro, logo se lhe mete a foice, porque é chegada a ceifa.

    30 Disse mais: A que assemelharemos o reino de Deus? Ou com que parábola o apresentaremos?

    31 É como um grão de mostarda, que, quando semeado, é a menor de todas as sementes sobre a terra;

    32 mas, uma vez semeada, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças e deita grandes ramos, a ponto de as aves do céu poderem aninhar-se à sua sombra.

    33 E com muitas parábolas semelhantes lhes expunha a palavra, conforme o permitia a capacidade dos ouvintes.

    34 E sem parábolas não lhes falava; tudo, porém, explicava em particular aos seus próprios discípulos.

    35 Naquele dia, sendo já tarde, disse-lhes Jesus: Passemos para a outra margem.

    36 E eles, despedindo a multidão, o levaram assim como estava, no barco; e outros barcos o seguiam.

    37 Ora, levantou-se grande temporal de vento, e as ondas se arremessavam contra o barco, de modo que o mesmo já estava a encher-se de água.

    38 E Jesus estava na popa, dormindo sobre o travesseiro; eles o despertaram e lhe disseram: Mestre, não te importa que pereçamos?

    39 E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança.

    40 Então, lhes disse: Por que sois assim tímidos?! Como é que não tendes fé?

    41 E eles, possuídos de grande temor, diziam uns aos outros: Quem é este que até o vento e o mar lhe obedecem?