Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Jó, 41

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Et

    Sl

    Pv

    Ec

    Ct

    Is

    Jr

    Lm

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    Atos

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    37

    38

    39

    40

    41

    42

    1 Poderás tirar com anzol o leviatã, ou ligarás a sua língua com uma corda?

    2 Podes pôr um anzol no seu nariz, ou com um gancho furar a sua queixada?

    3 Porventura multiplicará as súplicas para contigo, ou brandamente falará?

    4 Fará ele aliança contigo, ou o tomarás tu por servo para sempre?

    5 Brincarás com ele, como se fora um passarinho, ou o prenderás para tuas meninas?

    6 Os teus companheiros farão dele um banquete, ou o repartirão entre os negociantes?

    7 Encherás a sua pele de ganchos, ou a sua cabeça com arpões de pescadores?

    8 Põe a tua mão sobre ele, lembra-te da peleja, e nunca mais tal intentarás.

    9 Eis que é vã a esperança de apanhá-lo; pois não será o homem derrubado só ao vê-lo?

    10 Ninguém há tão atrevido, que a despertá-lo se atreva; quem, pois, é aquele que ousa erguer-se diante de mim?

    11 Quem primeiro me deu, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu.

    12 Não me calarei a respeito dos seus membros, nem da sua grande força, nem a graça da sua compostura.

    13 Quem descobrirá a face da sua roupa? Quem entrará na sua couraça dobrada?

    14 Quem abrirá as portas do seu rosto? Pois ao redor dos seus dentes está o terror.

    15 As suas fortes escamas são o seu orgulho, cada uma fechada como com selo apertado.

    16 Uma à outra se chega tão perto, que nem o ar passa por entre elas.

    17 Umas às outras se ligam; tanto aderem entre si, que não se podem separar.

    18 Cada um dos seus espirros faz resplandecer a luz, e os seus olhos são como as pálpebras da alva.

    19 Da sua boca saem tochas; faíscas de fogo saltam dela.

    20 Das suas narinas procede fumaça, como de uma panela fervente, ou de uma grande caldeira.

    21 O seu hálito faz incender os carvões; e da sua boca sai chama.

    22 No seu pescoço reside a força; diante dele até a tristeza salta de prazer.

    23 Os músculos da sua carne estão pegados entre si; cada um está firme nele, e nenhum se move.

    24 O seu coração é firme como uma pedra e firme como a mó de baixo.

    25 Levantando-se ele, tremem os valentes; em razão dos seus abalos se purificam.

    26 Se alguém lhe tocar com a espada, essa não poderá penetrar, nem lança, dardo ou flecha.

    27 Ele considera o ferro como palha, e o cobre como pau podre.

    28 A seta o não fará fugir; as pedras das fundas se lhe tornam em restolho.

    29 As pedras atiradas são para ele como arestas, e ri-se do brandir da lança;

    30 Debaixo de si tem conchas pontiagudas; estende-se sobre coisas pontiagudas como na lama.

    31 As profundezas faz ferver, como uma panela; torna o mar como uma vasilha de ungüento.

    32 Após si deixa uma vereda luminosa; parece o abismo tornado em brancura de cãs.

    33 Na terra não há coisa que se lhe possa comparar, pois foi feito para estar sem pavor.

    34 Ele vê tudo que é alto; é rei sobre todos os filhos da soberba.