Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Lucas, 16

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Et

    Sl

    Pv

    Ec

    Ct

    Is

    Jr

    Lm

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    Atos

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    1 Dizia Jesus também aos seus discípulos: Havia certo homem rico, que tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de estar dissipando os seus bens.

    2 Chamou-o, então, e lhe disse: Que é isso que ouço dizer de ti? Presta contas da tua mordomia; porque já não podes mais ser meu mordomo.

    3 Disse, pois, o mordomo consigo: Que hei de fazer, já que o meu senhor me tira a mordomia? Para cavar, não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha.

    4 Agora sei o que vou fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me recebam em suas casas.

    5 E chamando a si cada um dos devedores do seu senhor, perguntou ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor?

    6 Respondeu ele: Cem cados de azeite. Disse-lhe então: Toma a tua conta, senta-te depressa e escreve cinqüenta.

    7 Perguntou depois a outro: E tu, quanto deves? Respondeu ele: Cem coros de trigo. E disse-lhe: Toma a tua conta e escreve oitenta.

    8 E louvou aquele senhor ao injusto mordomo por haver procedido com sagacidade; porque os filhos deste mundo são mais sagazes para com a sua geração do que os filhos da luz.

    9 Eu vos digo ainda: Granjeai amigos por meio das riquezas da injustiça; para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos.

    10 Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito; quem é injusto no pouco, também é injusto no muito.

    11 Se, pois, nas riquezas injustas não fostes fiéis, quem vos confiará as verdadeiras?

    12 E se no alheio não fostes fiéis, quem vos dará o que é vosso?

    13 Nenhum servo pode servir dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar ao outro, o há de odiar a um e amar ao outro, o há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas.

    14 Os fariseus, que eram gananciosos, ouviam todas essas coisas e zombavam dele.

    15 E ele lhes disse: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação.

    16 A lei e os profetas vigoraram até João; desde então é anunciado o evangelho do reino de Deus, e todo homem forceja por entrar nele.

    17 É, porém, mais fácil passar o céu e a terra do que cair um til da lei.

    18 Todo aquele que repudia sua mulher e casa com outra, comete adultério; e quem casa com a que foi repudiada pelo marido, também comete adultério.

    19 Ora, havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo, e todos os dias se regalava esplendidamente.

    20 Ao seu portão fora deitado um mendigo, chamado Lázaro, todo coberto de úlceras;

    21 o qual desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as úlceras.

    22 Veio a morrer o mendigo, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico, e foi sepultado.

    23 No inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe a Abraão, e a Lázaro no seu seio.

    24 E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e envia-me Lázaro, para que molhe na água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.

    25 Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que em tua vida recebeste os teus bens, e Lázaro de igual modo os males; agora, porém, ele aqui é consolado, e tu atormentado.

    26 E além disso, entre nós e vós está posto um grande abismo, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem os de lá passar para nós.

    27 Disse ele então: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai,

    28 porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham eles também para este lugar de tormento.

    29 Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.

    30 Respondeu ele: Não! pai Abraão; mas, se alguém dentre os mortos for ter com eles, hão de se arrepender.

    31 Abraão, porém, lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.